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WMC+Anestesia Somos uma empresa de gestão, consultoria e terceirização de serviços de anestesiologia para hosp

Oferecemos gestão e consultoria e terceirização de equipes em serviços de anestesiologia em hospitais, clínicas e centros de diagnóstico. Nossa metodologia é focada em melhores práticas de gestão e da técnica anestésica, na segurança do paciente, no melhor desempenho em equipe e nos melhores resultados operacionais e financeiros.

Você sabia que a depressão resistente ao tratamento pode não ser apenas uma questão de “desequilíbrio químico”? A ciênci...
21/08/2026

Você sabia que a depressão resistente ao tratamento pode não ser apenas uma questão de “desequilíbrio químico”? A ciência de ponta aponta para um caminho mais profundo: a neuroinflamação.
Estudos recentes mostram que mastócitos — células do sistema imunológico — quando hiperativados (na chamada Síndrome de Ativação Mastocitária, ou MCAS), liberam mediadores inflamatórios que atravessam a barreira hematoencefálica e ativam a microglia, as células imunes do cérebro. O resultado? Inflamação cerebral que pode sustentar quadros de depressão que não respondem aos tratamentos convencionais.
É aqui que a cetamina entra como protagonista. Além do efeito rápido no humor, a cetamina atua como moduladora neuroimune:
✅ Reduz citocinas pró-inflamatórias (IL-6, TNF-α) ✅ Modula a microglia e a via da quinurenina ✅ Regula o eixo intestino-cérebro-pulmão, conectando microbiota, imunidade e humor ✅ Atua sobre o sistema complemento, abrindo novas fronteiras no tratamento
Na WMC+ Saúde, integramos anestesiologia, psiquiatria e psicologia em uma tríade de cuidado — medicina de precisão para quem não respondeu a tudo o que já tentou.
Se você ou alguém que você conhece vive com depressão refratária, há um caminho baseado em evidências. Converse com um especialista.
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Há temas que a medicina precisa deixar de tratar em silêncio. Foi com essa convicção que o Dr. Wanderson de Carvalho sub...
17/08/2026

Há temas que a medicina precisa deixar de tratar em silêncio. Foi com essa convicção que o Dr. Wanderson de Carvalho subiu ao palco do 3º Simpósio de Neuroanestesiologia, dentro do ###VI Congresso Brasileiro de Neurocirurgia (CBN26), no Rio de Janeiro, para apresentar, no dia 15 de agosto, a palestra “Burnout e dependência química: reconhecendo e enfrentando o problema”.
Na apresentação, ele trouxe um olhar de medicina de precisão e da medicina bioeletrônica para um dos temas mais urgentes e ainda pouco falados da saúde de quem cuida: o esgotamento profissional e sua relação direta com os vícios.
Entre os destaques do conteúdo:
• A tese central: burnout e dependência química compartilham uma biologia comum — disfunção do eixo HPA, inflamação neurogênica e hipofrontalidade.
• A inflamação como ponte entre os dois quadros: o burnout eleva biomarcadores como IL-6, TNF-α e PCR.
• A PCR como biomarcador preditivo da gravidade do vício, um caminho para reconhecer o risco cedo e intervir antes que o sofrimento se agrave.
• O enfrentamento com estratégias personalizadas, no centro da medicina de precisão.
Cuidar de quem cuida também é cuidar da saúde. Falar abertamente sobre burnout e dependência química é o primeiro passo para transformar o sofrimento em tratamento e o tratamento em vida.
Você já parou para pensar em como a sua rotina tem impactado a sua saúde mental? 💙
Dr. Wanderson de Carvalho · Anestesiologista | WMC+ 📍 3º Simpósio de Neuroanestesiologia · ###VI Congresso Brasileiro de Neurocirurgia (CBN26) · Rio de Janeiro · 15 de agosto

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🧠 Refratariedade: o desafio que a medicina precisa encarar — e que trouxe ao IV Londrina Unity Health 2026Hoje, às 11h, ...
14/08/2026

🧠 Refratariedade: o desafio que a medicina precisa encarar — e que trouxe ao IV Londrina Unity Health 2026

Hoje, às 11h, no Palco 2 do IV Londrina Unity Health 2026 e II Congresso de Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná, apresentei um tema que toca diretamente quem vive na linha de frente do cuidado: pacientes que não respondem aos tratamentos convencionais.

Na prática clínica, condições como síndrome de ativação mastocitária, disautonomia, hipermobilidade, neuroinflamação e disbiose intestinal são muito mais frequentes do que se imagina — e costumam aparecer juntas em pacientes refratários.

Quando falamos de transtornos de humor, dor crônica e vícios, tratar a refratariedade exige algo além do protocolo padrão: exige enxergar o paciente como um todo, com múltiplas comorbidades, em vez de tratar sintomas isolados.

É exatamente essa a proposta da WMC+ Saúde: uma abordagem integrada, sustentada pela medicina de precisão e pela bioeletrônica, que inclui a infusão de escetamina/cetamina como parte de um plano terapêutico personalizado, conduzido com segurança por médicos anestesiologistas.

Seguimos comprometidos com quem mais precisa: levar saúde, alívio e qualidade de vida a pacientes que já não sabem mais onde encontrar respostas.

Mais informações sobre o evento: londrinaunityhealth.com



“Se você é médico ou profissional de saúde e já se deparou com um paciente refratário, deixe nos comentários: qual o maior desafio que você enfrenta nesses casos? Vamos construir esse debate juntos. 💬 Compartilhe com alguém que precisa conhecer essa abordagem.”

26/06/2026

A psicoterapia não é um complemento opcional no tratamento com cetamina. Ela faz parte da estratégia terapêutica.

Essa é uma das razões pelas quais muitos protocolos e pareceres defendem uma abordagem multidisciplinar, envolvendo psiquiatra, anestesiologista e psicólogo durante o processo.

O objetivo não é apenas obter uma resposta rápida aos sintomas, mas também prolongar e consolidar os benefícios do tratamento ao longo do tempo.

Estudos sugerem que a associação entre cetamina e psicoterapia pode favorecer uma manutenção mais duradoura da melhora clínica quando comparada ao uso isolado da medicação. A ideia é aproveitar o período de maior neuroplasticidade induzido pela cetamina para trabalhar aspectos emocionais, comportamentais e cognitivos que fazem parte do quadro do paciente.

Sem esse acompanhamento, existe a preocupação de que os sintomas retornem mais rapidamente, levando à necessidade de repetidas intervenções sem uma estratégia terapêutica mais ampla e estruturada.

Por isso, a proposta da chamada tríade terapêutica ganha força: o psiquiatra realiza o diagnóstico e define a indicação, o anestesiologista garante a segurança e a condução da infusão, e o psicólogo atua no processo de integração e acompanhamento emocional do paciente.

Mais do que um procedimento isolado, o tratamento com cetamina deve ser entendido como parte de um cuidado multidisciplinar, individualizado e baseado em evidências científicas.

25/06/2026

A cetamina que conhecemos hoje não é uma molécula tão simples quanto parece.

Originalmente, ela foi desenvolvida na forma racêmica, ou seja, uma mistura de dois isômeros: a S-cetamina e a R-cetamina. Com o avanço das pesquisas, os cientistas perceberam que cada uma delas possui características e efeitos diferentes no organismo.

A S-cetamina, também chamada de escetamina, apresenta maior afinidade pelos receptores NMDA, responsáveis por parte importante dos efeitos anestésicos e analgésicos da medicação. Por isso, é amplamente utilizada na anestesiologia e também está presente em formulações intranasais aprovadas para situações específicas na psiquiatria.

Outro aspecto interessante é que ela tende a apresentar menor incidência de alguns efeitos dissociativos quando comparada à mistura racêmica tradicional, embora sua eliminação pelo organismo seja mais rápida.

Já a R-cetamina continua sendo alvo de estudos científicos. Pesquisadores investigam seu potencial efeito antidepressivo, que pode ser mais prolongado em determinados contextos, apesar de apresentar menor potência anestésica e menor afinidade pelos receptores NMDA.

Esse conhecimento reforça algo importante: a cetamina não atua em um único mecanismo. Embora o bloqueio dos receptores NMDA e do glutamato seja considerado uma das principais vias de ação, seus efeitos envolvem múltiplos sistemas neuroquímicos, o que ajuda a explicar sua versatilidade terapêutica e o crescente interesse da comunidade científica em diferentes áreas da medicina.

19/06/2026

A cetamina/escetamina tem despertado cada vez mais interesse da comunidade científica não apenas por suas aplicações na anestesiologia e na saúde mental, mas também pelo potencial papel em pesquisas relacionadas à oncologia.

Estudos experimentais vêm investigando como a molécula pode interagir com mecanismos celulares envolvidos no crescimento tumoral, na resposta inflamatória e na modulação do sistema imunológico. Essas linhas de pesquisa buscam entender se a cetamina pode exercer efeitos que vão além do controle da dor e do suporte anestésico tradicional.

Outro aspecto que tem chamado atenção dos pesquisadores é a possível influência da cetamina sobre algumas células de defesa do organismo, o que abre novas perspectivas para o estudo da interação entre sistema imunológico e câncer.

É importante destacar que esse é um campo em evolução. Embora os resultados iniciais sejam promissores em algumas áreas de pesquisa, ainda são necessários mais estudos para compreender plenamente o papel da cetamina dentro da oncologia e quais aplicações clínicas poderão ser confirmadas no futuro.

A medicina avança justamente assim: investigando novas possibilidades, validando evidências e transformando descobertas científicas em tratamentos cada vez mais eficazes e seguros para os pacientes.

16/06/2026

Você sabia que a cetamina nasceu de uma necessidade da medicina em situações de guerra?

Após grandes conflitos militares, surgiu o desafio de encontrar um medicamento capaz de controlar a dor e permitir procedimentos de emergência sem comprometer tanto as funções vitais dos pacientes gravemente feridos.

A busca era por uma medicação que pudesse ser utilizada em ambientes difíceis, muitas vezes sem acesso à estrutura completa de um hospital. Foi nesse contexto que a cetamina ganhou destaque por suas características únicas dentro da anestesiologia.

Com o passar dos anos, os estudos mostraram que seus efeitos iam muito além da anestesia. Hoje, a cetamina também tem aplicações importantes em áreas como controle da dor, cuidados paliativos e saúde mental, sempre com indicação médica criteriosa.

A trajetória dessa molécula mostra como a ciência evolui: um medicamento desenvolvido para atender uma necessidade específica acabou abrindo portas para novas possibilidades terapêuticas em diferentes especialidades médicas.

12/06/2026

A cetamina/escetamina tem sido cada vez mais estudada em diferentes áreas da medicina por seus múltiplos mecanismos de ação e aplicações clínicas.

Além de seu papel já consolidado na anestesiologia e no controle da dor, pesquisas vêm investigando sua utilização em contextos como cuidados paliativos, terapia intensiva, saúde mental e suporte perioperatório em pacientes selecionados.

No ambiente cirúrgico, a cetamina pode ser utilizada como parte de estratégias anestésicas e analgésicas, contribuindo para estabilidade clínica e controle da dor durante o período perioperatório. Já nos cuidados paliativos, seu uso pode auxiliar pacientes que enfrentam quadros complexos de dor, sofrimento emocional e redução da qualidade de vida.

Outro aspecto importante é que a cetamina não deve ser vista como uma intervenção isolada. Sua utilização exige avaliação criteriosa, monitorização adequada e acompanhamento por profissionais capacitados, respeitando protocolos médicos e indicações individualizadas.

Como todo medicamento de ação potente, também existem contraindicações, cuidados específicos e potenciais efeitos adversos que precisam ser considerados antes da indicação.

Por isso, a segurança do tratamento depende não apenas da medicação em si, mas da atuação integrada de uma equipe multidisciplinar, incluindo o médico responsável pela indicação, o profissional que realiza a infusão e os demais especialistas envolvidos no acompanhamento do paciente.

10/06/2026

O tratamento com cetamina/escetamina vai muito além da infusão em si. Para que ele seja realizado com segurança e dentro das melhores práticas, é fundamental a atuação integrada de diferentes profissionais.

Em muitos casos, o processo começa com a avaliação médica que identifica a indicação da terapia. A partir daí, a infusão é realizada com acompanhamento adequado e monitorização especializada, enquanto o suporte psicológico ajuda o paciente a aproveitar melhor os benefícios do tratamento dentro de um contexto terapêutico mais amplo.

Essa abordagem multidisciplinar é especialmente importante porque a cetamina não deve ser vista como uma solução isolada. O objetivo é que ela faça parte de um plano de cuidado estruturado, envolvendo avaliação clínica, acompanhamento emocional e monitoramento contínuo da evolução do paciente.

O mesmo conceito se aplica aos cuidados paliativos. Pacientes que enfrentam dor crônica, sofrimento emocional importante ou situações complexas relacionadas a doenças graves podem se beneficiar de uma abordagem integrada, na qual médicos e psicólogos trabalham em conjunto para oferecer um cuidado mais completo.

Na medicina moderna, os melhores resultados costumam surgir quando diferentes especialidades atuam de forma coordenada, colocando o paciente no centro do tratamento.

05/06/2026

A cetamina/escetamina tem despertado cada vez mais interesse na medicina por sua atuação em diferentes áreas, desde a anestesiologia até a psiquiatria e os cuidados paliativos.

Nos cuidados paliativos, por exemplo, ela pode fazer parte da abordagem de pacientes que enfrentam dores complexas relacionadas ao câncer avançado e também intenso sofrimento emocional diante do processo da doença.

Na saúde mental, seu uso vem sendo estudado e aplicado em casos específicos de depressão resistente, especialmente quando o paciente já passou por tratamentos convencionais sem obter a resposta esperada.

Outro contexto que tem chamado atenção é o burnout associado a quadros depressivos importantes. Em situações selecionadas, a cetamina pode integrar uma estratégia terapêutica mais ampla, sempre associada ao acompanhamento médico e psicológico.

E é justamente aí que existe um dos conceitos mais importantes desse tratamento: a janela de neuroplasticidade.

Após a infusão, o cérebro passa por um período de maior capacidade de reorganização de conexões neurais. Por isso, a psicoterapia tem papel fundamental no processo, ajudando o paciente a ressignificar experiências, desenvolver novas estratégias emocionais e consolidar mudanças positivas.

A cetamina não substitui o psicólogo, não substitui a psicoterapia e não substitui um tratamento completo.

Ela pode ser uma ferramenta poderosa quando utilizada com indicação adequada, protocolos seguros e uma equipe multiprofissional preparada para conduzir todo o processo terapêutico.

Endereço

Rua João Ângelo Cordeiro, 500/Sala 28, 2º Andar
São José Dos Pinhais, PR
CEP83005-570

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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