George Mello

George Mello Dr. George Mello Neiva Nunes CRM-RS 52.158 TEOT 15.436. Cirurgia de Ombro e Cotovelo / Medicina do Esporte. Www.georgemello.com

Segundo Dia das Mães — e o primeiro com nossa princesa nos braços.Feliz Dia das Mães para essa mãe sensacional,  , de qu...
10/05/2026

Segundo Dia das Mães — e o primeiro com nossa princesa nos braços.

Feliz Dia das Mães para essa mãe sensacional, , de quem tenho o orgulho de ser esposo.
Um ano de muito aprendizado, marcado pelo surgimento de uma nova e extraordinária Nina — em sua melhor versão (clichê, mas a mais pura verdade).
Não canso de agradecer a Deus por ter colocado mulheres tão maravilhosas na minha vida.

Minha mãe, , minha rainha, que me ensinou a respeitar e valorizar todas as mulheres. Obrigado — te amo mais que tudo.

Minha sogra, .m.neiva , que a cada dia se torna uma segunda mãe e está sempre ao nosso lado.

Obrigado por serem mães sensacionais — perfeitamente imperfeitas.
Um beijo a todas as mães!

Ser mãe é carregar uma responsabilidade imensa. Mas muitas vezes, esquecemos que esse "peso" não é apenas emocional. Ele...
09/05/2026

Ser mãe é carregar uma responsabilidade imensa. Mas muitas vezes, esquecemos que esse "peso" não é apenas emocional. Ele é físico, diário e exaustivo.

Desde o primeiro dia de vida do seu filho, a sua rotina exige força: é o colo por horas a fio de madrugada, o bebê-conforto desajeitado, a postura tensa durante a amamentação e, mais tarde, o verdadeiro malabarismo para segurar a criança com um braço e as sacolas com o outro.

Toda essa sobrecarga contínua recai diretamente sobre os seus ombros e cotovelos.

Não é à toa que tantas mães chegam ao consultório sofrendo silenciosamente com bursites agudas, tendinites e crises de epicondilite. A grande maioria acha que sentir dor é o "normal" do cansaço materno e acaba negligenciando a própria saúde para não parar a rotina da casa.

Neste Dia das Mães, o meu recado como ortopedista é um pouco diferente: você não precisa carregar essa dor.

Nós sabemos que você faria qualquer sacrifício pelo bem-estar da sua família. Mas cuidar da sua própria saúde não é um luxo ou um ato de egoísmo, é uma necessidade. Você só consegue dar o seu melhor colo, brincar e participar ativamente da vida dos seus filhos quando o seu corpo está saudável e sem limitações.

Cuidar de você também é cuidar de quem você ama. Não normalize viver com dor. Um Feliz Dia das Mães para todas as mulheres que carregam o mundo, todos os dias, nos ombros. ❤️

George Mello Neiva Nunes
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Todos os dias, ouço histórias diferentes, mas a forma como a dor articular se manifesta costuma seguir um padrão muito c...
07/05/2026

Todos os dias, ouço histórias diferentes, mas a forma como a dor articular se manifesta costuma seguir um padrão muito claro.

Se você sofre com dor no ombro ou no cotovelo, é muito provável que você já tenha dito (ou pensado) alguma dessas frases:
1. "Doutor, eu não consigo dormir à noite." Essa é a queixa número um. A dor noturna, aquela que piora quando você deita e te faz acordar de madrugada procurando posição, é um sinal clássico de inflamações ativas.
2. "Meu braço travou, não consigo alcançar a prateleira." A perda da amplitude de movimento, ter dificuldade para vestir uma jaqueta, pentear o cabelo ou colocar o cinto de segurança, é o alerta máximo de que a articulação está sofrendo um bloqueio mecânico ou que há uma ruptura de tendão.
3. "Dói para segurar uma xícara de café." Aquela queimação na lateral do cotovelo que irradia para o braço ao digitar, usar o mouse ou segurar objetos leves. Muitos acham que é fraqueza, mas geralmente é o famoso "Cotovelo de Tenista" (Epicondilite), causado por sobrecarga e repetição.
4. "Meu ombro parece que está solto." Comum em atletas e jovens. A sensação de que a articulação vai "sair do lugar" em determinados movimentos indica instabilidade, um desgaste nas estruturas que deveriam manter o ombro firme.

O que todas essas queixas têm em comum? Elas mostram que o corpo ativou um sistema de alarme. A dor articular limitante nunca é "normal da idade" ou "só um mau jeito". Ela indica que a mecânica da sua articulação está falhando.

Continuar forçando o movimento e mascarando o sintoma com analgésicos só acelera o desgaste. Se alguma dessas frases faz parte do seu dia a dia, o seu corpo está pedindo ajuda.

Não normalize a dor que rouba a sua qualidade de vida.
George Mello Neiva Nunes
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"Doutor, você vai precisar abrir o meu ombro?" Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório quando indicamos o tr...
05/05/2026

"Doutor, você vai precisar abrir o meu ombro?" Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório quando indicamos o tratamento cirúrgico. A boa notícia é que a ortopedia evoluiu muito, e hoje a imensa maioria das lesões de ombro é tratada sem a necessidade de grandes cortes.

Bem-vindo à era da Artroscopia.

A artroscopia é uma cirurgia minimamente invasiva. Em vez de abrir a articulação, nós fazemos pequenas incisões (de poucos milímetros) ao redor do seu ombro. É por esses pequenos "furinhos" que a mágica acontece:
Pelo primeiro acesso, introduzimos uma microcâmera de alta resolução. Ela ilumina a articulação por dentro e transmite a imagem em 4K para um monitor no centro cirúrgico. Nós enxergamos o seu tendão ampliado e com detalhes que a olho nu seriam impossíveis de ver.
Pelos outros pequenos acessos, introduzimos pinças e instrumentos milimétricos. Com eles, conseguimos "costurar" tendões rompidos usando âncoras (pequenos parafusos que ficam dentro do osso), raspar esporões ósseos que estão machucando o tendão e reconstruir a estabilidade da articulação.

O grande benefício? Como não cortamos os grandes músculos superficiais para chegar até o foco da lesão, o sangramento é mínimo, a dor no pós-operatório é muito menor e o processo de reabilitação começa de forma muito mais segura.

A tecnologia mudou a forma como consertamos o corpo humano. A cirurgia de ombro hoje é sinônimo de precisão.

George Mello Neiva Nunes
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Nesta semana, no dia 26 de abril, comemoramos o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Como ortoped...
30/04/2026

Nesta semana, no dia 26 de abril, comemoramos o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Como ortopedista, eu preciso aproveitar esse gancho para fazer um alerta importante sobre um hábito muito perigoso no combate à dor crônica.

Muitos pacientes que sofrem com dores limitantes no ombro ou no cotovelo acabam recorrendo ao uso contínuo de anti-inflamatórios potentes, como os corticoides, por conta própria. O objetivo é tentar fugir da avaliação médica e manter a rotina a qualquer custo.

O que quase ninguém percebe é que esse "atalho" cobra um preço alto em duas frentes:
No Coração: O uso indiscriminado de corticoides desregula o equilíbrio de líquidos do corpo. Isso pode elevar drasticamente a pressão arterial, colocando o seu sistema cardiovascular em alerta vermelho.
No Tendão: O corticoide em excesso interfere na qualidade do colágeno. Ele literalmente degenera e enfraquece as fibras do seu tendão. Uma simples tendinite que poderia ser tratada com mecânica e fisioterapia, acaba evoluindo silenciosamente para uma ruptura (rasgo) completa.

Desligar o alarme de dor usando remédios fortes sem supervisão é como brincar com a sorte. Você não resolve a causa mecânica do seu ombro e ainda coloca a sua saúde sistêmica em risco.

Se o seu ombro dói todos os dias, pare de mascarar o sintoma. Investigue a causa.

George Mello Neiva Nunes
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"Você está fazendo corpo mole." "Isso é só falta de fortalecimento, vai treinar que passa." "Você reclama de dor por qua...
28/04/2026

"Você está fazendo corpo mole." "Isso é só falta de fortalecimento, vai treinar que passa." "Você reclama de dor por qualquer coisa." Quantas vezes você já ouviu frases como essas no seu trabalho ou até mesmo dentro de casa?

O grande problema de lesões no ombro e no cotovelo é que elas quase sempre são dores invisíveis de fora. Você não está usando gesso, não está usando tipoia e não tem hematomas. Para quem olha de fora, o seu braço parece perfeitamente normal.

Mas por dentro, a história é outra. Quando um paciente senta na minha frente e relata que não consegue segurar uma xícara de café (como na epicondilite) ou que alcançar o cinto de segurança arranca lágrimas (como nas lesões de manguito rotador), eu sei que a culpa não é da "falta de vontade".

Não conseguir levantar o braço não é fraqueza.

Ter a sua dor invalidada e descredenciada pelas pessoas ao redor gera uma exaustão emocional que só piora a sua percepção da dor.

Quero deixar algo muito claro: você não precisa provar a sua dor para quem não entende de medicina. Mas você precisa investigá-la com quem entende.

Não normalize a sua dor e não aceite o julgamento de quem não sente o que você sente.

George Mello Neiva Nunes
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A perda progressiva de movimento não é "da idade" e não deve ser ignorada. Um dos maiores desafios de quem sofre com a C...
24/04/2026

A perda progressiva de movimento não é "da idade" e não deve ser ignorada.

Um dos maiores desafios de quem sofre com a Capsulite Adesiva (o Ombro Congelado) é o cansaço emocional. O paciente ouve repetidas vezes que "a doença é assim mesmo" e que "precisa ter paciência porque um dia ela vai embora sozinha".

É verdade que a Capsulite cumpre um ciclo. Mas passar 18 a 24 meses sem conseguir dormir do lado afetado, dependendo de outras pessoas para atividades básicas e convivendo com uma dor aguda, é um preço alto demais para a sua qualidade de vida.

A fase inicial da doença, onde o ombro está começando a perder a amplitude de movimento e a dor noturna é muito intensa, é o que consideramos a nossa "janela de oportunidade". Intervir com os tratamentos corretos nesta fase ajuda a controlar a tempestade inflamatória e pode evitar que a articulação fique 100% rígida.

Se o seu ombro já está na fase de rigidez extrema e a fisioterapia conservadora não consegue evoluir devido à dor severa, nós utilizamos intervenções minimamente invasivas (como bloqueios articulares e manipulações).

O objetivo da ortopedia intervencionista não é mascarar o problema, mas encurtar o tempo de sofrimento. Nós devolvemos um ombro mecanicamente mais solto para que o seu corpo e o seu fisioterapeuta consigam finalizar o trabalho de reabilitação.

O movimento é vida. Não aceite perder a sua autonomia.

George Mello Neiva Nunes
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A musculação e o esporte não são inimigos do seu ombro. Muito pelo contrário: uma musculatura forte é a base da saúde ar...
23/04/2026

A musculação e o esporte não são inimigos do seu ombro. Muito pelo contrário: uma musculatura forte é a base da saúde articular.

O problema começa quando o paciente tenta usar o exercício de forma aleatória para tratar uma dor não diagnosticada.

Quando existe uma inflamação ativa, uma falha no tendão ou um atrito no espaço subacromial, a articulação perde a sua biomecânica natural. Colocar carga (peso) sobre uma estrutura que já está mecanicamente comprometida é o caminho mais rápido para agravar uma lesão no Manguito Rotador.

Treinar com dor não é sinônimo de resiliência, é um alerta do seu corpo. O fortalecimento deve fazer parte da sua reabilitação, mas ele precisa ser prescrito de forma correta, no momento adequado, e muitas vezes acompanhado por uma equipe de fisioterapia e educação física.

O exercício só atua como remédio quando aplicado na dose e na mecânica corretas.

George Mello Neiva Nunes
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Essa é uma das frustrações mais difíceis de lidar no pós-operatório. É muito comum o paciente entrar no bloco cirúrgico ...
16/04/2026

Essa é uma das frustrações mais difíceis de lidar no pós-operatório. É muito comum o paciente entrar no bloco cirúrgico acreditando que a operação é a linha de chegada do tratamento.

Na ortopedia, a verdade é o oposto: a cirurgia é apenas a linha de partida.

O procedimento cirúrgico corrige a parte mecânica, nós reposicionamos o osso ou costuramos o tendão, mas quem faz o trabalho de cicatrização é a biologia do seu corpo. E a biologia leva tempo.

Se a dor persiste muito além do esperado, geralmente o motivo está em um destes três fatores:
Expectativa mal calibrada: O alívio da dor não é um botão de "liga/desliga". Um tendão não cicatriza em 15 dias. É natural sentir desconforto nas primeiras semanas enquanto o seu corpo trabalha intensamente para adaptar o tecido à nova tensão.
Reabilitação inadequada: A fisioterapia é responsável por 50% do resultado final. Se o movimento for forçado rápido demais, a articulação inflama. Se o braço ficar parado por muito tempo, o ombro enrijece e "congela". A fisioterapia precisa ser um processo milimetricamente alinhado com a técnica da cirurgia.
Falha biológica (Reruptura): Em alguns casos, mesmo com um reparo mecânico perfeito, o tecido não tem qualidade biológica suficiente para cicatrizar (devido a fatores como cigarro ou alterações metabólicas), ou um esforço acidental acaba abrindo a lesão novamente.

O sucesso de uma cirurgia nunca depende apenas do bisturi. É um trabalho de equipe entre a precisão do cirurgião, a excelência do fisioterapeuta e a paciência do paciente.

Não passe pelo pós-operatório com dúvidas ou dores silenciosas. A comunicação clara com a sua equipe médica é parte fundamental da sua cura.

George Mello Neiva Nunes
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"Doutor, minha ressonância deu normal, o raio-X não tem nada, mas eu não consigo levantar o braço de dor. O que eu tenho...
14/04/2026

"Doutor, minha ressonância deu normal, o raio-X não tem nada, mas eu não consigo levantar o braço de dor. O que eu tenho?"

Se você já passou por isso, sabe o quanto é frustrante sair de um consultório com um laudo "limpo" nas mãos e a mesma dor no corpo.

Ter exames de imagem normais não significa que a sua dor é invenção da sua cabeça. O que acontece é que existe uma limitação natural na tecnologia.

Pense da seguinte forma: a ressonância é uma foto. O seu ombro é um filme.

Quando você faz o exame, você está deitado, parado e relaxado dentro da máquina. A foto sai perfeita. No entanto, o seu ombro e o seu cotovelo são articulações dinâmicas, feitas para o movimento.

Muitas lesões, como atritos, microinstabilidades, pequenas compressões de nervos e falhas mecânicas, só "aparecem" quando a articulação está em movimento, sob carga ou em ângulos específicos. A foto parada não consegue capturar isso.

É por isso que a avaliação clínica (o teste físico no consultório, movimentando o seu braço, testando a força e ouvindo a sua história) continua sendo o passo mais importante de qualquer diagnóstico. O exame de imagem é um excelente guia, mas ele não substitui o que os seus sintomas nos contam.

Se dói ao movimentar, a falha mecânica é real e merece investigação. Não normalize a sua dor apenas porque a "foto" saiu boa.

Você já teve um exame que deu normal mesmo sentindo muita dor?

George Mello Neiva Nunes
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Sabe aquele ciclo de sentir uma fisgada no ombro, tomar um anti-inflamatório, melhorar por uns dias e depois a dor volta...
30/03/2026

Sabe aquele ciclo de sentir uma fisgada no ombro, tomar um anti-inflamatório, melhorar por uns dias e depois a dor voltar ainda mais forte?

Esse é o maior perigo da automedicação: acreditar que mascarar a dor é a mesma coisa que tratar a lesão.

Tomar remédio por conta própria para uma dor contínua é como desligar o alarme de incêndio da sua casa e voltar a dormir enquanto o fogo continua queimando.

A tendinite é, na esmagadora maioria das vezes, um problema mecânico (sobrecarga, atrito ou desequilíbrio muscular). O remédio apenas bloqueia o aviso de dor no seu cérebro, mas não corrige a mecânica do seu ombro.

O grande risco? Sem sentir dor, você continua forçando um tendão que está frágil. É assim que uma simples inflamação evolui silenciosamente para um rompimento do tendão.

A dor é um aviso do seu corpo pedindo correção. Pare de apenas silenciar esse alarme e comece a investigar por que ele está tocando.

Você tem o costume de tomar remédios por conta própria quando a dor aparece?

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