Clínica de Diagnóstico e Cuidado Nutricional Andréia Bim

Clínica de Diagnóstico e Cuidado Nutricional Andréia Bim Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Clínica de Diagnóstico e Cuidado Nutricional Andréia Bim, Nutricionista, Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, 1520 sala 1703, Ribeirão Prêto.

A Clínica de Diagnóstico e Cuidado Nutricional é formada por uma equipe de nutricionistas e médicos especializados que oferece tratamento de excelência e diagnóstico nutricional através de tecnologias avançadas. Andréia Bim é formada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, docente do curso de pós-graduação em Nutrição Clínica da USP e é a nutricionista fundadora da Clínica de Diagnóstico e Cuidado Nutricional.

25/05/2026

Você já parou pra pensar que o volume do prato e o valor nutricional dele são coisas completamente diferentes?

Quem usa análogo de GLP-1 sente saciedade mais rápido — e isso muda tudo na hora de montar o prato.
O desafio não é só comer menos. É garantir que o que cabe no prato seja, de fato, nutritivo.

Aqui estão algumas estratégias simples pra aumentar a densidade nutricional sem aumentar o volume da refeição:

☑️ Ovos
Prefira ovos mexidos no lugar de omelete recheado volumoso. Mais proteína, menos espaço no prato.

☑️ Frango
Frango em cubos ou lascas concentradas entrega mais proteína por volume do que quando muito desfiado e solto. Pequeno detalhe, grande diferença.

☑️ Legumes e vegetais
Cozidos ocupam bem menos espaço que crus — e facilitam atingir a meta quando a tolerância ao volume está reduzida.

☑️ Bebidas proteicas
Quer aumentar a proteína sem aumentar muito o líquido? Adicionar leite em pó integral ou whey ao iogurte ou vitamina pode ser uma boa estratégia.

☑️ Frutas
Banana, manga e uva concentram mais calorias e carboidratos em menor volume do que melancia ou melão. Frutas secas sem açúcar adicionado também entram nessa lógica — mas como possibilidade, não como regra pra todo mundo.

Salvar esse post pode te ajudar nas próximas refeições ❤️

23/05/2026

Hoje foi um daqueles dias que f**am.

Ministrei uma aula sobre estratégias nutricionais para emagrecimento e, ao mesmo tempo, celebrei quatro anos da minha clínica. São quatro anos de estrutura própria, mas onze de atendimento clínico. Onze anos escolhendo, todos os dias, essa área que me desafia tanto quanto me sustenta.

Em algum momento durante o evento, me peguei pensando em algo que raramente falo em voz alta: eu tinha 16 anos quando vivia a obesidade no meu próprio corpo. Não tinha a menor ideia do que estava por vir. Jamais imaginaria que um dia estaria do outro lado, estudando essa doença, tratando pessoas que carregam o que eu já carreguei, e tentando fazer isso com seriedade e com cuidado.

A vida tem uma ironia gentil às vezes.

O que mais me tocou hoje foi olhar para a sala e perceber que essas pessoas escolheram estar ali. Num mundo em que o conteúdo sensacionalista alcança muito mais gente do que a ciência, existe algo bonito em quem decide, conscientemente, buscar informação de verdade.

A cada pessoa que esteve presente hoje: obrigada. De verdade.❤️🫶🏻

12/05/2026

Seu corpo não processa os alimentos da mesma forma em todos os horários do dia.

Existe uma área de estudo chamada crononutrição, que vem ganhando cada vez mais atenção, e basicamente ela investiga como o horário das refeições afeta o nosso metabolismo. E os achados são bem interessantes.

Não é que a refeição noturna “engorda mais” porque é noite. A caloria do macarrão que você come ao meio-dia é a mesma do que você come à noite.

O que muda é o impacto metabólico — a resposta glicêmica, a secreção de insulina, o processamento de gordura… tudo isso funciona de forma menos eficiente quando a gente come em horários tardios.

E com o tempo, esse padrão está associado a maior acúmulo de gordura visceral, além de aumento no risco de doenças metabólicas e cardiovasculares.

Por isso a recomendação de concentrar as refeições no período diurno faz tanto sentido fisiologicamente.

Se você quer começar a aplicar isso na prática:

— Faça um café da manhã completo e nutritivo
— Priorize o almoço como a sua maior refeição do dia
— Evite refeições pesadas após as 20h
— Se tiver fome à noite, opte por algo leve e de fácil digestão
— Tente jantar pelo menos 2 a 3 horas antes de dormir
— Reduza gradualmente os lanches noturnos

06/05/2026

Ouvir isso de uma paciente que já perdeu mais de 15% do peso inicial me faz lembrar algo muito importante.

Muitos pacientes convivem por anos com impulsos alimentares intensos, preferência aumentada por alimentos mais palatáveis, dificuldade de saciedade, consumo de grandes volumes de comida e a sensação constante de não conseguir “ter controle”.

E, na maioria das vezes, eles interpretam isso como falha pessoal. Acham que são indisciplinados, sem foco, sem autocontrole. Acabam fazendo um julgamento de si mesmos e ainda reforçando o julgamento externo que já recebem o tempo todo.

Mas, muitas vezes, isso não é um traço de personalidade. É sintoma.

A obesidade é uma doença complexa, com forte influência neurobiológica, hormonal, metabólica e comportamental.

Se você quer observar isso no seu próprio caso, vale refletir:

— Você pensa em comida o tempo todo, mesmo sem fome física?
— Sente dificuldade de parar de comer depois que começa?
— Precisa de grandes volumes de comida para sentir saciedade?
— Sua saciedade demora para chegar?
— Tem desejo frequente por doces, massas ou alimentos muito palatáveis?
— Já viveu episódios de perda de controle alimentar ou compulsão?
— Come para aliviar ansiedade, estresse ou cansaço?
— Sente culpa depois de comer?
— Alterna entre muita restrição e episódios de exagero?
— Sente que “falta força de vontade”, mesmo tentando repetidamente?
— Tem dificuldade de manter constância, mesmo sabendo o que deveria fazer?

Quando a doença é tratada devidamente, os sintomas remitem e o tratamento realmente se torna mais eficiente. O paciente consegue ter mais aderência à própria dieta, mais constância e menos sofrimento no processo.

Os pensamentos repetitivos e ruminantes em relação à comida finalmente se silenciam. E isso traz paz.

Ele percebe que finalmente consegue fazer escolhas com menos culpa, menos sofrimento e mais autonomia.

Se esse conteúdo te trouxe uma nova perspectiva sobre essa doença ou sobre a forma de entendê-la, salve este post e compartilhe com alguém que precisa ler isso.

28/04/2026

Você sabe como reverter a resistência à insulina?

Reduzir açúcares simples e melhorar a qualidade da alimentação faz sentido, mas o principal ponto está no contexto total da dieta: déficit calórico, redução de gordura corporal, menor inflamação e melhora da sensibilidade à insulina.

Além disso, a atividade física tem um papel fundamental nesse processo, estimulando vias metabólicas como a AMPK e favorecendo a captação de glicose pelo músculo, inclusive com melhor sinalização do GLUT4.

O tratamento precisa ser baseado em estratégia, constância e individualização. Dieta e atividade física são fundamentais, mas em alguns casos também pode ser necessário o uso de medicação, sempre com avaliação e acompanhamento médico.

Deixei uma referência importante sobre o tema abaixo para quem quiser se aprofundar. 👇🏻

24/04/2026

Não existe pódium na vida saudável, tá?

23/04/2026

Nem toda prescrição nutricional precisa ser “perfeita” — ela precisa ser possível.

Antes de julgar uma conduta, é essencial lembrar: você não estava na consulta. Não sabe a história, os hábitos, as dificuldades e nem os objetivos daquele paciente.

Reduzir excessos, melhorar escolhas e manter a adesão já é progresso — e, muitas vezes, é exatamente isso que vai trazer resultado no longo prazo.

Entre o ideal e o real, a gente trabalha com o que o paciente consegue sustentar. E isso também é fazer certo.

13/04/2026

Existe hoje uma supervalorização da proteína no processo de emagrecimento, como se ela fosse o principal determinante de resultado, enquanto outros componentes da alimentação acabam sendo negligenciados, especialmente as fibras. A proteína, de fato, tem um papel importante na preservação de massa magra, no aumento da saciedade e no efeito térmico dos alimentos, mas isso não signif**a que quanto mais, melhor. As evidências mais atuais já mostram que ingestões acima de 1,6 g por quilo de peso corporal não trazem benefícios adicionais relevantes nem para ganho de massa muscular nem para redução de gordura corporal, o que coloca em perspectiva esse excesso que muitas vezes vemos na prática.

Ao mesmo tempo, a ingestão de fibras segue muito abaixo do recomendado para a maior parte da população, o que impacta diretamente a regulação da glicemia, a sensibilidade à insulina, o funcionamento intestinal, a microbiota e o próprio controle de fome ao longo do dia. As fibras participam de mecanismos fundamentais no emagrecimento, incluindo maior saciedade, menor densidade energética da dieta e modulação hormonal, fatores que, somados, influenciam muito mais a adesão e a sustentabilidade do processo do que simplesmente aumentar proteína de forma indiscriminada.

Quando a alimentação é reduzida a números de macronutrientes, perde-se a complexidade que sustenta o equilíbrio fisiológico. Vitaminas, minerais, compostos bioativos e a qualidade dos alimentos como um todo têm impacto direto na forma como o organismo responde ao déficit calórico e ao tratamento nutricional. Emagrecimento eficiente não se constrói apenas com mais proteína, mas com uma estratégia que considere densidade nutricional, variedade alimentar e adequação individual.

06/04/2026

Eu quis trazer esse vídeo porque às vezes a gente fala de gordura visceral de forma muito abstrata… mas é isso aqui que está por trás, ou melhor, dentro de você.

Essa gordura que f**a ao redor dos órgãos não é “parada”. Ela é metabolicamente ativa, produz citocinas pró-inflamatórias e está diretamente associada ao aumento do risco cardiovascular e ao desenvolvimento de diabetes.

E o ponto importante: nem sempre isso é visível só olhando o corpo por fora. A mesma medida de circunferência abdominal pode ter diferentes quantidades de gordura visceral.

Por isso que eu bato tanto na tecla da avaliação.
A circunferência abdominal já dá um ótimo sinal de alerta na prática clínica. Mas quando a gente quer entender melhor mesmo, diferenciar gordura subcutânea de gordura visceral e quantif**ar isso com mais precisão, o ultrassom entra como uma ferramenta muito útil.

A boa notícia é que essa gordura responde muito bem a mudanças de estilo de vida: alimentação adequada, atividade física, sono e rotina.

Então se você está em processo de emagrecimento, vale olhar além do peso na balança. Nem toda gordura é igual — e aqui a questão muitas vezes não é se a doença vai aparecer, mas quando.

19/02/2026

Em pleno 2026 a gente tem que saber disso.

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Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, 1520 Sala 1703
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Terça-feira 08:00 - 18:00
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