Dr. Andre Junqueira

Dr. Andre Junqueira Médico com especialista em Geriatria e Medicina Paliativa e título de Doutor em Clínica Médica p

A neurociência comprovou que, quando estamos verdadeiramente presentes em uma conversa ou olhamos nos olhos de alguém co...
07/09/2026

A neurociência comprovou que, quando estamos verdadeiramente presentes em uma conversa ou olhamos nos olhos de alguém com carinho, nossas ondas cerebrais começam a pulsar em sintonia. Na maturidade, essa conexão humana não é apenas agradável: ela é essencial. Manter relações ativas, conversar de verdade e compartilhar momentos presencialmente estimula a memória, previne o isolamento e protege a saúde do cérebro. Em um mundo onde as telas costumam afastar as pessoas, resgatar o olho no olho é um ato de cuidado com quem amamos e com a nossa própria mente. Com quem você gosta de estar “no mesmo comprimento de onda”? Marque essa pessoa nos comentários ou envie este post para ela!


https://www.medscape.com/viewarticle/how-two-brains-can-quickly-be-same-wavelength-2026a1000spl?ecd=a2a

Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou um dado emocionante e muito atual: amigos e vizinhos estão desempenhand...
05/09/2026

Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou um dado emocionante e muito atual: amigos e vizinhos estão desempenhando um papel cada vez mais ativo no cuidado e suporte a idosos. Com as mudanças das famílias modernas — como filhos morando longe ou pessoas que optaram por não casar —, as amizades assumiram uma função preciosa. Seja levando de carro ao supermercado, trocando uma lâmpada, buscando um remédio ou simplesmente fazendo companhia para um café, esses gestos trazem autonomia, afeto e segurança. Na maturidade, cultivar boas conexões ao nosso redor é uma das formas mais bonitas de cuidar da saúde mental e cognitiva. Ter vizinhos e amigos presentes previne a solidão e renova o sentido de comunidade.

Você tem um vizinho ou amigo que é um verdadeiro “presente dos céus”? Marque essa pessoa aqui nos comentários ou envie este post para agradecer por essa parceria!!



https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2026/08/amigos-e-vizinhos-tambem-ajudam-a-cuidar-de-idosos-mostram-pesquisas-nos-eua.shtml

A meta de 10 mil passos por dia não possui origem científica, tendo surgido no Japão em 1964 como campanha de marketing ...
02/09/2026

A meta de 10 mil passos por dia não possui origem científica, tendo surgido no Japão em 1964 como campanha de marketing para o pedômetro manpo-kei. Uma recente revisão de 57 estudos com mais de 160 mil adultos demonstrou que os benefícios à saúde atingem um ponto máximo em torno de 7.000 passos diários, associando-se a reduções expressivas no risco de mortalidade precoce (47%), doenças cardiovasculares (25%), demência (38%), diabetes tipo 2 (14%), sintomas depressivos (22%) e quedas (28%). A transição da inatividade (2.000 passos) para um nível moderado (4.000 a 7.000 passos) gera o maior ganho relativo de saúde. Além disso, a intensidade do exercício é fundamental, sendo 75 minutos semanais de atividade vigorosa equivalentes a 150 minutos de intensidade moderada. Por fim, destaca-se que a caminhada deve ser complementada com exercícios de fortalecimento muscular (como musculação) no mínimo duas vezes por semana para preservação de massa magra, prevenção de quedas e manutenção da autonomia funcional.

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https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2026/08/voce-realmente-precisa-dar-10-mil-passos-por-dia-meta-surgiu-no-japao-como-slogan-comercial.shtml

No II Fórum de Osteoartrite do Atlântico Sul, da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), reumatologistas brasileiros...
25/08/2026

No II Fórum de Osteoartrite do Atlântico Sul, da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), reumatologistas brasileiros e portugueses debateram o manejo da osteoartrite. Nutracêuticos e suplementos como glucosamina e condroitina podem aliviar sintomas de osteoartrite de joelho, sem alterar a progressão da doença. Insaponificáveis de abacate e soja, colágeno, curcumina e ômega-3 exibem evidências mais limitadas e discretas. Diretrizes internacionais divergem sobre o uso, refletindo heterogeneidade nos estudos. Em Portugal, a regulamentação de suplementos em farmácias gera desafios e confusão sobre eficácia percebida. O papel desses agentes é auxiliar no alívio de sintomas, de forma individualizada, com tempo de teste limitado e reavaliação periódica.


https://portugues.medscape.com/viewarticle/glucosamina-lidera-evidências-entre-nutracêuticos-2026a10006xy?ecd=a2a

Um estudo longitudinal da USP com 805 participantes investiga a associação entre perda auditiva, declínio cognitivo e al...
21/08/2026

Um estudo longitudinal da USP com 805 participantes investiga a associação entre perda auditiva, declínio cognitivo e alterações no equilíbrio. Os resultados parciais indicam que indivíduos com déficit auditivo apresentam deterioração cognitiva mais acelerada. O mecanismo envolve sobrecarga cerebral para interpretação sonora, reorganização cortical e isolamento social decorrente da dificuldade de comunicação. Estima-se que a eliminação da perda auditiva na meia-idade como fator de risco poderia prevenir 7% dos casos de demência. A pesquisa também sugere uma correlação entre perda auditiva (especialmente em altas frequências) e déficits de equilíbrio (13% de falha nos te**es), possivelmente devido à proximidade anatômica e fisiológica entre a cóclea e o sistema vestibular. O uso de aparelhos auditivos (disponíveis via SUS) ajuda a mitigar o isolamento. A prevenção foca na redução da exposição a volumes elevados (>60% da capacidade, com pausas), visando preservar a comunicação, autonomia e qualidade de vida.


https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/25/como-o-cerebro-antecipa-falas-e-por-que-a-perda-auditiva-prejudica-esse-processo.ghtml

O donanemabe completou 1 ano de uso no Brasil, trazendo uma transformação no tratamento do Alzheimer. Diferente dos medi...
18/08/2026

O donanemabe completou 1 ano de uso no Brasil, trazendo uma transformação no tratamento do Alzheimer. Diferente dos medicamentos tradicionais que apenas reduzem sintomas, essa nova classe de anticorpos monoclonais atua diretamente na raiz da doença, limpando as placas de proteína beta-amiloide no cérebro e desacelerando a progressão do declínio cognitivo.
O que aprendemos na prática após este primeiro ano:
1 Diagnóstico precoce é a chave: O tratamento só traz benefícios reais quando indicado nos estágios iniciais (comprometimento cognitivo leve ou demência leve). Diagnosticar cedo deixou de ser um diferencial e passou a ser uma urgência.
2 Critérios rigorosos de seleção: Não é uma medicação para todos os casos. A indicação exige exames específicos, como Biomarcadores e PET-CT, para comprovar a presença da proteína no cérebro.
3 Segurança e monitoramento contínuo: O acompanhamento médico próximo, com exames de imagem periódicos, é indispensável para monitorar e gerenciar possíveis efeitos colaterais.
4 Cuidado integral continua essencial: A medicação é um avanço importante, mas não age sozinha. Ela soma forças ao estilo de vida saudável, estímulo cognitivo e ao suporte multidisciplinar contínuo.

A longevidade com autonomia resulta da modulação sustentada de dez fatores comportamentais e preventivos: 1) Preservação...
15/08/2026

A longevidade com autonomia resulta da modulação sustentada de dez fatores comportamentais e preventivos: 1) Preservação da massa muscular contra a sarcopenia via treinamento resistido e aporte proteico; 2) Imunização atualizada; 3) Cessação do tabagismo; 4) Restrição calórica moderada e alimentação consciente; 5) Manutenção de redes de apoio social e comunitário; 6) Cultivo do otimismo e regulação emocional; 7) Padrão alimentar rico em antioxidantes e nutrientes integrais; 8) Consumo moderado de café rico em polifenóis; 9) Sensação de propósito e engajamento existencial; e 10) Manejo do estresse crônico para mitigar o estado inflamatório sistêmico.



https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/07/30/10-habitos-que-ajudam-a-viver-mais-e-envelhecer-com-qualidade.ghtm

A avaliação da capacidade de condução veicular no idoso independe da validade formal da CNH ou da idade cronológica isol...
12/08/2026

A avaliação da capacidade de condução veicular no idoso independe da validade formal da CNH ou da idade cronológica isolada, pautando-se no desempenho funcional, cognitivo e motor. Set de alterações clínicas demandam reavaliação médica: declínio da acuidade/campo visual, lentificação do tempo de reação, limitação articular/motora, déficits atencionais e executivos, desorientação espacial/amnésia topográfica, condições neurológicas ou cardiovasculares e uso de fármacos depressores do sistema nervoso central. Estratégias de transição podem incluir restrições operacionais temporárias (evitar direção noturna e rodovias) e o uso de tecnologias veiculares. No entanto, diante de perdas graves irreversíveis, o cessamento definitivo da condução é indispensável para a prevenção de desfechos adversos, exigindo abordagem familiar e médica humanizada focada no suporte à mobilidade urbana.


https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/08/02/hora-de-parar-7-sinais-de-que-o-idoso-pode-afetar-a-seguranca-ao-dirigir.htm

07/08/2026

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