06/05/2026
Os medicamentos atuais para controle da obesidade , são ferramentas que bem usadas e monitoradas podem ser aliadas da saúde. Mas esses medicamentos não substituem a terapia nutricional, pelo contrário, eles devem caminhar juntos.
O acompanhamento nutricional, além de evitar a desnutrição, ajuda o paciente a construir uma relação de mais qualidade e equilíbrio com a comida, favorecendo um processo mais sustentável: com menor perda de massa muscular, menor risco de efeito rebote e mais autonomia ao longo do tempo.
Ao mesmo tempo, os agonistas de receptores de GLP-1 podem ser ferramentas importantes no manejo da obesidade e do diabetes tipo 2, quando bem indicados.
O ponto central não é escolher um ou outro, mas integrar estratégias, respeitando a individualidade de cada paciente.