Dr. Armando Marins

Dr. Armando Marins Sou medico, tenho 61 anos e 34 deles dedicados à cuidar das pessoas. Seja bem-vindo ao nosso Facebook

06/06/2026

Pense que cada fio de cabelo é como uma plantinha que nasce num “vasinho” chamado folículo (um buraquinho na pele onde o cabelo cresce). Para essa plantinha f**ar forte, ela precisa de energia, peças para construir o fio e “entregas” de oxigênio.
Vitamina B7 (biotina) — “a ajudante do cabelo e da pele”
• A B7 ajuda o corpo a usar a comida para fazer energia e também ajuda a manter pele e cabelo saudáveis.
• Quando falta B7, algumas pessoas podem ter queda de cabelo e problemas de pele. Mas essa falta é rara na maioria das pessoas.
Vitamina B9 (folato/ácido fólico) — “as peças para construir”
• A B9 ajuda a fazer novas células (as “pecinhas” novas do corpo).
• Como o cabelo cresce o tempo todo, ele precisa muito dessas “pecinhas”. Se faltar B9, o cabelo pode f**ar mais fraco e cair mais. [3]
Vitamina B12 — “a vitamina do sangue e dos nervos”
• A B12 ajuda o corpo a fazer sangue saudável e também ajuda os nervos.
• Quando falta B12, o corpo pode ter dificuldade de manter tudo funcionando bem, e isso pode atrapalhar o crescimento do cabelo em algumas pessoas.
Ferro — “o caminhão que leva oxigênio”
• O ferro ajuda o sangue a levar oxigênio (o “ar” que dá energia) para o couro cabeludo e para a raiz do cabelo.
• Se faltar ferro, pode acontecer queda de cabelo por todo o couro cabeludo (queda difusa), porque a raiz f**a como se estivesse “sem combustível”.
Importante para lembrar
• Cabelo pode cair por muitos motivos (estresse, doença, hormônios, genética, alimentação). Vitaminas e ferro são só uma parte da história.
• Não é bom tomar vitaminas “por conta própria” sem orientação, porque excesso de algumas vitaminas/minerais pode fazer mal.
Se você notar muita queda de cabelo, o melhor é conversar com um médico para ver se precisa de exames e qual é a causa.

02/06/2026

O controle do peso não é uma corrida curta. Ele funciona mais como cuidar da pressão alta, do diabetes ou do colesterol: exige atenção contínua ao longo da vida.

Com o passar dos anos, especialmente na perimenopausa, menopausa e andropausa, o corpo passa por mudanças hormonais naturais. Essas alterações podem diminuir o gasto de energia, facilitar o acúmulo de gordura, aumentar a fome e reduzir a massa muscular. Muitas pessoas percebem que os hábitos que funcionavam aos 30 anos já não trazem os mesmos resultados aos 50.

Por isso, manter o peso saudável não depende apenas de “comer menos”. É necessário adaptar o estilo de vida à nova realidade do organismo.

O sono tem um papel fundamental. Dormir mal aumenta a produção de hormônios ligados à fome, reduz a saciedade e favorece o ganho de peso. Um sono reparador ajuda o corpo a regular o metabolismo, recuperar os músculos e controlar melhor o apetite.

A alimentação também precisa evoluir. Priorizar alimentos naturais, aumentar o consumo de proteínas, verduras, legumes e reduzir ultraprocessados ajuda a preservar a massa muscular e melhorar o controle do peso.

Outro ponto essencial é o treinamento resistido, como musculação ou exercícios de força. O músculo funciona como um importante aliado do metabolismo. Quanto mais massa muscular preservamos, maior tende a ser o gasto energético do corpo e melhor a capacidade de manter a independência, força e qualidade de vida.

O mais importante é entender que o ganho de peso nessa fase da vida não acontece por falta de esforço ou disciplina. O organismo está mudando e, por isso, as estratégias também precisam mudar. Pequenos ajustes consistentes no sono, na alimentação e na atividade física costumam trazer resultados muito mais duradouros do que dietas radicais ou soluções rápidas.

02/06/2026

Isso pode acontecer quando o hormônio está em quantidade suficiente no sangue, mas não consegue “fazer efeito” direito nos tecidos (órgãos) do corpo. É como ter a chave (hormônio) mas a fechadura (receptor) está bloqueada, defeituosa ou “respondendo menos”.
Quando pode ocorrer “bloqueio” (ou pouca resposta) dos receptores hormonais?
As causas mais comuns são:
1. Uso de medicamentos que bloqueiam o receptor
• Exemplo: em alguns tratamentos oncológicos, existem remédios que bloqueiam o receptor de estrogênio (o “ponto de encaixe” do hormônio), justamente para impedir o hormônio de estimular certas células. Nessa situação, é esperado que apareçam sintomas parecidos com “falta de estrogênio” (ondas de calor, secura vaginal, queda de libido, alterações de humor/sono), mesmo que o exame de estrogênio não esteja baixo.
2. O receptor mudou (ou o corpo “desaprendeu” a responder)
• Em algumas doenças (especialmente câncer hormônio-dependente sob tratamento), as células podem mudar o receptor e ele passa a funcionar de um jeito diferente, reduzindo a resposta aos tratamentos hormonais e podendo alterar sintomas. Nessa situação, em oncologia, é comum o médico pedir te**es no tumor ou no sangue (DNA tumoral circulante) para procurar alterações que expliquem resistência ao tratamento e orientar a troca de terapia. [1]
3. O problema não é o hormônio — é outra condição “imitando” hormônio baixo
Muitas queixas são parecidas entre si e podem ocorrer com hormônios normais, por exemplo:
• anemia, deficiência de ferro/B12
• depressão/ansiedade, estresse crônico, luto
• distúrbios do sono (ex.: apneia)
• hipotireoidismo/alterações da tireoide
• efeitos colaterais de remédios (antidepressivos, anti-hipertensivos, opioides, etc.)
• perimenopausa (os níveis oscilam muito; um exame “normal” isolado pode não refletir o dia a dia)

01/06/2026

Hormônios bioidenticos x Sintético. Veja a diferença!

01/06/2026
01/06/2026

Anticoncepcionais: como usar e quais efeitos colaterais esperar
Anticoncepcionais hormonais (como pílula, adesivo e anel vaginal) ajudam a evitar gravidez usando hormônios. Eles não protegem contra ISTs (infecções sexualmente transmissíveis, como HIV) — para isso, use ca*****ha. [1]
Como usar (de forma simples)
• Use exatamente como foi orientado (isso é o que mais influencia o resultado).
• Em geral, se você começar fora dos primeiros 5 dias da menstruação, precisa usar ca*****ha por 7 dias (ou evitar relações) até o método “pegar” bem. [1]
Efeitos colaterais mais comuns (geralmente melhoram com o tempo)
• Sangramento fora de hora/escape (principalmente nos primeiros 3–6 meses). [1]
• Náusea, dor de cabeça, sensibilidade nas mamas. [2]
• Mudanças de humor (algumas pessoas sentem piora; outras, melhora). [3]
• Peso: a maioria dos métodos (como pílula/anel/adesivo e DIU hormonal) não costuma causar ganho de peso importante; a injeção trimestral (DMPA) é a que mais se relaciona a ganho de peso em algumas pessoas. [4]
Efeitos raros, porém graves (procure atendimento urgente)
Anticoncepcionais com estrogênio (pílula combinada/adesivo/anel) podem aumentar o risco de trombose (coágulo). O risco absoluto é baixo, mas existe. [5]
Procure urgência se houver:
• Dor/inchaço em uma perna, falta de ar, dor no peito, tosse com sangue
• Dor de cabeça muito forte e diferente, fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar ou enxergar
Quando conversar com seu médico antes de usar
Fale com seu médico se você:
• Fuma e tem mais de 35 anos, tem pressão alta, enxaqueca com aura, histórico pessoal/familiar de trombose, ou outros problemas de saúde importantes como o Câncer de Mama, sendo agravado, se houver história familiar.

Um agradecimento especial aos meus novos fãs em ascensão!Rosiane Pinheiro
30/05/2026

Um agradecimento especial aos meus novos fãs em ascensão!

Rosiane Pinheiro

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎Laiza Torres, Nelmar Nunes, Maria Da Penha Cruz, Veronica Coriolanos...
28/05/2026

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎

Laiza Torres, Nelmar Nunes, Maria Da Penha Cruz, Veronica Coriolanoss, Ana Claudia Pestana, Elisete Motta, Antônio Oliveira, Marcia C. Q Coelho, Izabel Grassini, Mauricea Souza, Gabriel Azevedo, Mara Wasenkeski, Arlete Damasceno, Dety de Castro, William Bomfim Nascimento, Graciosa Matta, Claudia Marcia, Maria Vieira, Erinea Simões, Daniel Silva, Nascimento Mello, Marli Diniz, Joelson Marins, Antônia Cristina, Elaine Ferreira, Anaclaudiapestanaferreira Pestanaferreira, Normalicia Oliveira, Ana Coutinho

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Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo!Neuza Blondet, Lene Gomes,...
27/05/2026

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo!

Neuza Blondet, Lene Gomes, Leonardo Fonseca, Wilca Passos, Juliana Lopes

26/05/2026

A deficiência dos hormônios da tireoide e dos hormônios produzidos pelas gônadas (testosterona nos homens e estrogênio nas mulheres) costuma provocar cansaço, desânimo, fraqueza muscular e redução da disposição física e mental.

Isso acontece porque esses hormônios funcionam como verdadeiros reguladores da energia do organismo. Quando estão baixos, as células passam a produzir menos energia, os músculos perdem força, o metabolismo f**a mais lento e até o cérebro trabalha em um ritmo reduzido. O resultado é aquela sensação de fadiga constante, falta de motivação, dificuldade de concentração e queda no rendimento diário.

Além disso, os hormônios tireoidianos e se***is participam da regulação dos receptores de LDL, conhecidos como receptores que captam o colesterol “ruim” da circulação. Quando há deficiência hormonal, a quantidade desses receptores pode diminuir, favorecendo o aumento do colesterol LDL no sangue. Isso ajuda a explicar por que pessoas com hipotireoidismo ou hipogonadismo frequentemente apresentam alterações do perfil lipídico.

Em resumo: quando tireoide e gônadas não produzem hormônios adequadamente, o organismo entra em um estado de menor produção de energia, menor desempenho muscular e metabólico, além de pior controle do colesterol. Por isso, sintomas como cansaço, desânimo e fraqueza não devem ser encarados como algo normal do envelhecimento, mas sim como possíveis sinais de desequilíbrio hormonal que merecem investigação médica.

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