04/01/2015
A intoxicação subclínica por metais tóxicos é pouco divulgada e conhecida pela população.
Esses metais quando acometem o organismo de forma crônica levam tempo até apresentarem os sintomas.
Quando a pessoa apresentar sintomas vagos que não se enquadrem dentro de uma patologia específica é necessário investigar a possibilidade de uma intoxicação por metais tóxicos, sobre tudo se existirem fatores ambientais presentes.
Por isso em distúrbios do sistema nervoso central com alterações cognitivas (memória), na demência e em polineuropatias do sistema nervoso periférico devem ter investigados os metais tóxicos principalmente o alumínio, o chumbo e o mercúrio que possuem grande afinidade com o sistema nervoso.
Alumínio – encontrado em aerossóis de perfumes, desodorantes e inseticidas, antiácidos, água gaseificada, fermento em pó.
Chumbo - encontrado em tintas, tinturas e produtos cosméticos para o cabelo, pesticidas, lápis, fertilizantes, cerâmicas, ar poluído.
Mercúrio – encontrado em matérias primas para fabricar termômetros, em luzes fluorescentes, em peixes de águas contaminadas, produtos de petróleo, fungicidas, tinturas para os cabelos.
Berílio - exposição a produtos industriais, mineração, usinagem de metais, chás.
Cádmio- encontrado no cigarro, em baterias de cádmio, água não potável, chás, farinha de osso, crustáceos de águas contaminada. O zinco, o cobre e o cádmio compartilham características físico-químicas e competem entre si nos sítios de absorção intestinal.
Níquel - exposição a produtos industriais, joalherias, óleos hidrogenados,cosméticos, cerâmica, soldagem.
Arsênico - Queima de carvão, pesticidas, herbicidas, fundição de metais, manufatura de vidros, espelhos, inseticidas.