04/05/2026
✊🏿 O grito por regulação e respeito ✊🏼
Sob a chuva do Rio de Janeiro, a voz de Gabriel Camata, diretor da Mamaflor, ecoou um sentimento compartilhado por milhares de famílias: a urgência por justiça.
Durante a Marcha da Maconha, ele trouxe à tona a realidade difícil enfrentada pelas associações que, mesmo cumprindo um papel social vital, continuam sendo alvos de violências e arbitrariedades.
Casos recentes envolvendo a Pro-Vida e a Bendita Planta mostram que a luta pelo acesso à saúde no Brasil ainda enfrenta barreiras ideológicas que ignoram o bem-estar do paciente.
A ciência moderna já não deixa dúvidas sobre o potencial terapêutico da planta. Estudos recentes reforçam que, para muitos casos de autismo severo, fibromialgia e dores oncológicas, o THC não é apenas um componente, mas a peça-chave para o alívio que outros remédios não alcançam.
Quando uma associação sofre uma intervenção, o prejuízo não é institucional; ele é humano. São crianças que perdem o sono e pacientes que voltam a conviver com a dor crônica por falta de uma regulação clara e acolhedora.
O que pedimos é o fim de um ciclo de desinformação que já dura cem anos. A cannabis social e o associativismo são caminhos seguros para que a saúde chegue a todos, desde as comunidades até o asfalto, alcançando inclusive os próprios agentes de segurança que buscam na planta o alívio para seus traumas.
Precisamos de um olhar humano da ANVISA e das autoridades para que o cuidado não seja mais confundido com crime. A Mamaflor segue firme, ao lado de cada associado, florescendo através da resistência.
🌱 A saúde é um direito que floresce na união. Quer entender como funciona o acolhimento associativo e quem pode se beneficiar?
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Planta