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Você trata uma doença reumatológica e percebeu uma alteração na pele. A dúvida costuma aparecer rápido: isso faz parte d...
23/09/2026

Você trata uma doença reumatológica e percebeu uma alteração na pele. A dúvida costuma aparecer rápido: isso faz parte da doença, pode ter relação com o tratamento ou é um problema dermatológico separado?

É justamente nesse ponto que o olhar integrado pode fazer diferença.

Algumas doenças reumatológicas, como lúpus, artrite psoriásica, dermatomiosite, vasculites e esclerose sistêmica, podem apresentar manifestações na pele. Em outros casos, a alteração cutânea pode não ter relação direta com a doença, mas ainda assim precisar de investigação.
Vale buscar uma avaliação conjunta entre Dermatologia e Reumatologia quando surgirem manchas ou lesões persistentes, descamação, feridas que não cicatrizam, alterações que pioram com a exposição solar, queda de cabelo diferente do habitual ou mudanças novas na pele.

Isso porque, em alguns casos, o dermatologista precisa avaliar a manifestação cutânea enquanto o reumatologista investiga se aquele achado pode estar relacionado a uma doença sistêmica ou ao tratamento em uso.

Na Clínica Immunis, Dermatologia e Reumatologia atuam em conjunto, permitindo que o paciente seja avaliado de forma mais completa e conectada.

Porque, muitas vezes, o que aparece na pele também pode ajudar a entender o que está acontecendo no restante do organismo.

Quando você pensa em uma doença autoimune, provavelmente lembra primeiro das articulações, da pele ou de outros órgãos a...
17/09/2026

Quando você pensa em uma doença autoimune, provavelmente lembra primeiro das articulações, da pele ou de outros órgãos afetados.

Existe, porém, uma relação que vem sendo cada vez mais estudada pela ciência: a comunicação entre o intestino e o sistema imunológico. No nosso intestino vivem trilhões de microrganismos que formam a chamada microbiota intestinal. Eles participam de várias funções do organismo e também ajudam na regulação da resposta imunológica.

Pesquisas já identificaram alterações na microbiota em algumas doenças imunomediadas, como artrite reumatoide, lúpus e espondiloartrites. Isso não quer dizer que exista uma única bactéria responsável pela doença ou que seja possível “tratar a autoimunidade pelo intestino”.

As doenças autoimunes são complexas e surgem da interação entre vários fatores, como genética, funcionamento do sistema imunológico e fatores ambientais. A microbiota intestinal é uma dessas peças que vêm sendo estudadas.
E o que isso muda na prática?

Alguns hábitos do dia a dia, como ter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, dormir bem e cuidar da rotina, também ajudam a manter a microbiota intestinal mais saudável. É importante, porém, ter cuidado com promessas fáceis.

Não existe uma dieta, suplemento ou protocolo capaz de “tratar a autoimunidade pelo intestino” ou substituir o acompanhamento e o tratamento médico.

O intestino faz parte dessa conversa, sem ser a única peça desse processo.

Na Clínica Immunis, acompanhamos a evolução da ciência com um olhar cuidadoso, sem transformar novas descobertas em soluções simplistas.

Porque entender melhor o organismo também ajuda a tomar decisões mais conscientes sobre o tratamento.

Um congresso também é feito de encontros, trocas, atualização e conhecimento que volta para a prática. 💙A equipe Immunis...
11/09/2026

Um congresso também é feito de encontros, trocas, atualização e conhecimento que volta para a prática. 💙

A equipe Immunis esteve presente na SBR26, em Curitiba, participando de aulas, discussões científicas e momentos importantes para a Reumatologia. Patrícia compartilhou temas como saúde mental, cuidados paliativos e também celebrou sua participação como coautora do livro Cuidado em Reumatologia. Alessandra contribuiu em debates e pesquisas, enquanto Dra. Marcella Andrade e Dra. Thayane Zanineli também representaram a Immunis no evento.

Seguimos aprendendo para cuidar cada vez melhor.

Você já percebeu que, quando a temperatura cai, o corpo parece demorar um pouco mais para “engrenar”?Para algumas pessoa...
08/09/2026

Você já percebeu que, quando a temperatura cai, o corpo parece demorar um pouco mais para “engrenar”?

Para algumas pessoas, especialmente aquelas que convivem com dor musculoesquelética ou determinadas doenças reumáticas, os dias frios podem vir acompanhados de maior percepção de dor, rigidez e desconforto.

Mas isso não significa, necessariamente, que a doença esteja mais ativa.

A relação entre clima e dor é individual e ainda não é completamente compreendida. O que sabemos é que mudanças de temperatura, umidade e até na rotina durante os dias mais frios podem influenciar a forma como algumas pessoas percebem seus sintomas.

E tem outro ponto: quando esfria, é comum nos movimentarmos menos.

Por isso, alguns cuidados simples podem fazer diferença no dia a dia:

* Mantenha o corpo aquecido, principalmente se perceber que o frio aumenta sua rigidez ou desconforto.

* Continue se movimentando. Atividade física regular, respeitando suas condições e orientações individuais, continua sendo importante mesmo nos dias frios.

* Água morna pode ajudar no conforto e na rigidez, principalmente pela manhã. Recursos de calor local também podem ser utilizados quando forem adequados para você.

* Não esqueça da hidratação. No frio, a sensação de sede pode diminuir, mas o corpo continua precisando de líquidos.

* Cuide da pele e das mucosas. O tempo seco pode favorecer ressecamento da pele, dos olhos, dos lábios e das vias respiratórias.

* Mantenha os ambientes ventilados e, se o ar estiver muito seco, tenha cuidado com a umidade do ambiente — excesso de umidade também pode favorecer m**o e ácaros.

E um detalhe importante: perceber mais dor em um dia frio não é motivo para ajustar ou interromper sua medicação por conta própria.

Na Clínica Immunis, acreditamos que cuidar da saúde também é entender como o ambiente, a rotina e os hábitos podem interferir no nosso bem-estar.

A estação muda. O cuidado continua.

Quando a dor persiste, é comum começar a organizar a vida ao redor dela.Você evita um movimento porque tem medo de piora...
03/09/2026

Quando a dor persiste, é comum começar a organizar a vida ao redor dela.

Você evita um movimento porque tem medo de piorar.
Deixa uma atividade de lado porque pensa que pode estar “machucando mais”.
E, aos poucos, a dor passa a interferir não apenas no corpo, mas também na forma como você se movimenta, trabalha e vive.

Por isso, entender como a dor funciona também pode fazer parte do tratamento.

Na dor crônica, a intensidade do que sentimos nem sempre corresponde diretamente à presença ou ao tamanho de uma lesão. O sistema nervoso participa ativamente desse processo e, em algumas condições, pode se tornar mais sensível aos estímulos.

É justamente aí que entra a educação em neurociência da dor.

Ela ajuda o paciente a compreender por que sente dor, quais mecanismos podem estar envolvidos e por que fatores como sono, movimento, estresse, contexto e experiências anteriores podem influenciar essa percepção.

E isso não significa dizer que “a dor está na sua cabeça”.

A dor é real. O que muda é a compreensão de que ela é uma experiência complexa e nem sempre funciona como um simples sinal de dano nos tecidos.

Quando o paciente entende melhor o que acontece no próprio corpo, pode reduzir o medo do movimento, participar de forma mais ativa da reabilitação e construir estratégias mais adequadas para lidar com a dor.

Na Clínica Immunis, informação não substitui tratamento.

Informação faz parte dele.

Porque compreender a dor também pode mudar a forma como cuidamos dela.

Você já parou para pensar que entender como a dor funciona pode ser parte do tratamento?A neuroeducação em dor é uma abo...
24/08/2026

Você já parou para pensar que entender como a dor funciona pode ser parte do tratamento?

A neuroeducação em dor é uma abordagem que explica, de forma clara, os mecanismos biológicos e psicológicos por trás da experiência dolorosa. Estudos demonstram que pacientes que compreendem melhor sua dor tendem a ter menos medo do movimento, menos catastrofização e mais adesão ao tratamento.

Na prática, isso significa que saber que a dor nem sempre é sinal de lesão ativa, mas pode ser um alerta do sistema nervoso, ajuda a reduzir a ansiedade e a evitar comportamentos de proteção excessiva. Quando o cérebro entende que o corpo está seguro, a percepção da dor pode diminuir.

Na Clínica Immunis, acreditamos que informação é cuidado. Por isso, buscamos orientar nossos pacientes sobre como o sistema nervoso processa a dor e como é possível usar esse conhecimento a seu favor. Entender é o primeiro passo para transformar sua relação com a dor.

A gota ainda é cercada de mitos, mas trata-se de uma doença inflamatória séria causada pelo acúmulo de ácido úrico no or...
20/08/2026

A gota ainda é cercada de mitos, mas trata-se de uma doença inflamatória séria causada pelo acúmulo de ácido úrico no organismo. Quando esse excesso forma cristais nas articulações, surgem crises intensas de dor, geralmente no dedão do pé, mas também em outras regiões.

Apesar de ser mais comum em homens, a gota pode afetar qualquer pessoa. Alimentação rica em purinas, consumo de álcool, obesidade e fatores genéticos estão entre os principais gatilhos.

Sem tratamento adequado, a doença pode evoluir para complicações como deformidades articulares e problemas renais.

A boa notícia é que a gota tem controle. Com acompanhamento médico, ajustes na alimentação e, quando necessário, medicação, é possível prevenir crises e manter qualidade de vida.

Sentiu dor intensa e repentina nas articulações? Não ignore. Marque sua consulta!

Esquecer onde colocou as chaves ou o nome de alguém ocasionalmente pode fazer parte do envelhecimento. No entanto, quand...
12/08/2026

Esquecer onde colocou as chaves ou o nome de alguém ocasionalmente pode fazer parte do envelhecimento. No entanto, quando as falhas de memória se tornam frequentes ou começam a interferir na rotina, é importante ligar o sinal de atenção.
Alguns sinais merecem investigação:

👉 Esquecer informações recentes com frequência.
👉 Repetir perguntas ou histórias várias vezes.
👉 Dificuldade para acompanhar conversas.
👉 Se perder em lugares conhecidos.
👉 Confundir datas, horários ou compromissos.
👉 Dificuldade para realizar tarefas do dia a dia.

É importante diferenciar o envelhecimento natural de possíveis alterações cognitivas, como comprometimento cognitivo leve ou quadros demenciais. Nem todo esquecimento é doença, mas todo sinal persistente deve ser avaliado.

O diagnóstico precoce permite:
👉 Identificar causas reversíveis.
👉 Iniciar tratamentos adequados.
👉 Retardar a progressão de doenças.
👉 Planejar cuidados com mais segurança.

Cuidar da memória é preservar a autonomia, a independência e a qualidade de vida. Ao perceber mudanças, buscar avaliação profissional é o melhor caminho.

A Clínica Immunis está ampliando o cuidado com a sua saúde.Agora, também contamos com atendimento em Cardiologia com a D...
03/08/2026

A Clínica Immunis está ampliando o cuidado com a sua saúde.

Agora, também contamos com atendimento em Cardiologia com a Dra. Laíssa Limoeiro Galeão, médica com formação em Clínica Médica e Cardiologia, além de atuação em Terapia Intensiva e Cardio-Oncologia.

Ao longo de sua trajetória, a Dra. Laíssa também desenvolveu atividades na área científica e hospitalar, reunindo experiência no acompanhamento de pacientes que precisam prevenir, investigar e cuidar de alterações relacionadas à saúde cardiovascular.

Sua chegada fortalece a proposta da Immunis de oferecer um cuidado cada vez mais completo, integrado e individualizado, considerando não apenas sintomas isolados, mas a saúde do paciente como um todo.

Seja muito bem-vinda ao nosso corpo clínico, Dra. Laíssa!

Agendamentos abertos.
Entre em contato com a nossa equipe e consulte os horários disponíveis.

Dra. Laíssa Limoeiro Galeão
CRM-RJ 52-110887-5
RQE: 57497 - RQE: 57499

CuidadoIntegrado BarraDaTijuca

A sarcopenia é a perda progressiva de massa e força muscular com o envelhecimento, podendo comprometer mobilidade, equil...
30/07/2026

A sarcopenia é a perda progressiva de massa e força muscular com o envelhecimento, podendo comprometer mobilidade, equilíbrio e autonomia

Ela pode dificultar atividades simples do dia a dia, como levantar, caminhar ou subir escadas, além de aumentar o risco de quedas e fraturas

Seus sinais de alerta incluem:
Diminuição da força
Cansaço frequente
Perda de massa muscular visível
Redução da velocidade ao andar

Entre os principais fatores estão sedentarismo, baixa ingestão de proteínas, doenças crônicas, alterações hormonais e o próprio envelhecimento

E, quando o assunto é prevenção e tratamento, exercícios de força regulares, alimentação adequada (especialmente rica em proteínas) e acompanhamento profissional são fundamentais.

Manter a saúde muscular é essencial para preservar a independência, a funcionalidade e a qualidade de vida na terceira idade.

Endereço

Avenida Das Américas, 2480
Rio De Janeiro, RJ
22640101

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Telefone

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