Mandalah de Luz - Escola do Despertar

Mandalah de Luz - Escola do Despertar Monalisa de Freitas
terap. Mandalas intuitivas

holística e Xamânica
Fundadora do Mandalah de Luz - Escola do despertar
Guardiã das medicinas da floresta
médium ostensiva
atendimentos online e presencial
YouTube: despertando Essências

24/08/2026

*Ritual com AYAHUASCA"

Cerimônia com uso sacramental da ayahuasca.


📌*Dia: 19/09 - sábado
🕔Início: 19:00hrs

Piracicaba -SP

(chegar com 1 hora de *antecedência* no mínimo).
Os portões serão abertos às 16:30
*E fechados às 18:00*

🛑Importante!
Entrar em contato antes para entrevista de anamnese e informações.

O Mandalah de Luz é uma Instituição séria e possui regulamentação legal para o uso do chá.

Dirigente responsável: Monalisa
(19) 99755-0537

21/08/2026

Costumo cantar essa canção nas rodas de cura, ela me lembra muito a natureza, a beleza da vida , a contemplação e a honra de pisar neste chão.

CIO DA TERRA
Melodia Milton Nascimento
Letra Chico Buarque

Gravada por vários cantores.

Essa é minha versão, ao vivo toco o tambor, no vídeo tem que segurar um pouco a mão .

Abraços!

Mona.

21/08/2026

O despertar é individual...
Não precisa de holofotes...
Quem quer palco, reconhecimento e curtidas é o ego...

Monalisa.

20/08/2026

Relembrar....

Relembre quem você é!

Monalisa

A árvore que não tem raízes firmes não resiste às intempéries do tempo.Antes de tocar o céu, uma árvore precisa aprender...
14/08/2026

A árvore que não tem raízes firmes não resiste às intempéries do tempo.

Antes de tocar o céu, uma árvore precisa aprender a habitar a terra.
É pelas raízes que encontra sustentação para permanecer de pé quando chegam as tempestades.
Nós também somos assim.

Vivemos em um mundo que nos ensina a olhar para frente, mas poucas vezes nos convida a perguntar:
De onde eu vim?
O que me sustenta?
O que ainda vive em mim da minha ancestralidade?

Quando nos afastamos das nossas raízes, podemos continuar crescendo por algum tempo. Mas aquilo que cresce sem sustentação, cedo ou tarde, sente o peso das próprias tempestades.

Uma árvore sem raízes firmes sucumbe às forças do tempo e, quando tomba, retorna à terra, reintegrando-se a ela para iniciar um novo ciclo.

Talvez nós também precisemos, algumas vezes, voltar à terra. Voltar para dentro. Voltar para casa.
Porque ter raízes não é permanecer no passado. É saber de onde viemos para escolher, com consciência, para onde queremos ir.

Honrar nossas raízes é honrar nossa história, nossa ancestralidade.

Monalisa

Eu também já me senti perdida...Ao longo de mais de 13 anos cuidando de pessoas com questões sobre espiritualidade, proc...
13/08/2026

Eu também já me senti perdida...

Ao longo de mais de 13 anos cuidando de pessoas com questões sobre espiritualidade, processos de transformação, passei por desafios, questionamentos e momentos que me ensinaram, sobretudo, a reconhecer a profundidade daquilo que cada pessoa carrega.

Por isso, quando alguém chega até mim confusa com a própria sensibilidade, com a mediunidade, com o excesso de informações, estímulos e caminhos que parecem apontar para todos os lados, eu não olho apenas para o que ela está vivendo.
Eu acolho aquilo que compreendo também pela experiência que vivi na pele.

Meu trabalho é oferecer um espaço seguro para você desacelerar, silenciar ruídos externos e olhar para dentro com consciência.

Eu não estou aqui para dizer quem você deve ser ou para entregar respostas prontas. Estou aqui para caminhar ao seu lado, conduzir processos e ajudar você a reencontrar a sua própria direção.

Porque, muitas vezes, o que você procura fora está apenas esperando para ser reconhecido dentro.

Se você sente que está na hora de voltar para si, talvez esse seja o seu momento de ser acolhido.

Me chame !

Monalisa✨

Despertando Essências 🦋

12/08/2026

Ritualidade e ancestralidade em “Canto Para Oxalá” de Rita Benneditto

Em “Canto Para Oxalá”, Rita Benneditto utiliza a repetição de versos em iorubá como um recurso que vai além do musical, criando uma atmosfera ritualística e meditativa. Expressões como “Oni saurê”, “Aul axé” e “Oberioman” são saudações e louvores a Oxalá, orixá central das religiões de matriz africana, associado à criação, paz e sabedoria. O termo “axé” significa energia vital e bênção, enquanto “babá” é uma forma respeitosa de se referir a “pai”, reforçando a reverência ao orixá e à ancestralidade.

Endereço

Piracicaba, SP

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