Psicóloga Marina Nigro

Psicóloga Marina Nigro Trabalho com crianças e adolescentes com em foque na abordagem Terapia Cognitivo Comportamental.

11/06/2026

A ausência de um pai (seja por abandono físico, emocional ou falecimento) não afeta apenas a infância. Sob a ótica da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o trauma não está apenas no fato em si, mas na forma como a mente interpreta essa falta, gerando padrões que ecoam na vida adulta.

Veja como a TCC explica esse ciclo:

👉 As Crenças Centrais: Para dar sentido à ausência, a criança costuma assumir a culpa. Surgem verdades rígidas como “Eu não tenho valor”, “Não sou digno de amor” ou “As pessoas sempre vão embora”.

👉 As Lentes Distorcidas: Na vida adulta, essas crenças viram filtros. Qualquer sinal de distanciamento de um parceiro ou amigo é interpretado de forma catastróf**a: “O problema sou eu, logo serei abandonado de novo”.

👉 Os Comportamentos de Defesa: Para se proteger da dor, o indivíduo adota regras rígidas. Ou se torna extremamente autossuficiente (“Não preciso de ninguém, assim ninguém me rejeita”), ou cai na hipervigilância (“Preciso ser perfeito para o outro não me deixar”).

Como a TCC ajuda a quebrar esse ciclo? O foco da terapia não é mudar o passado, mas sim transformar o impacto dele no presente. Através da reestruturação cognitiva, o paciente aprende a separar as escolhas e limitações do pai ausente do seu próprio valor real, construindo relacionamentos baseados na segurança, e não no medo do abandono.

A ausência do outro não define quem você é. Desconstruir esses padrões é o primeiro passo para assumir o controle da sua própria história. 🌟

Gostou do conteúdo? Salve para ler mais tarde e compartilhe com alguém que precisa entender essa dinâmica.

08/06/2026

“Ah, mas briga de irmão é normal, eles se resolvem!” Quem nunca ouviu essa frase?

É verdade que desentendimentos, disputas por brinquedos e ciúmes fazem parte do desenvolvimento infantil. Através desses pequenos conflitos, as crianças aprendem a negociar, a frustrar-se e a conviver. Mas existe uma linha crucial que separa o conflito saudável do bullying familiar.

Quando as provocações deixam de ser esporádicas e passam a ser uma dinâmica constante de humilhação, exclusão, agressão física ou psicológica direcionada sempre ao mesmo irmão, o cenário muda de figura. O que era para ser um desentendimento vira violência.

Diferente do bullying que acontece na escola, do qual a criança pode fugir ao voltar para casa, o bullying entre irmãos acontece no lugar onde ela deveria se sentir mais protegida.

👉 Atenção aos sinais: se um dos seus filhos chora excessivamente, demonstra medo do irmão, se isola ou apresenta mudanças bruscas de comportamento, é hora de intervir. Não para buscar culpados, mas para estabelecer limites firmes, acolher a dor de quem foi ferido e entender o que a criança que agride está tentando comunicar através da raiva.

02/06/2026

Comer deve ser uma das coisas mais naturais da vida, mas, sem querer, a gente acaba transformando o prato em um tabuleiro de xadrez emocional.

👉 Se a criança chora, ganha um pirulito para acalmar.

👉 Se “raspa o prato”, o “prêmio” é o chocolate.

👉 Se faz birra, f**a sem o doce.

Aos poucos, sem notar, a gente ensina que o vegetal é o “castigo” e o açúcar é o “troféu”.

A regra de ouro é simples: Os pais decidem o que, quando e onde servir. A criança decide se vai comer e a quantidade.

Tirar o peso da recompensa e da punição limpa o horizonte. Comer vira nutrir o corpo, descobrir texturas, dar risada na mesa e saborear o momento. Sem culpa, sem barganha.

Afinal, a comida não precisa ser um superpoder nem um monstro. Pode ser só comida.

✨ Compartilhe com alguém que também precisa lembrar disso.

29/05/2026

A infância não é um tempo que passou, mas o chão que sustentará todos os passos seguintes.

Tudo o que fomos, sentimos e descobrimos naqueles primeiros anos f**a tatuado na alma. O tempo corre, o corpo cresce, mas os olhos com que descobrimos o mundo pela primeira vez continuam brilhando por dentro.

Somos o eco eterno dos nossos primeiros anos.

Por isso, é tão importante cuidar da infância! 💜✨

28/05/2026

Adolescentes não procuram juízes, procuram aliados.

Quando um jovem enfrenta desafios, a resposta automática dos adultos costuma ser o conselho pronto. No entanto, o caminho mais curto para gerar conexão real não está na autoridade rígida, mas na empatia.

A autorrevelação, técnica da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mostra que compartilhar vivências e sentimentos reais da própria adolescência humaniza a figura dos pais.

👉 Compartilhe esse vídeo com pais e mães de adolescentes que precisam desse conselho!

21/05/2026

Será que a busca pelo “tratamento estritamente igual” é sempre o caminho mais saudável para o desenvolvimento emocional dos filhos?

No vídeo de hoje, o foco é um tema delicado, mas fundamental na clínica familiar: a diferenciação entre irmãos.

É preciso compreender o impacto de duas posturas:
👉 A adaptação saudável: O olhar atento às demandas e linguagens de amor específ**as de cada criança.
👉 A diferenciação prejudicial: Padrões de comportamento que minam a segurança interna, geram ansiedade e disparam conflitos em casa.

O equilíbrio na parentalidade começa pelo reconhecimento dessas diferenças. 💜

18/05/2026

Criança não tem filtro, mas tem uma capacidade imensa de aprender sobre respeito. 🌟

Quando um filho faz um comentário alto sobre o corpo de alguém, o foco não deve ser o constrangimento dos pais, mas sim a oportunidade de ensinar limites e empatia.

A curiosidade infantil é legítima e não vem acompanhada de maldade. Por isso, a repressão severa apenas gera confusão na mente da criança.

A conduta ideal envolve duas etapas:
1️⃣ Prevenção: Alinhamento prévio para que perguntas sobre outras pessoas sejam feitas em particular para os pais.
2️⃣ Reparação: Caso a fala ocorra em público, conduzir um pedido de desculpas focado no sentimento do próximo, ensinando a responsabilidade afetiva desde cedo.

O comportamento infantil se molda com direcionamento claro, e não com silenciamento.

👉 Compartilhe com outros pais e mães que já passaram por uma situação assim!

13/05/2026

Como a raiva se manifesta por aí: como um cachorrinho ou um jacaré? 🐾🐊

Em sessão, utilizamos o lúdico para dar contorno a sentimentos que, muitas vezes, as crianças ainda não sabem nomear. Com a ajuda de um cachorrinho que p**a e um jacaré que morde, exploramos as diferentes faces da raiva.

O processo de psicoeducação permite que a criança identifique:
👉 Sentir: Onde a raiva vibra no corpo?
👉 Pensar: O que a nossa mente diz nessa hora?
👉 Expressar: Como transformamos esse vulcão em comunicação assertiva?

Entender a própria raiva é o primeiro passo para aprender a acalmá-la. ✨💜

10/05/2026

A maternidade não é um ponto final para quem a mulher era, mas sim o início de um capítulo de potência máxima.

Aquela versão anterior, que serviu de alicerce, agora dá lugar a uma estrutura muito mais robusta. Surgem sentimentos inéditos e uma clareza de propósito que transforma o impossível em rotina.

Eu sei disso porque vejo todos os dias a força que uma mãe tem!

É o nascimento de uma mulher que mantém sua essência intacta, mas que agora carrega nos olhos a profundidade de quem conhece a verdadeira entrega.

Essa força renovada não apenas sustenta o lar, ela redireciona carreiras, refina intuições e constrói um legado de autoridade que é, acima de tudo, profundamente humano.

Sou muito grata por atender - também - tantas mães!

Um Feliz Dia para todas vocês! 💜

Endereço

Rua Aluízio De Azevedo
Recife, PE

Telefone

+81981703671

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