CMT clínica da dor

CMT clínica da dor A nossa clínica oferece tratamento para dor de maneira não medicamentosa, com técnicas como acupuntura, fisioterapia, osteopatia, RPG e pilates.

Ombro congelado (frozen shoulder), é uma condição pouco compreendida que ainda causa muita dúvida e medo em quem à desen...
10/09/2017

Ombro congelado (frozen shoulder), é uma condição pouco compreendida que ainda causa muita dúvida e medo em quem à desenvolve. Fizemos uma postagem completa e atualizada sobre o tema em nosso blog. O conhecimento é sempre o melhor remédio!

Rua Hilário de Gouveia, 66 sala 410 Copacabana – Rio de Janeiro – RJ Telefones: (21) 3472-6614 e 2236-0615 WhatsApp (21) 97040-8844 E-mail: [email protected]

08/01/2014

Envelhecimento e Doenças Crônicas, por Liesbeth Raymakers.

A fibromialgia é uma doença crônica comum, mostrando vários sintomas como fadiga, disfunção cognitiva, rigidez, sono não reparador e alterações de humor. Pacientes com fibromialgia e com condições de dor crônica devem procurar profissionais de saúde e ajuda médica .

A fibromialgia possui cada vez mais evidências que está ligada mecanismos fisiopatológicos subjacentes, embora os médicos ainda têm dificuldade para diagnosticar a doença. Assim, por causa do tempo limitado e poucos recursos para resolver problemas complexos dos pacientes e , por vezes, o tratamento de pacientes com fibromialgia acaba sendo um processo árduo.

Este artigo é uma avaliação abrangente das atividades de vida diária com objetivo de delinear os princípios do tratamento multimodal da fibromialgia. Tratamentos recomendados não farmacológicos, como por exemplo, a atividade física, terapia de comportamento, higiene, bom sono e higiene são fundamentais para a melhora do paciente. O treinamento extensivo dessas técnicas com um monitoramento progresso acima de tudo ajuda saber a resposta do paciente ao tratamento Outra ferramenta útil no acompanhamento do paciente é o "Fibromialgia Impact Questionnaire". Enfim, um projeto para o paciente centrado nos profissionais da saúde, médicos e principalmente a família corraboram e muito na melhora do quadro do paciente. > Arnold et al , Mayo Clin Proc 87 (2012) 488-496. Elsevier, Inc. Todos os direitos reservados . Fotografia retirada da Art ' medscape.co.

Tradução Luis Otavio Moraes - Fisioterapeuta, PhD.

06/12/2013

Hamba kahle, Nelson Mandela. Médicos Sem Fronteiras manifesta suas sentidas condolências à família Mandela, aos sul-africanos e a todos aqueles que tiveram suas vidas tocadas por este grande homem, nesses 95 anos.
Mandela teve papel fundamental na luta contra o HIV e a Aids na África do Sul, tomando parte no suporte às pessoas vivendo com o HIV em necessidade de tratamento antirretroviral essencial.

“Mandela é o maior humanitário que eu já conheci. Uma vez convencido da causa, ele passava a impressão de que nada seria capaz de abater sua determinação. Ele demonstrou compaixão e uma liderança dedicada às questões de princípio, independentemente das potenciais consequências políticas”, afirma o Dr. Eric Goemaere, coordenador de HIV e tuberculose (TB) para o sul da África.http://goo.gl/L20C6Q (Foto: Eric Miller)

03/10/2013

Quarta-feira musculo-esquelética por Willem-Paul Wiertz, MSc:

O síndrome do desfiladeiro torácico (SDT) compreende um conjunto de sintomas devidos a compressão neurogênica (quase 95% dos casos) e vascular. Até o momento continua a ser difícil estabelecer um diagnóstico adequado de SDT, devido à inexistência de um padrão sintomático e também devido ao amplo espectro de variações anatômicas presentes na população assintomática.

Normalmente, o plexo braquial está situado junto à extremidade lateral do músculo escaleno anterior (MEA), passando inferiormente à clavícula e ao longo da primeira costela, eventualmente inferior ao músculo peitoral menor. As artérias subclávias esquerda e direita se dirigem até ao pescoço antes de se curvarem lateralmente na direção da extremidade medial do MEA - estendem-se ao longo deste músculo e posteriormente descem junto com o plexo braquial em direção ao braço.

Mecanismos de causa do SDT incluem, entre outros, a presença de uma costela cervical e posturas incorretas. A compressão do feixe neurovascular geralmente ocorre em três locais, a saber: 1) o triângulo interescalenico, 2) o espaço costoclavicular 3) espaço subcoracóide.

Quatro te**es estão disponíveis para estabelecer o diagnóstico clínico específico de SDT: manobra de Adson, teste de Halstead, a manobra de hiperabdução de Wright e o teste de Roos. Um resultado positivo num único teste não é de confiança. O tratamento conservador pela fisioterapia deve ser destinado a reduzir a pressão sobre o feixe neurovascular via ajustes posturais.

From: Klaassen et al, Clin Anat (2013) (Epub ahead of print). Todos os direitos reservados a Wiley Periodicals, Inc. Imagem tirada de: riktr.com.

Traduzido por: Joana Borges de Azevedo, MSc.

02/08/2013

Geriatria e Doenças Crônicas por Andrew Cuff - fisioterapeuta e mestrando

A fisioterapia é intervenção frequentemente recomendada para disfunções do joelho. A Classificação Internacional de Funcionalidade e Incapacidade (CIF) pode ser usada como uma estrutura para desenvolver modelos de atendimentos e diretrizes clínicas. Este trabalho avaliou a eficácia clínica de modalidades de reabilitação do joelho categorizados de acordo com os domínios da CIF. Uma pesquisa de palavras-chave nas bases de dados da Medline, CINAHL, Amed, Embase e Cochrane de 1996 a 2010 utilizando termos relacionados ao joelho e intervenções fisioterapêuticas.

A maioria dos estudos avaliaram exercícios. Os resultados foram animadores, mas as recomendações específicas foram limitadas devido a variações no conteúdo e aplicação. Houve pouca pesquisa de qualidade para apoiar a teoria de que a terapia manual, eletroterapia ou bandagem isolada contribui para a recuperação. Programas de fisioterapia multimodalidade foram benéficos e refletiram a prática clínica, mas a eficácia de cada componente é desconhecida. As medidas adotadas a partir da participação do ICF foram menos frequentemente utilizadas e não foram, em geral, verdadeiras medidas de participação.

Desenvolvimento de métodos avaliativos dos resultados de participação é necessário para avaliar os benefícios de longo prazo das intervenções. A reabilitação deve ser em torno de realização de programas de exercícios eficazes incorporando os resultados da participação para fornecer respostas e complementar o cuidado autônomo para as disfunções do joelho. > De: Iqbal et al., Physiotherapy, 98 (2012) 287-299. Todos os direitos reservados: The Chartered Society of Physiotherapy.

Traduzido por Raphael Henrique P. Vianna - Fisioterapeuta.

24/07/2013

Neurociência por Juncal Roman, Mestre:

Os Pacientes com tontura, muitas vezes queixam-se de dor no pescoço e rigidez; e, reciprocamente, os pacientes com dor no pescoço muitas vezes queixam-se de tonturas e distúrbios do equilíbrio. Isto sugere ligações importantes entre o pescoço, as tontura e o equilíbrio. Receptores proprioceptivos na coluna cervical (músculos paravertebrais, facetas articulares, etc.) fazem conexões com o sistema vestibular e visual e com diversas áreas do sistema nervoso central, que os coordenam para permitir o controlo postural.

Este estudo teve como objetivo esclarecer os mecanismos da sintomatologia cervical em pacientes com tonturas. A tensão bilateral do músculo trapézio foi medida e comparado à perturbação na postura estática, em 26 pacientes com tonturas crónicas.

A tensão muscular bilateral no pescoço foi correlacionada com o equilíbrio estático (oscilações na posição LNG), somente quando os olhos estavam fechados. Além disso, a relação esquerda-direita da tensão muscular do pescoço e LNG foram correlacionados com os olhos fechados, no grupo controlo e em pacientes com déficit vestibular unilateral; concluindo-se que assimetria nos músculos do pescoço, reflete assimetria na função vestibular.

Em resumo, estes resultados sugerem fortemente que o input proprioceptivo através dos receptores pescoço é importante para o controlo postural. Existe uma relação entre a tensão muscular do pescoço e postura observada em pacientes com tonturas crónicas (provavelmente devido à compensação vestibular do aumento dos inputs proprioceptivos dos músculos do pescoço para os centros vestibulares). Este estudo apresenta novas descobertas sobre a relação entre o pescoço (trapézio), tensão muscular e equilíbrio estático> De:. Asama et al, Acta Otolaryngol 132 (2012). 1168-1171. Todos os direitos reservados a Informa Healthcare.

Traduzido por Sofia Ferreira - Fisioterapeuta.

23/07/2013

Quarta-feira musculoesquelética por Willem-Paul Wiertz, MSc:

A síndrome da dor patelofemoral (SDPF) tem sido associada a: 1) um rastreio patelar inadequado; 2) deficiências ou atrasos na ativação dos músculos vasto medial, vasto lateral e vasto intermédio; 3) fraqueza dos abdutores da anca e 4) excessiva eversão do tornozelo. Tem sido demonstrado que os corredores com SDPF apresentam um aumento dos impulsos angulares da abdução do joelho (IAAJ) durante a fase de suporte, o que pode produzir o deslizamento lateral da patela.

Neste estudo, nove voluntários saudáveis do s**o masculino realizaram cinco te**es de corrida com calçado compensado com cunha (lateral e medial) de 3, 6 e 9 mm, enquanto que um sistema de análise e registo de força em 3-D obteve informações sobre IAAJ, pico de abdução do joelho, momentos de inversão do tornozelo, ângulos do calçado e a posição do centro de pressão mediolateral do pé para cada uma das variáveis.

O uso de cunha lateral diminuiu o IAAJ enquanto que, o uso de cunha medial, conduziu a um aumento do IAAJ devido ao deslocamento mediolateral no centro de pressão. Isto é surpreendente, uma vez que o padrão de tratamento corrente consiste no uso de calçado com cunha medial de 4 a 6 mm! O suposto mecanismo por detrás destas novas evidências, é explicado por um aumento nos momentos de inversão do tornozelo com o calçado compensado lateralmente o que, posteriormente, leva a uma diminuição nos momentos de abdução do joelho. Calçado com cunha lateral deve ser testado em corredores com SDPF, a fim de determinar o seu efeito na redução da dor.

From: Lewinson et al, Clin J Sports Med 23 (2013) 208-215. Todos os direitos reservados a Lippincott Williams & Wilkins.

Traduzido por Joana Borges de Azevedo, Fisioterapeuta e Mestre em Ciências.

16/06/2013

Happy Father's Day from Anatomy In Motion!

08/06/2013

De Quervain’s Disease fundamentals
By The Cleveland Clinic

De Quervain’s disease is a painful inflammation of specific tendons that extend the thumb. The swollen tendons and their coverings cause friction within the narrow tunnel or sheath through which they pass. The result is pain that may extend from the forearm to the thumb base. De Quervain’s was named after the Swiss surgeon who first described the condition in 1895. It is one of the most common types of tendon lining inflammation (also called tenosynovitis).

What causes De Quervain’s Disease?
Overuse, a direct trauma or injuries to the thumb, repetitive grasping and certain inflammatory conditions, such as rheumatoid arthritis, can all trigger the disease. Gardening, racquet sports, and various workplace tasks are some activities that can aggravate the condition. It is also seen during the last trimester of pregnancy and in mothers of nursing children. Often, its cause is unknown. De Quervain’s affects women eight to 10 times more often than men. People who engage in activities that require sidewise motion of the wrist while gripping with the thumb (e.g., hammering, skiing) may be more likely to develop the condition.

Pain along the back of the thumb, directly over the two thumb tendons – the extensor pollicis longus brevis and the abductor – is typical of de Quervain’s. The condition can occur gradually or suddenly. In either case, the pain may travel into the thumb or forearm. Thumb motion may be difficult and painful, particularly when pinching or grasping objects. Some people also experience swelling and pain on the side of the wrist at the base of the thumb. The pain may increase with thumb and wrist motion. Some people also feel pain if direct pressure is applied to the area.

The test most frequently used to diagnose de Quervain’s disease is the Finkelstein test. Your doctor will ask you to make a fist with your thumb placed in your palm. When the wrist is suddenly bent to the little finger side (as in casting a fishing pole), the swollen tendons are pulled through the tight space. If this maneuver is very painful, it is likely that you have de Quervain’s disease. Arthritis and other forms of tendonitis may also cause symptoms in this area.

Full Article Here: http://bit.ly/14Fz5c6

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