01/02/2021
Uma frase muito utilizada nos diz que “𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬”... E sim, embora seja um clichê, somos mesmo, ao se tratar de promoção e assistência à saúde , principalmente 𝐞𝐦 𝐨𝐛𝐬𝐭𝐞𝐭𝐫í𝐜𝐢𝐚, 𝐨 𝐜𝐮𝐢𝐝𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫 𝐬𝐞𝐫 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨. 👩🏻⚕️ 👨🏻⚕️ 🧑🏻⚕️🧑🏼⚕️👨🏾⚕️👩🏼⚕️
A assistência obstétrica no nosso país 🇧🇷, embora em fase de transição, ainda segue um modelo tecnocrático e mantém o profissional médico no topo da pirâmide, isto se deve a fatores históricos, desde a institucionalização do parto e nascimento, quando este processo passou a ser tratado como um evento patológico, como também ao modelo de aprendizagem vigente, que não se baseia em um ensino multiprofissional e interdisciplinar, profissionais que trabalharão juntos, não tem contato durante suas formações.
ℹ️ Abaixo segue o trecho de uma publicação do 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐁𝐨𝐚𝐬 𝐏𝐫á𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐒𝐚ú𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐌𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫, 𝐂𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚 𝐞 𝐀𝐝𝐨𝐥𝐞𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde(MS):
“ 𝘚𝘦 𝘰𝘴 𝘮é𝘥𝘪𝘤𝘰𝘴 𝘴ã𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘢𝘭𝘪𝘴𝘵𝘢𝘴 𝘦𝘮 𝘱𝘢𝘵𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢𝘴 𝘦 𝘢𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴, 𝘢𝘴 𝘦𝘯𝘧𝘦𝘳𝘮𝘦𝘪𝘳𝘢𝘴 𝘰𝘣𝘴𝘵é𝘵𝘳𝘪𝘤𝘢𝘴 𝘦 𝘰𝘣𝘴𝘵𝘦𝘵𝘳𝘪𝘻𝘦𝘴 𝘴ã𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘢𝘭𝘪𝘴𝘵𝘢𝘴 𝘦𝘮 𝘯𝘰𝘳𝘮𝘢𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦. 𝘚ã𝘰 𝘢𝘴 𝘥𝘪𝘧𝘦𝘳𝘦𝘯ç𝘢𝘴 𝘥𝘦 𝘯𝘢𝘵𝘶𝘳𝘦𝘻𝘢 𝘵é𝘤𝘯𝘪𝘤𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘢𝘳𝘢𝘤𝘵𝘦𝘳𝘪𝘻𝘢𝘮 𝘰 𝘵𝘳𝘢𝘣𝘢𝘭𝘩𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘥𝘰, 𝘦 𝘲𝘶𝘦 𝘴ã𝘰 𝘱𝘳ó𝘱𝘳𝘪𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘪𝘴𝘴ã𝘰 𝘦 𝘯𝘦𝘤𝘦𝘴𝘴á𝘳𝘪𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘰 𝘵𝘳𝘢𝘣𝘢𝘭𝘩𝘰 𝘦𝘮 𝘦𝘲𝘶𝘪𝘱𝘦. 𝘈 𝘢𝘶𝘵𝘰𝘯𝘰𝘮𝘪𝘢 𝘯𝘢 𝘦𝘯𝘧𝘦𝘳𝘮𝘢𝘨𝘦𝘮 𝘴𝘪𝘨𝘯𝘪𝘧𝘪𝘤𝘢 𝘢 𝘱𝘳á𝘵𝘪𝘤𝘢 𝘥𝘦 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘪𝘴𝘴𝘪𝘰𝘯𝘢𝘪𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘷ã𝘰 𝘶𝘵𝘪𝘭𝘪𝘻𝘢𝘳 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘤𝘰𝘯𝘩𝘦𝘤𝘪𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰𝘴, 𝘩𝘢𝘣𝘪𝘭𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴 𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘦𝘵ê𝘯𝘤𝘪𝘢𝘴 𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘮𝘢𝘯𝘦𝘪𝘳𝘢 𝘷ã𝘰 𝘵𝘰𝘮𝘢𝘳 𝘥𝘦𝘤𝘪𝘴õ𝘦𝘴 𝘯𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘦𝘴𝘱𝘢ç𝘰 𝘥𝘦 𝘢𝘵𝘶𝘢çã𝘰. 𝘊𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘪𝘴𝘴𝘪𝘰𝘯𝘢𝘭 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘱𝘦𝘭𝘢 𝘴𝘶𝘢 𝘢𝘵𝘶𝘢çã𝘰.
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