Nem Guerreiras e Nem Tadinhas

Nem Guerreiras e Nem Tadinhas Existe vida pós maternidade atípica. Espaço de voz e empoderamento da mulher. Deficiência não p

27/01/2026

Hoje fui na terapia e estava falando sobre ter começado o ano tentando cuidar de mim. Voltei pra terapia, estou indo no dentista e domingo farei uma pequena cirurgia de retirada de pedras nos rins.
Como não podia deixar de ser, falei que me sinto em falta com o Gu porque também preciso marcar consultas médicas dele e também preciso cuidar da casa, da alimentação da família (incluindo os bichinhos), roupas pra lavar fora todas as necessidades que meu trabalho me exigem e que eu também gostaria de voltar a estudar.

Parece que são muitas necessidades pra uma única vida e pra variar a sensação que f**a é a de que "Eu não dou conta".

É quase como se eu sentisse culpa por cuidar um pouco de mim, mesmo que eu esteja indo ao dentista talvez pela primeira vez desde o nascimento do Gu, e esteja fazendo uma cirurgia de um problema que eu já sabia que existia há mais de 3 anos e eu não estou aqui me justif**ando porque conscientemente eu sei que eu estou fazendo o que eu preciso fazer mas como a gente faz pra calar aquela vozinha que f**a dizendo "Você devia marcar as coisas do Gustavo primeiro" como se eu não viesse fazendo isso há 8 anos porque sim, é desde o útero.

Na sala da terapeuta eu lembrei desse espaço aqui, do Nem Guerreiras, eu já vinha falando dele, porque vinha falando da falta que a Lidi me faz e que eu não sabia bem como retomar... Lembrei que o Nem Guerreiras nasceu justamente pra falar sobre "Quem cuida de quem cuida", e pensei aqui no Threads que de alguma forma me parece mais fácil de publicar que outras redes e cá estou...

Depois de publicar no threads pensei que não tem sentido não publicar nas outras redes, então aqui está... Não me comprometo a ter constância, nunca consegui isso antes, mas devo aparecer quando as reflexões e o tempo coincidirem...

Boa noite, gente.Fernando fez uma homenagem bonita para a Lidiane Jacomini no programa do Eli Correa.Quem quiser ouvir a...
12/01/2026

Boa noite, gente.
Fernando fez uma homenagem bonita para a Lidiane Jacomini no programa do Eli Correa.

Quem quiser ouvir a história começa em 1:07:43

🎙️ ACOMPANHE AO VIVO!🕛 Horário: 13:00📌 Programa: Toda Tarde💬 Participe com a gente! Envie sua mensagem pelo WhatsApp: (11) 98334-5777👉 Entre agora no no...

28/12/2025
A vida é um sopro. Acho que tô emocionada demais pra escrever aqui de forma coerente.Em 2019, trabalhei na ADEFAV e dent...
27/12/2025

A vida é um sopro.

Acho que tô emocionada demais pra escrever aqui de forma coerente.

Em 2019, trabalhei na ADEFAV e dentre muitas coisas importantes pra minha vida que aprendi ali, de lá trouxe uma grande amiga que mais tarde seria a idealizadora do Nem Guerreiras Nem Tadinhas.

Quando ela me convidou para esse projeto ele ainda nem tinha nome... A gente batalhou um tanto por ele, mas a gente nunca teve tempo nem dinheiro pra levar ele adiante como sonhávamos.

A Lidi foi minha irmã de alma, a pessoa que me ajudou a estimular o Gu a falar... Nem sei se ela sabia o tamanho da importância que tem na minha vida. Falei com ela no domingo, mandei essa foto do meu casamento. Fiquei de mandar outras depois e o depois não veio.

Hoje levei um choque ao ler no Facebook a notícia da sua partida. Eu ainda não sei nada sobre isso, meu coração tá apertado aqui pensando no Fernando e nas crianças, na mãe dela, na Lisandra... Não tenho informação nenhuma, me desculpem. Eu só sei que ela se foi e senti que devia essa publicação a ela.

Minha amiga, obrigada por tudo. Sou imensamente grata a você por ter existido na minha vida, por ter me compreendido e acolhido por tantas vezes. Você vai fazer muita falta por aqui. Um dia a gente se reencontra. 😞

16/05/2025

O que você deixou pra trás?

15/05/2025

Quando eu comecei a namorar o Faso eu estava com 36 anos e tinha desistido de ser mãe. Achava que não daria tempo, eu não tinha estabilidade financeira, trabalhava como artesã, amava meu trabalho e achava que não cabia um filho nas escolhas que eu tinha feito até então. Eu amava crianças, sempre amei e sempre fui mãezona dos meus amigos, mas entendia que o tempo estava passando, não tinha acontecido até então e encontrar alguém bacana e que desse certo comigo não seria algo rápido de entender, afinal eu já tinha tido outros relacionamentos e não estava numa fase em que eu confiasse nas pessoas.

Um ano se passou e a gente continuava juntos, ele me pediu em casamento, fomos viajar e tudo estava caminhando bem. No nosso segundo ano juntos ele começou com a conversa de que pessoas ruins estavam tendo filhos e pessoas legais precisavam ter filhos também pra "equilibrar" o mundo rsrsrsrs. Essa conversa em parte fez sentido pra mim, mas o que realmente me fez querer ter um filho com ele, foi perceber nele a pessoa que seria capaz de amar o filho sem ressalvas e isso era fundamental, porque era impossível ter certeza que ele estaria sempre ao meu lado mas era imprescindível que assim como eu, ele estaria sempre ao lado do filho. Espero sim que fiquemos velhinhos um ao lado do outro, mas que se um dia por algum motivo nossa história tomar rumos diferentes, ou eu vir a faltar na vida dos dois, o Gu sempre tenha no pai um porto seguro.

14/05/2025

O que você queria ser quando crescesse? Quem você se tornou? É sobre sonhos que se transformam e os caminhos que a vida toma. Pra onde você foi levada? Quais foram as suas escolhas que te levaram até aí?

13/05/2025

E você? O que deixou pra trás quando abraçou o papel de mãe?

12/05/2025

Falar sobre questões de autoestima, aparência, gordofobia e o impacto que tudo isso tem sobre uma menina, adolescente ou adulta muitas vezes para o resto da vida também é inclusão. Essa história é da Lidi, mas é também sobre a Liz e sobre tantas outras mulheres. Vocês certamente ouvirão mais vezes sobre esse assunto por aqui porque sim, é necessário.
Precisamos falar sobre autoestima.

11/05/2025

De repente mãe. E agora?
A vida como ela é. Maternidade real sem romantização.

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