Cristina Trovó Nutricionista

Cristina Trovó Nutricionista A Clínica surgiu há 35 anos, como resultado do trabalho da nutricionista Cristina Trovó

A Clínica surgiu há 35 anos, como resultado do trabalho da nutricionista Cristina Trovó em tratamentos de reeducação alimentar e emagrecimento.

18/05/2026

Já ouviu falar da uvaia? Essa frutinha amarelinha, nativa do Brasil, tem conquistado espaço por seus incríveis benefícios nutricionais - e talvez você ainda nem saiba o quanto ela é poderosa.

A uvaia é riquíssima em vitamina C - muito mais do que a laranja - e contém compostos fenólicos e carotenoides com ação antioxidante e anti-inflamatória. Esses compostos ajudam a fortalecer o sistema imunológico, proteger as células contra o envelhecimento precoce e favorecer a saúde da pele.

Além disso, por ter sabor ácido e refrescante, é uma ótima opção para sucos, geleias e molhos. E o melhor: por ser uma fruta nativa, o cultivo da uvaia também favorece a preservação da biodiversidade brasileira.

É a prova de que o Brasil tem superalimentos que o mundo ainda está descobrindo!

E aí, você já experimentou uvaia alguma vez?

15/05/2026

INGREDIENTES:

500g de batata doce

2 dentes de alho

2 colheres de sopa de azeite de oliva

1 colher de chá de curry

Sal e pimenta do reino a gosto



Modo de Preparo:

Pique a batata com casca em cubinhos, tempere com os ingredientes acima. Leve à Air Fryer a 200°C até dourar e ficar macia.

10/05/2026

Cuidar da alimentação da mãe, é cuidar da família toda. Se priorize!

Feliz dia das mães!

27/04/2026

Você já ouviu que carne vermelha “dá câncer”? Pois é… essa é uma das frases mais repetidas - e mais mal interpretadas - da nutrição moderna.

A verdade é que o consumo excessivo de carnes vermelhas e processadas (como salsicha, bacon e presunto) está associado a um maior risco de câncer colorretal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso se deve, principalmente, à presença de compostos como nitritos, aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos, formados durante o processamento ou o preparo em altas temperaturas.

Mas atenção: isso não significa que carne vermelha deve ser eliminada da dieta. Quando consumida de forma moderada, não processada e dentro de uma alimentação rica em vegetais e fibras, ela é uma importante fonte de ferro heme, zinco e vitamina B12.

O problema não é a carne em si, mas a quantidade e o tipo de carne consumida.

E você, sabia dessa diferença entre carne vermelha e processada?

24/04/2026

Ingredientes:

- ⁠- 1 batata asterix
- 1 + ½ xícara de arroz integral cozido
- ⁠2 ovos
- 3 colheres (sopa) de farelo de aveia
- 1 xícara de frango desfiado
- 3 colheres (sopa) de cheiro verde
- 1 colher (chá) de orégano
- ½ xicara de parmesão ralado
- ⁠Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Em uma tigela, amasse a batata cozida, junte o arroz integral cozido, o frango desfiado, o farelo de aveia, o ovo, cheiro verde, pimenta, orégano e o parmesão ralado.

Misture bem até formar uma massa homogênea, modele os bolinhos e coloque-os em uma forma untada com azeite.

Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus por cerca de 20 minutos.

Sirva imediatamente.

20/04/2026

Às vezes você acha que está se alimentando bem, mas pequenas escolhas do dia a dia podem estar sabotando seus resultados.

Vamos falar sobre 3 erros comuns nas dietas, que parecem inofensivos, mas fazem muita diferença:

1️⃣ Não comer todos os grupos alimentares
Restringir demais - cortando carboidratos, gorduras ou frutas, por exemplo - pode causar deficiências nutricionais e desacelerar o metabolismo. O equilíbrio entre proteínas, carboidratos, fibras e gorduras boas é o que mantém o corpo funcionando bem.

2️⃣ Exagerar nas castanhas
Elas são ótimas fontes de gorduras boas e antioxidantes, mas em excesso podem atrapalhar o emagrecimento por serem muito calóricas. Além disso, o consumo exagerado pode sobrecarregar o fígado e o intestino, já que são alimentos de digestão lenta.
A porção ideal costuma ser um punhado pequeno (cerca de 30 g por dia).

3️⃣ Alimentos proteicos ultraprocessados
Bebidas e barrinhas “proteicas”, como alguns iogurtes industrializados, podem conter adoçantes artificiais, espessantes e aditivos químicos que prejudicam o intestino e inflamam o organismo. Sempre vale mais a pena investir em fontes naturais de proteína, como ovos, iogurte natural, leguminosas ou castanhas.

Cuidar da alimentação vai muito além de contar calorias — é sobre qualidade e consciência alimentar.

E você, já cometeu algum desses erros achando que estava no caminho certo?

13/04/2026

Beber água faz bem, isso todo mundo sabe. Mas será que existe um limite para o hábito mais saudável de todos?

Por incrível que pareça, beber água demais pode, sim, fazer mal, mas calma: eu estou falando de uma ingestão extrema e desproporcional.

O que acontece é um quadro chamado Hiponatremia.

Quando você bebe uma quantidade absurda de água em um tempo muito curto, você acaba diluindo o sódio no seu sangue. O sódio é um eletrólito vital para o equilíbrio das nossas células e para o funcionamento do cérebro.

Os sintomas começam com dor de cabeça, confusão mental e náuseas, mas em casos graves, isso pode levar a um edema cerebral.

Mas não precisa entrar em pânico: para uma pessoa saudável chegar nesse nível, ela precisaria beber algo como 7 a 10 litros de água em pouquíssimas horas, superando a capacidade de filtragem dos rins.

Mas o mais comum é beber pouca água, não muita. E isso sim, causa uma séria de problemas a curto, médio e longo prazo.

O segredo, como em quase qualquer coisa, está no equilíbrio. Não é beber água ‘até não aguentar mais’, mas sim respeitar a sua individualidade biológica.

Um cálculo rápido e eficiente é multiplicar 35ml pelo seu peso corporal. Isso garante a hidratação perfeita sem sobrecarregar o seu sistema.

Você é do time que esquece de beber água ou do time que anda com a garrafa de 2 litros pendurada no braço?

Me conta aqui nos comentários seu peso que eu te ajudo a calcular sua meta ideal!

06/04/2026

Você já ouviu falar em prebióticos e probióticos e achou que era tudo a mesma coisa? Apesar do nome parecido, eles têm funções diferentes no nosso organismo - e entender isso faz muita diferença para a saúde intestinal.
Os probióticos são microorganismos vivos, como bactérias benéficas, que quando consumidos em quantidades adequadas ajudam a equilibrar a microbiota intestinal. Eles podem melhorar a digestão, fortalecer a imunidade e até influenciar o humor. Exemplos comuns de alimentos com probióticos são iogurte natural, kefir, coalhada e outros fermentados.
Já os prebióticos não são bactérias. Eles são tipos de fibras que servem de “alimento” para essas bactérias boas do intestino. Ou seja, os prebióticos ajudam os probióticos a sobreviver, crescer e funcionar melhor. Estão presentes em alimentos como alho, cebola, banana, aveia, aspargos e leguminosas.
Um ponto importante é que não adianta focar só em probiótico se a alimentação não oferece prebióticos suficientes. É como tentar povoar um lugar sem oferecer comida para quem mora ali. A combinação dos dois é o que realmente favorece um intestino saudável.
E vale lembrar: nem todo mundo precisa suplementar. Em muitos casos, uma alimentação variada, rica em fibras e com alimentos fermentados já é suficiente para cuidar bem da microbiota.
No fim das contas, saúde intestinal não depende de um produto milagroso, mas de constância, variedade alimentar e escolhas simples feitas todos os dias.

03/04/2026

1. Cerejas e alecrim
2. Mirtilos e manjericão

Coloque os ingredientes em forminhas de gelo, cubra com água e leve para congelar. Sirva com água com gás, água de coco ou o drink da sua preferência!

30/03/2026

A Páscoa chega cheia de significado, encontros em família… e chocolate por todos os lados.
E é justamente aí que muita gente entra naquele pensamento extremo: ou exagera e se culpa depois, ou tenta se controlar tanto que deixa de aproveitar o momento.
Mas dá pra viver a Páscoa de forma equilibrada - sem exageros e sem culpa.
Primeiro ponto importante: chocolate não é veneno. Quando consumido de forma pontual, equilibrada e com estratégia, super dá pra encaixar no seu plano alimentar (um nutricionista pode te ajudar muito nisso).
O que faz diferença é frequência, quantidade e contexto. Comer chocolate pontualmente, em um momento de celebração, não vai anular hábitos construídos ao longo do ano.
Outra estratégia é não chegar com muita fome nesses momentos. Manter refeições equilibradas ao longo do dia ajuda a evitar o consumo automático e exagerado de doces. Quando o corpo está nutrido, a escolha tende a ser mais consciente.
Vale também escolher com intenção. Em vez de beliscar vários chocolates sem perceber, escolha aquele que você realmente gosta, coma devagar, preste atenção no sabor e no prazer daquele momento. Isso ativa os sinais de saciedade e reduz a vontade de repetir sem necessidade.
E, por fim, lembre-se: comida na Páscoa não é só sobre nutrientes - é sobre afeto, memória e convivência.


A culpa não melhora a alimentação. O equilíbrio, sim.
Aproveite, curta, celebre… e depois é só voltar à sua rotina.

23/03/2026

Chocolate saudável existe… ou isso é só marketing?
A resposta é: sim, existem escolhas melhores - mas isso não significa que todo chocolate que alega ser saudável, de fato é. E saber escolher faz toda a diferença!
Antes de tudo, entenda: o chocolate em si, de origem, tem compostos benéficos - os flavonoides do cacau têm ação antioxidante e podem melhorar o fluxo sanguíneo e até a sensibilidade à insulina. Mas esses benefícios se perdem quando o chocolate vira um produto altamente processado.
Então vamos a 3 critérios práticos para escolher melhor no mercado:
1. Quanto maior o percentual de cacau, melhor
Chocolates com 70% de cacau ou mais têm menos açúcar e mais compostos bioativos do cacau.
Isso não faz dele “zero caloria”, mas melhora o perfil nutricional.
2. Menos açúcar é sempre melhor
Quando o rótulo anuncia “chocolate ao leite”, praticamente sempre há mais açúcar e gordura adicionada e menos cacau.
Compare os valores de açúcar entre as versões: menos açúcar significa menor impacto nos picos de glicose e menos vontade de comer de novo.
3. Leia a lista de ingredientes
Os primeiros itens no rótulo dizem tudo:
Cacau ou massa de cacau aparecem no início?
→ melhor!
Açúcar no topo, gordura hidrogenada, aromatizantes e ingredientes suspeitos?
→ sinal de ultraprocessado
Dica extra: chocolate amargo com adição de nozes, castanhas ou nibs de cacau traz mais fibras, gorduras boas e ainda prolonga a sensação de saciedade.
E um ponto importante: “mais saudável” não significa comer à vontade. Mesmo o chocolate 70% é calórico - então a estratégia é pequenas porções conscientes, não compulsão.
Resumindo:
✔️ Prefira maior percentual de cacau
✔️ Menos açúcar
✔️ Ingredientes simples e reconhecíveis
E aí me conta: você prefere chocolate amargo ou ainda é fã do ao leite?

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