20/08/2026
Eu amo viajar.
E, olhando essas fotos, percebi que elas mostram uma parte da minha relação com a comida que talvez você queira construir na sua também.
Em todas essas viagens teve comida diferente, bebida alcoólica, jantar mais tarde e dias em que fiquei algumas horas sem comer porque estava ocupada conhecendo algum lugar.
Quando volto para casa, não faço jejum para compensar, não aumento o aeróbico e não começo um detox na segunda-feira.
Eu simplesmente volto para a minha rotina.
E talvez isso pareça muito distante para você.
Eu atendo muitas mulheres que se acostumaram a dar conta de tudo.
Mulheres que assumem responsabilidades em casa e no trabalho, antecipam problemas, organizam, resolvem e vivem com a sensação de que: “Se eu não fizer, ninguém faz.”
Mas existe um lugar em que elas sentem exatamente o contrário.
Com a comida, parece que são elas que estão sendo controladas.
E, muitas vezes, quanto mais tentam recuperar essa sensação de controle com regras, proibições e compensações, mais espaço a comida ocupa na cabeça.
Porque aquilo que você transforma em proibido exige vigilância.
Você pensa antes de comer, enquanto come e, depois, pensa em como vai compensar.
Comer não é apenas uma necessidade nutricional.
Comida também é cultura, encontro, memória, prazer e afeto. E não há problema em ela ocupar esses lugares.
O problema é quando faltam outras formas de lidar com aquilo que você sente e a comida passa a ocupar espaço demais.
Uma relação mais tranquila com a comida não significa comer “perfeitamente”.
Significa conseguir viver experiências sem precisar organizar a sua vida inteira ao redor do que comeu ou deixou de comer.
É essa relação que também construímos no meu acompanhamento.
Se você quer emagrecer sem continuar vivendo entre controle, exagero e compensação, acesse o link da bio e conheça meu acompanhamento. 🍃