25/07/2026
Uma reportagem recente do Fantástico trouxe um dado que a gente precisa falar mais: duas em cada três pessoas com Alzheimer são mulheres, e os primeiros sinais podem aparecer por volta dos 45 anos, justamente no período da transição menopausal!
Isso não é coincidência.
O estrogênio tem papel neuroprotetor, e sua queda na menopausa está associada a maior vulnerabilidade ao declínio cognitivo a longo prazo.
A maioria das mulheres busca a terapia hormonal por causa dos sintomas, fogachos, insônia, ressecamento.
Faz sentido, porque esses sintomas impactam muito a qualidade de vida, mas o que os estudos mais recentes mostram é que a reposição iniciada no momento certo vai muito além disso.
Ela reduz risco de osteoporose, de doenças cardiovasculares e até de Alzheimer, como aponta o estudo recente da pesquisadora Lisa Moroni.
Os sintomas são o gatilho para buscar tratamento.
A proteção a longo prazo é o motivo pelo qual ele importa muito mais do que parece no momento. E não se esqueça: cada caso deve ser avaliado com cuidado e atenção!
Se você está na perimenopausa ou na menopausa, ainda sem tratamento, clica no link da bio e marca uma consulta. Vamos avaliar os tratamentos que vão garantir mais bem-estar para a sua vida 💖
📚 Referências:
- Mosconi et al., ‘Increased Alzheimer’s risk during the menopause transition: a 3 year longitudinal brain imaging study”, PLoS One, 2018
- Scheyer, Rahman, Hristov et al., ‘Female S*x and Alzheimer’s Risk: The Menopause Connection’, Journal of Prevention of Alzheimer’s Disease, 2018
- Mosconi, Nerattini, Williams, Fink, ‘New Horizons in Menopause, Menopausal Hormone Therapy and Alzheimer’s Disease’, Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2025