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Hoje é dia de celebrar a paternidade em três gerações da nossa família.Meu pai, referência e presença na minha história....
09/08/2026

Hoje é dia de celebrar a paternidade em três gerações da nossa família.

Meu pai, referência e presença na minha história.
Meu irmão, vivendo a sua própria experiência de ser pai.
E eu, com a alegria e a responsabilidade de exercer esse papel todos os dias.

Cada um à sua maneira, mas todos ligados pelo mesmo sentimento: amor, cuidado, presença e exemplo.

Que nunca nos faltem momentos como este, reunidos em família, celebrando o que realmente importa.

Feliz Dia dos Pais a todos os pais que deixam sua marca na vida dos filhos, muitas vezes mais pelos gestos do que pelas palavras. 💙

06/08/2026

🦴 Um tendão pode cicatrizar sem voltar a ser exatamente como era antes.

Essa é uma das mudanças mais importantes na forma como entendemos as lesões tendíneas.

Durante muitos anos, acreditava-se que o tendão simplesmente "voltava ao normal" após a recuperação. Hoje sabemos que, na maioria dos casos, o organismo promove um reparo cicatricial, e não uma regeneração completa do tecido.

Isso significa que o tendão lesionado pode voltar a unir suas fibras e recuperar função, mas nem sempre recupera a mesma organização, elasticidade e resistência mecânica do tendão original.

É por isso que a recuperação depende não apenas do tempo, mas também da qualidade da cicatrização e de uma reabilitação bem conduzida.

A medicina regenerativa busca justamente aproximar esse reparo de uma regeneração verdadeira. Ainda não chegamos lá, mas compreender a biologia do tendão é o caminho para desenvolver tratamentos cada vez mais eficazes.

▶️ No vídeo, explico por que essa diferença entre cicatrização e regeneração é tão importante.

💾 Salve este conteúdo e compartilhe com quem está tratando uma lesão no tendão.

04/08/2026

ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA | Medicina Regenerativa #1

Artigo comentado da semana

Li M, Jing C, Liu Q, Zhang Y, Li K. Platelet-rich plasma in cartilage repair: biological mechanisms and clinical perspectives. Frontiers in Sports and Active Living. 2026.

Durante muitos anos, a principal discussão sobre o PRP foi resumida a uma pergunta: ele regenera cartilagem?

A revisão publicada por Li e colaboradores propõe uma mudança importante de perspectiva. Em vez de concentrar o debate exclusivamente na regeneração tecidual, os autores organizam as evidências disponíveis sobre como o PRP pode modular diferentes mecanismos biológicos envolvidos na fisiopatologia da osteoartrite. 2026_Li_Platelet rich plasma in cartilage repair.pdf.pdf

O artigo discute a participação de vias como NF-κB, PI3K/AKT/mTOR, Wnt/β-catenina e TGF-β/Smad, destacando seu papel na inflamação, na homeostase da matriz extracelular, na sobrevivência dos condrócitos e na resposta biológica ao dano articular.

Ao mesmo tempo, os autores fazem um alerta fundamental: a maior parte das evidências mecanísticas ainda deriva de estudos pré-clínicos, e sua tradução para benefício clínico permanece limitada pela heterogeneidade das formulações de PRP, ausência de padronização dos protocolos e escassez de estudos clínicos robustos com desfechos estruturais de longo prazo.

Na minha leitura, o principal mérito desta revisão não é provar que o PRP regenera cartilagem. É mostrar que talvez estejamos simplificando uma intervenção biologicamente complexa.

A próxima geração de pesquisas provavelmente precisará responder perguntas mais específicas:

• Qual formulação de PRP?
• Qual concentração plaquetária?
• Qual conteúdo leucocitário?
• Qual dose?
• Qual intervalo entre aplicações?
• Em qual fenótipo de paciente?
• Em qual estágio da osteoartrite?

Enquanto essas respostas não estiverem disponíveis, continuaremos agrupando produtos biologicamente distintos sob o mesmo nome: PRP.

A medicina regenerativa avança quando compreendemos melhor a biologia da doença — e quando fazemos perguntas mais precisas do que aquelas que fazíamos há algun

Um artigo publicado recentemente pela revista *Nature* fez uma pergunta que merece atenção:"O entusiasmo pelos peptídeos...
29/07/2026

Um artigo publicado recentemente pela revista *Nature* fez uma pergunta que merece atenção:

"O entusiasmo pelos peptídeos está sendo acompanhado pela ciência?"

Os peptídeos representam uma área promissora da pesquisa biomédica.

Mas potencial biológico não é o mesmo que evidência clínica.

Neste carrossel, reuni o que a literatura científica mostra até o momento e por que ainda existem perguntas importantes antes que muitos desses peptídeos façam parte da prática clínica.

👉 Passe os slides até o final.

💬 Você acredita que a popularidade dos peptídeos está crescendo mais rápido do que as evidências científicas?

💾 Salve este conteúdo para consultar depois.

📤 Compartilhe com quem acompanha medicina regenerativa, longevidade e ciência.

23/07/2026

Durante décadas, acreditávamos que a cartilagem simplesmente não se regenerava.

Hoje, a ciência começa a mostrar que talvez essa história não seja tão simples.

Um estudo publicado na Science identificou uma nova estratégia para estimular mecanismos naturais de reparo da cartilagem ao bloquear a enzima 15-PGDH.

É uma descoberta extremamente promissora.
Mas ainda não é um tratamento disponível.

Esse é um ponto importante: a ciência não evolui por promessas, e sim por evidências.

Toda grande inovação passa pelo mesmo caminho: descoberta, validação, estudos clínicos e, somente depois, aplicação em pacientes.

É esse processo que transforma uma hipótese em um tratamento seguro.

A medicina regenerativa vive um dos momentos mais fascinantes da sua história. E acompanhar esses avanços com responsabilidade faz parte do nosso compromisso com os pacientes.

💬 Você acredita que, no futuro, conseguiremos estimular a regeneração da cartilagem de forma segura?

💾 Salve este conteúdo para acompanhar os avanços da medicina regenerativa.

21/07/2026

"É da idade..."
Quantas vezes essa frase faz com que sinais importantes sejam ignorados?
Quando um idoso começa a ter dificuldade para levantar da cadeira, carregar uma sacola, abrir um pote ou caminhar com segurança, muita gente acredita que isso faz parte do envelhecimento.
Mas nem sempre é assim.
A perda progressiva de força e massa muscular pode ser um sinal de osteossarcopenia, uma condição que aumenta o risco de quedas, fraturas, hospitalizações e perda da independência.
A boa notícia é que isso não deve ser encarado como um destino inevitável.
Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de preservar a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida.
Envelhecer não precisa significar perder a capacidade de viver a própria vida.
Se esse vídeo fez você lembrar dos seus pais, avós ou de alguém que ama, compartilhe este conteúdo. Às vezes, reconhecer os primeiros sinais pode fazer toda a diferença.

15/07/2026

O BPC-157 tem aparecido cada vez mais nas redes sociais como uma promessa para recuperação de tendões, ligamentos, músculos e cartilagem.

Mas, antes de indicar qualquer tratamento, acredito que todo médico precisa responder a algumas perguntas fundamentais.

✔ Existem evidências clínicas robustas em seres humanos para essa indicação?

✔ O produto possui fabricação padronizada, controle de qualidade e registro sanitário para uso clínico?

✔ Os riscos e benefícios no curto, médio e longo prazo são realmente conhecidos?

Hoje, o BPC-157 ainda não possui evidências clínicas robustas que sustentem seu uso rotineiro em humanos para muitas das aplicações que vêm sendo divulgadas.

Isso não significa que ele funcione.

Também não significa que não funcione.

Significa apenas que a ciência ainda não respondeu essa pergunta com o nível de segurança necessário para incorporá-lo à prática clínica de rotina.

A inovação sempre será bem-vinda.

Mas ela precisa caminhar ao lado da evidência científica e, principalmente, da segurança dos nossos pacientes.

Existem conquistas que representam um ponto de chegada.E existem aquelas que marcam o início de uma nova responsabilidad...
09/07/2026

Existem conquistas que representam um ponto de chegada.

E existem aquelas que marcam o início de uma nova responsabilidade.

A defesa desta dissertação de mestrado na UERJ encerra um ciclo de estudo, pesquisa e dedicação. Mas, acima de tudo, reforça um compromisso que sempre guiou minha prática médica: buscar respostas na ciência para oferecer decisões cada vez mais fundamentadas aos meus pacientes.

Minha pesquisa teve como tema o efeito da infiltração intra-articular de aspirado de medula óssea na artropatia do manguito rotador, investigando o papel da medicina regenerativa no tratamento das doenças musculoesqueléticas.

Mais do que um título, esse trabalho representa horas de estudo, questionamentos, revisão da literatura, discussões e a convicção de que a medicina evolui quando conhecimento e prática caminham juntos.

Agradeço ao Prof. Dr. Liszt Palmeira de Oliveira, meu orientador, ao Prof. Dr. André Luiz de Campos Pessoa, coorientador, ao Prof. Dr. Flávio Nigri, presidente da banca, e aos professores Alan Mozella e Eduardo Branco pelas valiosas contribuições durante essa trajetória.

Também agradeço à minha família, aos amigos, aos colegas e a todos que estiveram presentes, incentivando e compartilhando esse caminho.

O mestrado termina aqui.

A pesquisa continua.

Porque cada paciente merece mais do que um tratamento baseado em experiência. Merece uma medicina construída sobre evidências, pensamento crítico e aprendizado permanente.

03/07/2026

Quem veio antes… deixou o caminho.
08/07/2026

Quem veio antes… deixou o caminho.

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Rio De Janeiro, Brazil
Rio De Janeiro, RJ

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