Adriana Leão Nutricionista

Adriana Leão Nutricionista Nutrição comportamental, Terapias Integrativas e Programas de Gerenciamento de Peso. Atendimentos

Você aprendeu a tratar sintomas como inimigos a serem eliminados, de preferência com remédios de efeito rápido. Mas você...
09/06/2026

Você aprendeu a tratar sintomas como inimigos a serem eliminados, de preferência com remédios de efeito rápido.

Mas você já se perguntou: e, se o sintoma estiver tentando chamar sua atenção para alguma história? Ou olhar para um lugar que você evita?

Não estou dizendo com isso que o sofrimento que você vive deva ser relativizado. Estou dizendo que, muitas vezes, ele carrega uma mensagem. E, ela precisa ser ouvida.

A mulher que come sem estar com fome pode estar tentando alimentar algo que nunca encontrou espaço dentro dela.

A mulher exausta pode estar sustentando responsabilidades que já não cabem mais em sua vida.

A mulher que vive em guerra com o próprio corpo talvez esteja reproduzindo uma exigência antiga que aprendeu a chamar de amor.

Quando olhamos apenas para o comportamento, perdemos a história. E quando perdemos a história, acabamos lutando contra os sinais sem compreender aquilo que os produz.

Talvez seja por isso que tantas tentativas de mudança parecem funcionar por um tempo e depois desaparecem. O sintoma muda de roupa mas a história continua a mesma.

Qual sintoma da sua vida você tem tentado controlar sem compreender?

👉🏽 Vem conversar comigo e vamos descobrir isso juntas. Link na Bio

05/06/2026

Todo mundo já ouviu a história das crianças perdidas na floresta que encontram uma casa feita de doces. Comeram tanto que adormeceram.

Acontece que essa história não é sobre doces.

Os contos, os mitos, as fábulas são histórias que dialogam com o inconsciente coletivo há muito tempo. E, com elas, podemos aprender muito sobre nós mesmas.


03/06/2026

Mounjaro reduz a fome de comida mas …
E as outras fomes?
E as outras bocas?


terapiaonline

01/06/2026
Catei e postei!  Curadoria das reflexões que o insta me mostrou essa semana.
29/05/2026

Catei e postei!
Curadoria das reflexões que o insta me mostrou essa semana.

Não por individualismo de forma pejorativa. Mas como um grito de existência, uma forma de evitar ser engolida pelo própr...
28/05/2026

Não por individualismo de forma pejorativa. Mas como um grito de existência, uma forma de evitar ser engolida pelo próprio contexto.

Manter a própria individualidade é o que vai te manter ancorada nos seus valores pessoais. É preservar a sua bússola interior funcionando, ainda que entre solavancos.

A consistência em se manter fiel a si mesma não significa continuar a qualquer custo ou agir de forma inflexível. Na verdade, isso pode acabar te quebrando internamente.

A continuidade de se manter firme nos próprios valores nasce da conversa entre os desafios do contexto e a sua presença consciente nas próprias escolhas. Às vezes, esses desafios são densos e acabam encurralando possibilidades e caminhos.

Mas é justamente nesses momentos, em que você precisa optar entre agir de uma forma ou de outra, que a sua bússola interior aparece com mais força.

E, ainda que o resultado não seja o melhor possível — aquele que te deixaria plenamente feliz —, se ele estiver verdadeiramente ligado aos seus valores pessoais, por incrível que pareça, vai doer um pouco menos.

Ou talvez eu possa dizer de uma forma melhor: você vai conseguir se reequilibrar mais rápido.

Isso não significa que a dor de permanecer fiel aos seus valores e, ainda assim, atravessar desafios difíceis vá desaparecer.

É justamente o equilíbrio consciente entre tudo isso, somado à sua autoconsciência, que torna menos difícil seguir em frente e continuar.

💚 Hoje, para você, está mais fácil se manter fiel aos seus valores pessoais? Ou tem sido mais difícil conciliar os desafios da vida com aquilo em que acredita?
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A maternidade é uma das possibilidades da vivência feminina adulta, mas ela não é o que determina se você é — ou não — u...
25/05/2026

A maternidade é uma das possibilidades da vivência feminina adulta, mas ela não é o que determina se você é — ou não — uma mulher de verdade.

A pressão social sobre a escolha da maternidade como parte ativa da vida de uma mulher costuma aparecer por volta dos vinte e poucos anos

Geralmente, ela vem apoiada na ideia de que, para ter uma vida completa, é necessário ter filhos.

Quem opta por esse caminho tem todo o direito de se sentir feliz com ele.
Da mesma forma, quem opta por não ter filhos também pode estar feliz com a sua escolha.

Mas, dentro dos padrões da sociedade, ainda que exista liberdade de escolha e aceitação familiar quanto a isso, ainda assim encontrará essa cobrança em algum momento da sua vida.

Nem que ela venha em forma de anúncios sobre congelamento de óvulos. Porque, sim, talvez lá na frente você mude de ideia.

Porém, até esse momento chegar, qual a necessidade real de pensar nisso? Ou de ceder à pressão externa para transformar isso em uma nova meta de vida?

Aqui, o lema “meu corpo, minhas regras” deveria ser o único com verdadeiro poder sobre a vida feminina. Mas, muitas vezes, o que encontramos é justamente o oposto.

Surge então o questionamento interno: “Será que é isso mesmo que eu quero?” Ou o medo de não estar fazendo “a escolha certa”.

Se você já pensou assim, eu complemento: a escolha certa para você é aquela que faz sentido para o seu projeto de vida. Para o que deseja viver agora e também no futuro.

💚 Para ser feliz, a mulher — você — precisa se sentir plena consigo mesma: com suas escolhas, seu autoconhecimento, sua essência e seus valores pessoais.

Não é cedendo a uma imposição social, construída por meio de medo, tabus e preconceitos, que você encontrará felicidade.

Você já se sentiu pressionada a escolher a maternidade? O que fez nessa situação?

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Catei e postei. Um pouco do que achei por aqui esses dias.
22/05/2026

Catei e postei.

Um pouco do que achei por aqui esses dias.

A mulher competente, responsável, que dá conta de tudo geralmente é uma mulher que está sempre deixando tudo acima de si...
21/05/2026

A mulher competente, responsável, que dá conta de tudo geralmente é uma mulher que está sempre deixando tudo acima de si mesma na lista de prioridades.
Pode ser por causa dos filhos, quando se é mãe.
Pode ser pela falta de rede de apoio, quando se é cuidadora de alguém.
Pode ser por não ter uma parceria com quem dividir os ônus e bônus do cotidiano.
Seja qual for o motivo, a mulher sobrecarregada de responsabilidades costuma se deixar por último, no fim da fila.
O que ela faz para se reencontrar ou — pelo menos — acalentar as próprias dores e o cansaço é utilizar ferramentas paliativas: uma comida gostosa, compras de itens que a preenchem naquele momento, coisas que ela pode usar rapidamente para suprir o peso gritante da falta ou ausência de algo — ou alguém.
Eu não estou dizendo que isso é errado.
Mas convido você a pensar: até onde isso funciona?
Será que esse é mesmo o melhor caminho para acalentar a dor e te ajudar a se reencontrar?
Já pensou em substituir isso, aos poucos, por hábitos ou ações que você adorava fazer na época em que tinha mais tempo ou com quem contar?
Uma atividade. Um hobby. Uma série.
Aquilo em que você se sentia completa, plena.
Você sabe do que eu estou falando. Aquela atividade que, ao vivenciá-la, faz você pensar: “isso é muito eu”, “que saudade que eu estava de poder fazer isso e ser assim”.
Se você puder revisitar esses lugares em que reconhecia a sua conexão consigo mesma, pode ter certeza: esse é o caminho para se reencontrar.
Toda mulher que (re)encontra o caminho para sua conexão consigo mesma é uma grande gostosa. Porque vive — nem que seja naquele momento — toda a potência do seu ser.
☕💚 Deixo aqui meu carinhoso chamado: se, depois do que você leu, sentiu que é essa mulher que precisa de reconexão consigo mesma, marque uma Sessão Cafezinho comigo.
Ela é gratuita e, por si só, já pode ser uma forma de reconstruir essa ponte com o seu verdadeiro eu. (Sim, voltar a ser uma grande gostosa!)

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18/05/2026

Quais partes de si você deixou pra trás?
O que é esse deserto onde você se perdeu de si?
Quando você terá coragem de ir em busca de si mesma??
Se você sente que chegou a hora de responder essas perguntas e se olhar com mais profundidade, o caminho começa aqui.

Endereço

Rua Ribeiro De Brito
Recife, PE
51021-310

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