Andrea C. B. Duvoisin

Andrea C. B. Duvoisin Médica

Sensor de glicose sem furar o dedo: ele realmente substitui a ponta do dedo?Na maior parte do tempo, o sensor reduz bast...
09/09/2026

Sensor de glicose sem furar o dedo: ele realmente substitui a ponta do dedo?

Na maior parte do tempo, o sensor reduz bastante a necessidade de medir a glicose com picada no dedo. Mas existem situações em que a glicemia capilar ainda pode ser necessária.

O principal ganho do sensor, porém, vai além do conforto: ele mostra padrões, tendências, quedas, picos e o comportamento da glicose ao longo do dia.

Isso ajuda a entender melhor o que está acontecendo no tratamento, e não apenas um número isolado.

Você já usa sensor de glicose? O que mais mudou na sua rotina depois que começou?

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
💙 Cuidado e Equilíbrio no Diabetes

A tirzepatida, sozinha, costuma ter baixo risco de hipoglicemia. O problema muda quando existem outros fatores na equaçã...
08/09/2026

A tirzepatida, sozinha, costuma ter baixo risco de hipoglicemia. O problema muda quando existem outros fatores na equação.

Insulina, sulfonilureias, longos períodos sem comer e uma redução muito grande da ingestão podem aumentar esse risco em algumas pessoas.

Por isso, sentir menos fome não significa simplesmente “comer o mínimo possível”. O tratamento precisa continuar sendo pensado com estratégia, segurança e acompanhamento.

Você usa tirzepatida junto com outro medicamento para diabetes?

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
💙 Cuidado e Equilíbrio no Diabetes

Esqueci de alguma coisa? 👀Quem vive com diabetes sabe que a parte “invisível” costuma ser bem maior do que parece.O que ...
04/09/2026

Esqueci de alguma coisa? 👀

Quem vive com diabetes sabe que a parte “invisível” costuma ser bem maior do que parece.

O que você acrescentaria nesse iceberg?

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
💙 Cuidado e Equilíbrio no Diabetes

03/09/2026

Um bom controle no diabetes tipo 1 não depende apenas de ter uma prescrição.

Depende de entender o papel da insulina basal, saber quando é preciso corrigir a glicose, aprender a contar carboidratos e conseguir aplicar tudo isso na rotina real.

Esse caso mostra algo que eu considero muito importante: quando o paciente entende o tratamento, ele deixa de apenas seguir instruções e passa a participar do próprio cuidado.

E se o controle não está bom, isso não significa simplesmente que “faltou esforço”.

Pode ser necessário rever doses, técnica, contagem de carboidratos, rotina, hipoglicemias, alimentação ou até a estratégia inteira do tratamento.

O objetivo não é cobrar perfeição, mas sim descobrir o que está impedindo o tratamento de funcionar melhor.

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
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Às vezes, o tratamento não está “errado”. Ele só ficou antigo para a pessoa que você é hoje.A rotina muda. O corpo muda....
02/09/2026

Às vezes, o tratamento não está “errado”. Ele só ficou antigo para a pessoa que você é hoje.

A rotina muda. O corpo muda. Outros problemas de saúde aparecem. Novos medicamentos entram. O risco de hipoglicemia pode aumentar. E aquilo que fazia sentido há alguns anos pode precisar ser revisto.

Por isso, uma consulta de acompanhamento não serve apenas para renovar receita.

Ela também serve para perguntar:

Esse tratamento ainda é o melhor para você hoje?

Essa revisão pode significar ajustar, simplificar, trocar ou até manter o que já funciona. O importante é que a decisão continue fazendo sentido para a fase da vida em que você está.

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
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Tem gente que convive com diabetes há anos e ainda tenta esconder uma hipoglicemia para não parecer fraca, despreparada ...
31/08/2026

Tem gente que convive com diabetes há anos e ainda tenta esconder uma hipoglicemia para não parecer fraca, despreparada ou “problemática” no trabalho.

Só que cuidar da glicose não deveria ser motivo de vergonha.

Quando existe risco de hipoglicemia, ter liberdade para interromper uma reunião, conferir a glicose e fazer a correção necessária também faz parte de um ambiente de trabalho seguro.

Diabetes não diminui a capacidade profissional de ninguém. Mas ignorar uma hipoglicemia pode colocar essa pessoa em risco.

Se você convive com diabetes, sua equipe saberia como ajudar em uma situação dessas?

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
💙 Cuidado e Equilíbrio no Diabetes

A caneta não fez tudo sozinha.No estudo mais recente, as pessoas dos dois grupos também receberam acompanhamento com ter...
28/08/2026

A caneta não fez tudo sozinha.

No estudo mais recente, as pessoas dos dois grupos também receberam acompanhamento com terapia.

Mesmo assim, quem usou semaglutida teve uma redução maior no consumo pesado de álcool.

O que isso mostra?

Que talvez a medicação possa ter um papel importante, mas tratamento não é só remédio.

Quando o problema envolve comportamento, desejo e dependência, o cuidado precisa olhar para a pessoa inteira.

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
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Tem um dado desse estudo que merece ficar registrado.Nos Estados Unidos, quem entrou em remissão do pré-diabetes apresen...
27/08/2026

Tem um dado desse estudo que merece ficar registrado.

Nos Estados Unidos, quem entrou em remissão do pré-diabetes apresentou 59% menos risco de morte cardiovascular ou internação por insuficiência cardíaca ao longo de cerca de 20 anos. Na população chinesa, acompanhada por mais de 30 anos, a associação foi de 51% menos risco.

Isso não significa que o estudo provou que a remissão, sozinha, causou essa redução. Os próprios autores reforçam que novos estudos ainda precisam confirmar essa relação.

Mas muda uma coisa importante na forma de olhar para o pré-diabetes: talvez o objetivo não deva ser apenas evitar que ele piore, mas tentar voltar à faixa normal enquanto ainda existe essa oportunidade.

Conhece alguém com pré-diabetes que ainda trata isso como “só um alerta”? Compartilhe com essa pessoa.

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
💙 Cuidado e Equilíbrio no Diabetes

313 aplicações a menos por ano.Para alguém que aplica insulina basal todos os dias, essa redução pode representar muito ...
25/08/2026

313 aplicações a menos por ano.

Para alguém que aplica insulina basal todos os dias, essa redução pode representar muito mais do que menos picadas.

Pode significar menos interferência do tratamento na rotina, menos uma tarefa diária para lembrar e uma mudança importante na relação com a insulinoterapia.

Mas existe um detalhe que as manchetes resumidas estão deixando escapar. Quando alguém lê “insulina uma vez por semana”, é muito fácil entender:

“Então quem faz três, quatro ou cinco aplicações por dia vai passar a fazer apenas uma na semana.”

E não é isso. Talvez essa seja uma das partes mais importantes dessa novidade: uma inovação pode simplificar o tratamento sem tornar o tratamento simples.

Tipo de diabetes, esquema de insulina, risco de hipoglicemia e características de cada pessoa continuam fazendo diferença.

Agora quero saber uma coisa: quando você ouviu falar em “insulina semanal” pela primeira vez, entendeu que ela substituiria todas as aplicações?

Se conhece alguém que também ficou com essa impressão, envie este conteúdo.

Dra. Andrea Cristina
🩺 Médica | CRM SC 12042
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São Bento Do Sul, SC

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