Dr. Emerson Faria - Fisioterapia Especializada

Dr. Emerson Faria - Fisioterapia Especializada Fisioterapia no tratamento da coluna vertebral, fisioterapia quiropraxica e fisioterapia traumato or

14/09/2026

Por que a lombar começa a doer justamente quando você para?

Nem sempre o problema é o sofá ou uma “postura errada”.

Depois de horas trabalhando, sentado, em pé, andando ou dirigindo, seu corpo acumula carga. E quando você finalmente para, pode perceber uma dor que já estava sendo construída ao longo do dia.

Por isso, muitas vezes, a solução não é encontrar a posição perfeita, mas aprender a variar posições e se movimentar mais durante o dia.

Sua coluna não precisa de perfeição.
Ela precisa de movimento.

Isso acontece com você? Comenta aqui.

“Passo o dia todo bem, mas no final do dia a dor aparece.”Isso é mais comum do que parece.Ao longo do dia, nosso corpo a...
13/09/2026

“Passo o dia todo bem, mas no final do dia a dor aparece.”

Isso é mais comum do que parece.

Ao longo do dia, nosso corpo acumula carga, esforço e tempo em determinadas posições. Em algumas pessoas, a dor aparece justamente quando essa demanda se acumula.

Mas isso não signif**a que exista necessariamente uma “lesão piorando” ao longo do dia.

O mais importante é entender quando a dor aparece, o que aumenta ou diminui os sintomas e como seu corpo está respondendo às atividades.

Dor no final do dia também merece ser investigada.

Você sente isso? Conta aqui nos comentários.👇🏻

11/09/2026

Quando alguém diz que não aguenta mais, a gente precisa ouvir.

A dor crônica pode ser muito mais do que uma sensação física.

Quando ela persiste por meses ou anos, pode interferir no sono, no trabalho, nos relacionamentos, na autonomia e na qualidade de vida.

E sabemos que pessoas que vivem com dor apresentam maior risco de pensamentos e comportamentos suicidas. Isso não signif**a que toda pessoa com dor crônica terá pensamentos suicidas, mas signif**a que esse sofrimento precisa ser levado a sério.

Por isso, quando alguém diz:

“Eu não aguento mais.”
“Não vejo mais saída.”
“Seria melhor não estar aqui.”

não é hora de minimizar.

Não é hora de dizer simplesmente “pense positivo” ou “seja forte”.

É hora de escutar, permanecer perto e ajudar essa pessoa a buscar atendimento.

Tratar a dor também é cuidar da pessoa que existe por trás dela.

E se esse assunto diz respeito a você neste momento, não fique sozinho com isso. Converse hoje com alguém de confiança e procure ajuda profissional.

No Brasil, o CVV atende gratuitamente pelo 188, 24 horas por dia, oferecendo apoio emocional com sigilo e anonimato.

Se houver risco imediato de você se machucar ou de tirar a própria vida, procure um serviço de emergência ou peça para alguém f**ar com você e ajudá-lo a chegar a um atendimento.

Você não precisa enfrentar isso sozinho.

E se você conhece alguém que está vivendo uma dor que parece insuportável, talvez compartilhar este vídeo seja uma forma de dizer:

“Eu estou aqui. Vamos procurar ajuda juntos.”

09/09/2026

“Você não está exagerando.”

Talvez essa seja uma das coisas mais importantes que uma pessoa com dor crônica possa ouvir.

Porque quem olha de fora nem sempre consegue enxergar o que está acontecendo.

Não vê a noite mal dormida.
Não vê o esforço para trabalhar.
Não vê as coisas que você deixou de fazer.
Não vê o medo de piorar.
Não vê o quanto aquela dor começou a ocupar espaço na sua vida.

E quando alguém diz “mas você nem parece estar com dor”, pode ser ainda mais difícil.

A dor é uma experiência real e complexa. Ela envolve aspectos físicos, emocionais e sociais, e esses fatores podem influenciar uns aos outros. (IASP)

Isso não signif**a que a dor seja “psicológica”.

Signif**a que tratar uma pessoa com dor crônica exige olhar além do local onde dói.

E sofrimento emocional não é fraqueza. É algo que também merece ser reconhecido e cuidado.

Se a dor está interferindo no seu sono, no seu trabalho, nos seus relacionamentos ou nas coisas que você ama fazer, isso importa.

Você não precisa provar que está sofrendo para merecer cuidado.

Você não está exagerando.

E, se este vídeo fez sentido para você, compartilhe com alguém que talvez esteja precisando ouvir exatamente isso hoje.

07/09/2026

A dor crônica não f**a apenas no lugar que dói.

Ela pode começar na coluna, no joelho, no ombro. Mas, com o tempo, pode afetar o sono, o trabalho, os relacionamentos, o humor, os momentos de lazer e até a vontade de fazer coisas que antes eram normais.

E isso não signif**a que a dor seja “psicológica”.

Signif**a que dor é uma experiência complexa, influenciada por fatores físicos, emocionais e sociais. Por isso, quanto mais persistente é a dor, mais importante se torna olhar para a pessoa como um todo.

Tratar dor crônica não deveria ser apenas perguntar:

“Quanto está doendo de 0 a 10?”

Também precisamos perguntar:

“O que essa dor está impedindo você de fazer?”

Porque recuperar alguém com dor não é simplesmente diminuir um número.

É ajudar essa pessoa a voltar a dormir melhor, se movimentar, trabalhar, sair, praticar o que gosta e recuperar a confiança no próprio corpo.

E se você vive com dor crônica, saiba que o que você sente é real e merece ser levado a sério.

Salve este vídeo e envie para alguém que precisa ouvir isso hoje.

04/09/2026

Qual é o melhor exercício para dor lombar?

A resposta pode parecer frustrante, mas é importante: não existe um único exercício que seja o melhor para todo mundo.

O exercício que funciona para você depende de vários fatores: seus sintomas, sua capacidade física, seus movimentos, suas limitações e, principalmente, de como seu corpo responde ao exercício.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS)⁠ recomenda exercícios estruturados para a dor lombar, mas não aponta uma modalidade específ**a como superior às outras. A orientação é considerar as características e preferências de cada pessoa.

Por isso, não procure “o exercício para acabar com a dor lombar”.

Procure entender qual exercício faz sentido para você.

E mais importante: o objetivo não é apenas diminuir a dor. É recuperar movimento, força, confiança e capacidade para fazer aquilo que você precisa no dia a dia.

Salve este Reel para lembrar disso quando alguém disser que existe um exercício milagroso para a lombar.

02/09/2026

Se a terapia manual alivia sua dor lombar, por que ela volta?

Porque aliviar a dor não é necessariamente o mesmo que resolver todos os fatores que contribuem para ela.

A terapia manual pode ser útil para reduzir sintomas e melhorar o movimento em determinados pacientes. Mas, principalmente nos quadros persistentes, dificilmente uma única intervenção deve ser o tratamento inteiro.

A dor lombar é influenciada por vários fatores, e por isso o tratamento precisa considerar movimento, capacidade física, exposição às atividades, sono, fatores psicossociais e a forma como a pessoa lida com os sintomas.

É por isso que eu gosto de pensar assim:

A terapia manual pode ajudar a diminuir a dor.
O exercício e a recuperação da capacidade ajudam você a voltar a fazer o que precisa.

Se você precisa voltar ao terapeuta toda vez que a lombar dói, talvez esteja na hora de mudar a pergunta:

“O que posso fazer para minha coluna depender cada vez menos de uma intervenção?”

O objetivo não deveria ser apenas fazer a dor desaparecer hoje.
É ajudar você a recuperar confiança, movimento e capacidade para lidar melhor com o seu dia a dia. 🧘🏻‍♂️✌🏻😉

31/08/2026

“Estalar o pescoço pode causar um AVC?”

Essa é uma pergunta que merece uma resposta séria, sem alarmismo e sem minimizar o risco.

O ponto principal é a dissecção das artérias cervicais, especialmente da artéria vertebral. Ela pode acontecer espontaneamente ou após algum trauma ou movimento do pescoço e, em alguns casos, pode levar à formação de um coágulo e consequentemente a um AVC.

Mas existe uma diferença importante entre dizer que há uma associação e afirmar que “estalar o pescoço causa AVC”.

A relação causal entre manipulação cervical e dissecção arterial ainda não está completamente estabelecida. A própria American Heart Association destaca essa incerteza, embora recomende que o possível risco seja considerado e discutido antes de uma manipulação cervical.

Por isso, eu não sou a favor de banalizar a manipulação cervical.

Antes de qualquer técnica, é preciso avaliar o paciente, entender os sintomas, considerar possíveis sinais de alerta e discutir riscos e benefícios.

“Tenho medo da quiropraxia. Ouvi falar que ela pode machucar.”Essa preocupação não deve ser simplesmente ignorada. Mas t...
30/08/2026

“Tenho medo da quiropraxia. Ouvi falar que ela pode machucar.”

Essa preocupação não deve ser simplesmente ignorada. Mas também não é correto dizer que a quiropraxia ou a manipulação da coluna é, por si só, perigosa.

As evidências mostram que efeitos adversos leves e transitórios podem acontecer após manipulações, enquanto eventos graves são raros e difíceis de quantif**ar com precisão. Estudos clínicos não demonstram aumento claro de eventos adversos leves ou moderados com manipulação cervical quando comparada a outras intervenções, mas esses estudos não têm capacidade suficiente para avaliar eventos graves que são muito raros.

Por isso, a pergunta mais importante não deveria ser:

“Quiropraxia faz mal?”

Mas sim:

“Essa técnica é adequada para este paciente, neste momento, e está sendo realizada com uma avaliação e uma indicação bem fundamentadas?”

Manipulação não deve ser uma demonstração de força nem uma técnica aplicada de maneira automática.

Avaliar primeiro. Indicar quando fizer sentido. Explicar riscos e benefícios. E respeitar os limites do paciente.

É assim que uma abordagem manual deve ser feita.

Seu pé é plano? Pronado? Supinado? Cavo?Isso, sozinho, não diz se você precisa de uma palmilha.Ao longo deste carrossel,...
29/08/2026

Seu pé é plano? Pronado? Supinado? Cavo?

Isso, sozinho, não diz se você precisa de uma palmilha.

Ao longo deste carrossel, mostro algo que considero fundamental: formato do pé não é diagnóstico e também não é indicação automática de tratamento.

Um pé plano pode ser totalmente assintomático. Um pé supinado também. O que realmente importa é entender como esse pé se comporta durante o movimento, como distribui as cargas e se existe relação entre essas características e os sintomas.

E é aí que entra a avaliação biomecânica.

A palmilha pode fazer sentido em alguns casos, mas não porque alguém simplesmente “tem pé chato” ou “pisa torto”. Ela deve ter uma razão dentro de uma estratégia de tratamento.

Nem todo pé precisa de palmilha.
Mas todo pé merece ser bem avaliado.

Salve este carrossel para lembrar disso antes de comprar uma palmilha por indicação genérica.

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