24/08/2026
Recentemente li uma frase que dizia:
"Se soubéssemos desde cedo que é na infância que se define grande parte da saúde mental do adulto, trataríamos com muito mais delicadeza a alma das crianças."
E ela ficou ecoando na minha cabeça.
Na terapia, é muito comum encontrar adultos que carregam dificuldades para reconhecer emoções, estabelecer limites, confiar em si mesmos ou lidar com as próprias dores.
Muitas vezes, essas dificuldades não começaram na vida adulta. Elas têm raízes em experiências vividas quando ainda eram crianças.
Isso não significa que os pais precisem ser perfeitos. Significa apenas que o acolhimento, a escuta e a validação dos sentimentos fazem diferença.
Quando ajudamos uma criança a entender o que sente, estamos oferecendo ferramentas que poderão acompanhá-la por toda a vida.
Talvez uma das maiores formas de cuidado seja justamente essa: olhar para a infância com mais presença, mais respeito e mais delicadeza.
Beijos, Luiza!