20/08/2023
Doenças orais mais comuns
Cárie dentária e doença periodontal podem ocorrer e serem tratadas em qualquer idade. A prevenção é sempre a melhor solução.
É possível corrigir discrepâncias nas arcadas dentárias com exercícios de fisioterapia oral e usando aparelho ortodôntico (removível ou fixo).
Halitose (mau hálito) em crianças frequentemente acontece devido a secreção nasal posterior e saburra lingual (falta de higiene na língua).
Erosão dentária é a perda progressiva de estruturas dentárias sem a presença de bactérias. Isso acontece devido a exposições crônicas a ácidos em alimentos, bebidas, medicação, vômitos frequentes ou refluxo gástrico. Baixo fluxo salivar e alterações da composição da saliva podem agravar a situação, e comumente estão associados a outros hábitos – como ranger e atritar – que elevam ainda mais a perda de tecido dentário.
Podem estar presentes na boca outras alterações não tão comuns, como a diminuição de saliva, aftas, herpes, candidíase, hemangioma. É por isso que é importante visitar o seu dentista regularmente. Pais e responsáveis devem inspecionar a boca da criança regularmente.
Algumas síndromes e doenças sistêmicas podem alterar o momento e a sequência da erupção dentária, e até mesmo promover o aparecimento de algumas doenças orais. Por exemplo, um indivíduo portador de diabetes possui maior risco de desenvolver doença periodontal; e consequentemente isso vai descompensar o controle glicêmico.
Outro exemplo é a criança que respira pela boca (respirador oral), diminuindo a quantidade de saliva e aumentando o risco de cáries dentárias e doenças periodontais, podendo alterar o desenvolvimento da arcada dentária e da postura.
Fonte: Guia de Saúde Oral Materno-Infantil (Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP)