Mamãe que Nutre

Mamãe que Nutre Nutrição nas Dificuldades Alimentares e Autismo

"Meu filho só come assistindo."Se você já falou essa frase, saiba que você não está sozinha.Na correria do dia a dia, a ...
13/06/2026

"Meu filho só come assistindo."

Se você já falou essa frase, saiba que você não está sozinha.

Na correria do dia a dia, a tela muitas vezes parece a única forma de fazer a refeição acontecer.

O problema é que, quando a criança depende da distração para comer, ela deixa de participar da própria experiência alimentar.

Ela não observa a comida.

Não percebe os cheiros.

Não explora as texturas.

Não aprende a reconhecer sinais de fome e saciedade.

Com o tempo, a refeição deixa de ser um momento de conexão com o alimento e passa a ser apenas um ato automático.

Por isso, retirar a tela de uma vez nem sempre é a melhor estratégia.

Mudanças bruscas costumam gerar mais resistência, mais choro e mais estresse para toda a família.

O caminho mais seguro é gradual.

Comece fazendo pequenas pausas no vídeo.

Convide seu filho a observar o que está no prato.

Comente sobre as cores, os formatos e os cheiros.

Aumente aos poucos o tempo sem distrações.

O objetivo não é apenas que ele coma.

O objetivo é que ele aprenda a se relacionar com a comida.

E isso acontece quando ele está presente durante a refeição.

Seu filho come apenas com tela?

Me conta nos comentários qual é a maior dificuldade que você encontra na hora das refeições.

Salve este post para consultar quando decidir iniciar essa mudança.

Você já percebeu que muitas mães só consideram uma refeição um sucesso quando o filho come?Mas a terapia alimentar não f...
11/06/2026

Você já percebeu que muitas mães só consideram uma refeição um sucesso quando o filho come?

Mas a terapia alimentar não funciona assim.

Quando uma criança aceita olhar para um alimento novo sem chorar, existe evolução.

Quando ela tolera o alimento no prato, existe evolução.

Quando ela toca, cheira ou explora aquele alimento, existe evolução.

O problema é que muitas famílias estão esperando apenas a última etapa do processo: a mordida.

E quando ela não acontece rapidamente, surge a sensação de que nada está funcionando.

Mas está.

A aceitação alimentar não começa na boca.

Ela começa na segurança.

Na curiosidade.

Na confiança.

Por isso, em vez de perguntar apenas:

"Mas ele comeu?"

Experimente observar:

"Do que ele foi capaz hoje que não conseguia fazer antes?"

Pequenos avanços repetidos constroem grandes transformações.

Salve este post para lembrar disso nos dias em que parecer que nada está mudando.

O que achou dessa ideia? Quer que eu crie uma segunda versão mais emocional, focada na culpa materna e no sentimento de "estou falhando como mãe"?

Tem dias em que a refeição termina, mas o peso f**a.F**a no coração da mãe que ouviu mais uma vez que está fazendo tudo ...
09/06/2026

Tem dias em que a refeição termina, mas o peso f**a.

F**a no coração da mãe que ouviu mais uma vez que está fazendo tudo errado.
F**a na culpa que aparece quando o filho recusa o alimento que ela preparou com tanto carinho.
F**a no silêncio de quem tenta ser forte, mesmo quando está cansada.

Enquanto muita gente opina, é você quem vive a realidade.
É você quem senta à mesa todos os dias.
É você quem procura respostas, tenta estratégias e carrega preocupações que quase ninguém vê.

Por isso, antes de qualquer orientação, existe algo que toda mãe precisa ouvir:

Você não está sozinha.

A seletividade alimentar não afeta apenas quem come.
Ela também toca profundamente quem cuida.

Se hoje você está cansada, frustrada ou sem saber qual caminho seguir, saiba que seus sentimentos fazem sentido.

E eu quero te ouvir.

Qual foi a frase mais difícil que você já escutou sobre a alimentação do seu filho?

Me conta nos comentários. ❤️

Muitas vezes, o que parece funcionar na hora da refeição acaba dificultando o aprendizado alimentar no longo prazo.Quand...
09/06/2026

Muitas vezes, o que parece funcionar na hora da refeição acaba dificultando o aprendizado alimentar no longo prazo.

Quando a criança come distraída, ela não observa, não explora, não reconhece sabores, texturas e sinais do próprio corpo.

Comer não é apenas ingerir alimentos.

É uma habilidade que precisa ser aprendida.

E aprendizado exige presença.

É por isso que, na terapia alimentar, o objetivo não é fazer a criança comer hoje.

É ensinar a criança a comer para a vida toda.

Salve este post para lembrar: estratégias que aceleram a refeição nem sempre desenvolvem autonomia alimentar.

Já ouviu falar dos 4C's da Alimentação Infantil?Eles são fundamentais para que a criança permita-se comer.Compartilhe co...
08/06/2026

Já ouviu falar dos 4C's da Alimentação Infantil?

Eles são fundamentais para que a criança permita-se comer.

Compartilhe com aquela mãe que está passando por essa batalha.

“Mãe… ele não come nada.”Mas quando eu começo a investigar a rotina, muitas vezes descubro que a criança chega nas refei...
29/05/2026

“Mãe… ele não come nada.”

Mas quando eu começo a investigar a rotina, muitas vezes descubro que a criança chega nas refeições sem fome real.

Leite antes da comida.
Suco em excesso.
Mamadeira substituindo refeições.
Beliscos o tempo todo.

E aí os pais acreditam que o problema está no prato…
quando, na verdade, o corpo da criança já está saciado de líquidos.

Organizar os horários, ajustar volumes e construir uma rotina alimentar faz muita diferença na aceitação.

Porque fome também é parte importante do processo alimentar.

E não signif**a deixar a criança “passar fome”.
Signif**a permitir que ela consiga reconhecer a própria fome e participar melhor das refeições.

Meu acompanhamento acontece de forma leve, respeitosa e possível para a realidade da sua família. Agenda uma consulta.

“Seu filho não precisa de mais tentativas…precisa de um plano que respeite quem ele é.” 💭Na seletividade alimentar, repe...
29/05/2026

“Seu filho não precisa de mais tentativas…
precisa de um plano que respeite quem ele é.” 💭

Na seletividade alimentar, repetir estratégias sem entender a causa da dificuldade só aumenta o desgaste da criança e da família.

Porque cada criança sente, percebe e reage aos alimentos de uma forma diferente.
E quando ninguém olha para isso, a refeição vira pressão, frustração e insegurança.

Mas quando existe direção, acolhimento e um plano individualizado… o processo muda. ✨

A criança ganha confiança.
A família volta a ter esperança.
E o comer deixa de ser uma batalha diária.

Se esse post fez sentido para você, envie para alguém que também está vivendo esse desafio. 💗

Esconder alimentos pode até fazer a criança comer naquele momento…Mas isso não signif**a que ela aprendeu a aceitar aque...
28/05/2026

Esconder alimentos pode até fazer a criança comer naquele momento…

Mas isso não signif**a que ela aprendeu a aceitar aquele alimento.

Quando a criança descobre que a comida foi “camuflada”, muitas vezes a confiança na refeição diminui ainda mais.
E sem confiança, não existe construção de autonomia alimentar.

A verdadeira aceitação acontece quando a criança:
• vê o alimento
• toca
• sente o cheiro
• explora sem pressão
• participa do processo com segurança

Sim, é um caminho mais lento.
Mas é o que constrói resultado duradouro.

Porque o objetivo não é só “fazer comer hoje”.
É ensinar a criança a se relacionar melhor com a comida ao longo da vida.

27/05/2026

Às vezes, ela começa quando:
• aceita sentar à mesa sem chorar
• tolera o alimento perto
• toca sem medo
• observa sem fugir
• participa da refeição com mais segurança

Quem olha de fora pode achar “pouco”.
Mas quem vive a seletividade alimentar sabe o tamanho dessa conquista.

Meu trabalho não é forçar uma criança a comer.
É entender a causa da recusa, acolher a família e construir um caminho possível, respeitoso e duradouro.

Porque resultado de verdade não vem da pressão.
Vem da segurança que a criança sente no processo.

E quando a abordagem muda…
a relação com a comida também muda.

Seu filho rejeita qualquer alimento novo… e você sente que já tentou de tudo?Na maioria das vezes, a recusa não acontece...
26/05/2026

Seu filho rejeita qualquer alimento novo… e você sente que já tentou de tudo?

Na maioria das vezes, a recusa não acontece porque a criança “não quer comer”.
Ela acontece porque aquele alimento ainda parece inseguro, estranho ou desconfortável para ela.

E é aí que muitos pais entram em um ciclo de pressão:
“Só experimenta.”
“Mas você gostava antes.”
“Come só um pedacinho.”

Só que insistir sem trabalhar a familiaridade sensorial aumenta ainda mais a rejeição.

A aceitação começa muito antes da mordida.

Quando a criança pode:
• olhar
• tocar
• cheirar
• explorar
• brincar sem pressão

o cérebro começa a entender aquele alimento como algo seguro.

Comer é consequência.
Segurança vem primeiro.

Se você sente que as refeições na sua casa viraram uma batalha diária, me chama no direct com a palavra “ACEITAÇÃO”.

Eu vou te mostrar como trabalho isso no acompanhamento.

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