03/06/2026
A decisão entre tratamento conservador e cirurgia não é padronizada - ela depende de uma avaliação criteriosa de cada caso.
Aspectos como o tipo de lesão, a gravidade, o tempo de evolução e as necessidades do paciente são fundamentais para definir a melhor abordagem.
Em muitos cenários, o tratamento não cirúrgico é suficiente e eficaz. Por outro lado, existem situações em que a intervenção precoce pode evitar complicações mais graves, como perda de função ou lesões irreversíveis.
O mais importante é entender que a indicação deve ser individualizada e baseada em critérios técnicos.
O foco sempre será a recuperação funcional com o menor risco possível.