07/06/2020
Quem eu sou hoje aos quarenta e sete anos de idade? (risos)
Hoje muito mais do que ontem com total ausência de dúvida sei que eu sou um sistema aberto e pertencente onde minha mente faz um esforço gigante e constante para me aprisionar. Por isso me entrego nas perguntas para que a minha mente não possa me dominar. Aprendi que meu corpo é feito de memórias onde a minha mente insiste em caminhar, apenas peço a divindade para minhas memórias purificar.
A vivência até aqui me fez enxergar que além do mapa que foi desenhado para eu trilhar, existe um infinito território a explorar. Vamos lá?
Entro em um estado de mim onde posso inspirar, por que até isso percebo hoje com clareza, que a intuição a mente ainda pode burlar. Um exemplo que costumo usar: “a intuição é uma mensagem de texto da fonte onde minha mente vai interpretar”, mas “a inspiração é ligação direta da fonte que me faz entregar, confiar, receber e agradecer”. Mas não pense que não me perco em alguns movimentos e pensamentos, eles são como um tsunami enorme e constante tentando me dominar.
Quanto mais caminho na direção de mim mesmo na busca de conhecimento, percebo que jamais saberei tudo, o que me permite ser cada vez mais ser humano e menos guru.
Tudo aquilo que me é imposto como verdade única, vai me imobilizar engessar, repetir e copiar uma força contínua e descomunal ao padrão ao igual, isso me impede que eu me esvazie, para que algo novo possa entrar, e a minha identidade eu possa manifestar. Então me coloco em um profundo respirar, pois quando respiro os pensamentos tendem a acalmar dessa forma acontece o reencontro entre o meu visível e invisível que amo vivenciar.
“Uma das maiores armadilhas dessa jornada é querer convencer as pessoas de algo que nem mesmo você acredita”.
Eu sou a Fabiana Bicca Peruzzo talvez um convite uma direção para aqueles que desejam despertar para todas as mágicas que eles já podem realizar, quando descobrem que tudo está dentro e que só basta acessar!
Dia 07.06 é o meu aniversário e do meu avô materno que já não está mais nesta dimensão, mas foi um dos meus primeiros grandes mestres em minha vida “Evaldo Felipe Fauth” (Vô Puvi) me ensinou muito sobre o amor!