29/05/2026
“Parei de malhar porque toda vez que tentava, doía mais.”
“Tenho medo de me machucar de novo.”
“Prefiro não arriscar.”
Essas frases aparecem com frequência em avaliações de pacientes com dor crônica e elas descrevem, sem saber, um fenômeno chamado kinesiofobia: o medo condicionado do movimento.
Depois de uma lesão ou de um período prolongado de dor, o sistema nervoso aprende a associar movimento com ameaça. Essa associação é protetora no começo, mas se mantida por muito tempo, se torna parte do problema. O corpo vai perdendo força, mobilidade e confiança. E sem movimento, a sensibilidade à dor aumenta.
A boa notícia: kinesiofobia tem abordagem terapêutica. A exposição gradual ao movimento, conduzida com segurança por um fisioterapeuta, é uma das estratégias mais eficazes para quebrar esse ciclo. O objetivo não é ignorar a dor, é recondicionar a resposta do sistema nervoso a ela.
Se você se identifica, saiba que parar de se mover não é a solução. É parte do problema que podemos trabalhar juntos.
➡️ Agende sua avaliação e dê o primeiro passo com segurança.