01/06/2026
O Luan sempre foi “o gordinho da turma.”
Desde criança. Na escola, no bairro, no espelho.
Quando ele chegou até mim, já carregava anos de obesidade no corpo — e no olhar. Mas carregava também algo que a maioria esquece de medir: determinação.
Ele já lutava judô. Já se movia. Mas o corpo inflamado, a resistência metabólica, o peso que não cedia — tudo isso estava travando o que ele tinha de melhor.
Foi aí que a ciência entrou.
Tratei a obesidade dele como o que ela é: uma doença crônica, biológica, com base genética e metabólica — não falta de força de vontade.
Baseado nas mesmas evidências que hoje sustentam o tratamento de obesidade em adolescentes — incluindo o estudo STEP TEENS, publicado no New England Journal of Medicine, que mostrou redução de até 16% do IMC em jovens com protocolo científico —, montamos uma estratégia personalizada para ele.
O resultado?
🥋 Menos inflamação.
💪 Mais força e composição muscular.
⚖️ Peso sob controle.
🏆 Campeão de judô pela cidade de Praia Grande.
Eu sei exatamente o que o Luan sentiu.
Porque eu também fui aquele menino.
Fui o adolescente gordinho. Cheguei aos 170kg na vida adulta antes de entender que o meu problema nunca foi falta de disciplina — foi uma doença não tratada.
Por isso eu trato adolescentes com obesidade com tanto cuidado. Porque eu sei o que está em jogo além do peso: a autoestima, a identidade, o futuro.
Pai. Mãe.
Se o seu filho é chamado de gordinho. Se ele já tentou de tudo. Se você sente que algo está errado mas não sabe por onde começar —
Isso tem solução. E tem ciência por trás.
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Obesidade na infância não é fase. É doença. E tem tratamento.
📚 Weghuber et al., NEJM 2022 — STEP TEENS: Once-Weekly Semaglutide in Adolescents with Obesity