08/06/2026
A neuroplasticidade, a capacidade do sistema
nervoso central de reorganizar suas conexões diante de novos
estímulos, permanece ativa mesmo em cérebros senescentes ou com patologias neurodegenerativas instaladas. O grande erro do senso comum é focar na reabilitação apenas quando o declínio cognitivo se torna severo e evidente.
A ausência de estímulos adequados acelera de forma drástica a perda de sinapses, comprometendo domínios vitais como a
memória de trabalho, a atenção executiva e a fluência verbal.
Quando a Dra. Paloma prescreve e orienta a estimulação cognitiva, o foco clínico é a construção e manutenção de uma “reserva cognitiva”.
Não estamos falando de passatempos genéricos, mas de
intervenções intencionais que protegem a autonomia e a
independência funcional. Estimular a mente é criar um escudo para que a essência, as preferências e a identidade do idoso não sejam apagadas pelo tempo.
Afinal, aqui o cuidado nasce do amor e o amor é Ágape