27/08/2026
Nem todo problema ginecológico precisa de cirurgia.
E nem toda paciente que já tentou tratamento clínico está, automaticamente, nesse ponto.
Mas existe um momento em que a pergunta muda. Ela deixa de ser “o que mais eu posso tentar?” e passa a ser “o que realmente faz sentido agora?”.
Quando os sintomas persistem, quando a resposta ao tratamento é limitada ou quando a qualidade de vida já está comprometida, a cirurgia pode entrar como parte da condução.
Essa decisão nunca é baseada em uma fórmula. Ela depende de avaliação individual, histórico clínico, planos reprodutivos e do que aquele quadro está representando na vida da paciente.
Boa indicação cirúrgica não é pressa. É critério.