Dra. Laís Moreira

Dra. Laís Moreira Ginecologia e Obstetrícia | CRM 184.473 | RQE 92.826
Oncologia Ginecológica e Videolaparoscopia | Fellow HSPE
📍Itaim Bibi - SP

07/05/2026

Engravidar cura endometriose?

Quantas vezes você já ouviu que é só ter um filho que melhora?

Que depois da gravidez a endometriose some?

Não é assim.

Na gravidez, a mulher para de menstruar, os hormônios mudam e a dor pode até aliviar.

**Mas isso não é cura.**

**Isso é uma pausa hormonal.**

**E pausa não é a mesma coisa que tratamento.**

Quando o ciclo volta, o problema pode voltar junto.

E o que mais me incomoda nisso tudo é a violência escondida nessa frase.

Porque a mulher chega com dor, intestino alterado, relação dolorosa, **uma rotina que já não sustenta mais o mesmo ritmo…**

e, no lugar de investigação, escuta que talvez tudo se resolva quando engravidar.

Só que ela não precisa disso para merecer alívio.

**Ela não precisa adiar o cuidado.**

**Não precisa esperar outro momento da vida para ser levada a sério.**

**Endometriose não é uma doença para ser empurrada para depois.**

**Ela pode atingir ovário, intestino, bexiga, diafragma.**

**Só que esperar, às vezes, só prolonga a dor.**

Gravidez não cura endometriose.

**Cuidado de verdade começa quando essa mulher para de ser empurrada para depois.**

E você, já tinha ouvido falar nisso?

O documentário “Below the Belt” mostrou algo que muitos ainda relutam em admitir: mulheres com endometriose passam anos ...
06/05/2026

O documentário “Below the Belt” mostrou algo que muitos ainda relutam em admitir: mulheres com endometriose passam anos recebendo diagnósticos errados de intestino irritável porque os sintomas são quase idênticos e ninguém une os pontos.

A diferença entre as duas condições está no padrão. Na endometriose, os sintomas intestinais pioram junto com o ciclo menstrual. Eles obedecem a um ritmo hormonal que a síndrome do intestino irritável não tem.

No meu acompanhamento eu olho para o seu intestino (e mais 5 pilares da sua saúde) e endometriose, juntos.

Se você sente que merece cuidar da sua endometriose de maneira completa, comenta EU MEREÇO. Minha equipe e eu vamos te acolher. 🤍

Laís Moreira – CRM 184.473 | RQE 92.826

Essa publicação é de caráter informativo e não segue necessariamente as recomendações dos guidelines oficiais.

05/05/2026

Adenomiose é uma doença que muita mulher tem, sofre e nunca ouviu falar.

**Se a sua cólica piora a cada ano, se o fluxo vem mais forte, mais longo, com coágulos, se a pelve parece pesada, inchada, e a relação começa a doer...**

Isso não deve ser tratado como normal.

Na adenomiose, o tecido que deveria estar só dentro do útero começa a entrar no músculo.

E ele continua respondendo ao ciclo ali dentro.

Inflama, sangra, irrita e, aos poucos, **você deixa de sentir só uma menstruação difícil.**

**Você começa a perceber que o corpo já não sustenta tudo do mesmo jeito.**

O que mais me chama atenção é que muitas vezes **você passa anos duvidando do que sente.**

Os sintomas se confundem com outros problemas, o diagnóstico pode demorar, e **você vai aprendendo a suportar algo que já deveria ter sido investigado com profundidade...**

Até que um dia **você mesma começa a achar que está exagerando.**

Mas não está.

Porque adenomiose pode vir com dor forte, sangramento intenso e um impacto na vida que muita gente aprende a chamar de normal...

Por isso eu nunca olho só para a imagem.

**Porque a causa nem sempre está só no exame.**

**Muitas vezes, ela também passa pelo emocional.**

**Por isso você precisa ser acompanhada com escuta conforme esse corpo responde ao cuidado...**

Adenomiose não é frescura, muito menos só cólica forte.

É um corpo pedindo para ser compreendido antes que a dor precise falar mais alto.

Nesse Abril Roxo, envia esse vídeo para uma amiga que pode estar vivendo isso em silêncio.

A medicina não mente quando diz que endometriose não tem cura. O que muda é quando invertemos a lógica e tratamos a raiz...
04/05/2026

A medicina não mente quando diz que endometriose não tem cura.

O que muda é quando invertemos a lógica e tratamos a raiz e o que mantém a endometriose ativa.

O corpo dela entregou esse resultado porque finalmente alguém tratou o ambiente que estava sustentando a doença, não apenas os sintomas que ela produzia.

Isso é o que eu ofereço no meu acompanhamento. Não uma promessa milagrosa… mas um acompanhamento real, diário e personalizado para cada mulher que decide que quer ser criadora da sua realidade.

Se você sente que merece ter sua qualidade de vida de volta, comenta EU MEREÇO. Minha equipe e eu iremos te acolher e mostrar o caminho.

Laís Moreira – CRM 184.473 | RQE 92.826

Essa publicação é de caráter informativo e não segue necessariamente as recomendações dos guidelines oficiais.

30/04/2026

Você trata intestino irritável há anos.

Muda alimentação, tira glúten, lactose, toma probiótico… e mesmo assim nunca resolve de verdade.

Aí eu te pergunto.

E se não for só o intestino?

Porque muita mulher passa anos tratando o intestino, quando na verdade o que está por trás pode ser endometriose intestinal...

Os sintomas se confundem muito.

Inchaço, cólica, dor para evacuar, intestino que prende e depois solta, sensação de peso na barriga.

E aí ela passa no gastro, faz exame, tenta dieta, suplemento, investiga intolerância…

E muitas vezes escuta que está tudo normal...

Mas ela sabe que não está.

Só que ninguém olhou para o lugar certo.

Porque a endometriose no intestino muitas vezes não aparece num exame comum.

E a mulher segue tratando o sintoma, sem investigar a causa.

Eu já vi isso no consultório.

Paciente que tentou de tudo e só encontrou resposta quando investigou com profundidade.

**Por isso eu nunca olho só para o intestino.**

**Eu olho também para a capacidade que esse corpo tem de limpar aquilo que está em excesso.**

**Porque, quando ele não está conseguindo fazer essa limpeza direito, ele vai entrando em estresse oxidativo e acumulando inflamação.**

**E aí a mulher continua tratando o sintoma, mas o terreno que sustenta aquilo continua ali.**

**Por isso, muitas vezes, não é só o intestino que está ruim.**

**É o corpo inteiro pedindo para ser investigado com mais profundidade.**

E você, já tinha pensado nisso?

28/04/2026

Endometriose está entre os temas de saúde mais pesquisados do Brasil.

E, ainda assim, muita mulher leva anos para descobrir o que tem.

Agora se o corpo avisa, se a dor insiste, se a rotina começa a girar em torno disso…

Por que ainda é tão comum essa mulher passar tanto tempo sem resposta?

Porque o problema nunca foi só falta de informação.

Foi a forma como essa dor foi sendo diminuída no caminho.

A vida começa a ser organizada em volta daquilo.

Mas, no lugar de escuta, vem a adaptação.

E ela vai seguindo.

Vai se ajustando ao que nunca deveria ter sido tratado como normal.

Até começar a duvidar do que sente.

Só que o problema não é ela.

**Endometriose é uma doença inflamatória crônica.**

**Mas ela não depende só de inflamação.**

**Ela também depende de imunidade, de equilíbrio hormonal e da capacidade que esse corpo tem de limpar aquilo que está em excesso.**

**Quando esses pilares não estão funcionando bem, o corpo vai sustentando um ambiente que favorece a continuidade da doença.**

**E isso muita gente não vê.**

**A mulher sente dor, o corpo avisa, a rotina começa a girar em torno daquilo, mas ela continua sem resposta.**

**Porque, muitas vezes, olharam só para a doença.**

**Não olharam para o que está mantendo esse processo ativo.**

**E você, o que acha?**

24/04/2026

Essa é a , chegou no meu consultório totalmente insegura e desacreditada de um tratamento para saúde! Mas apesar da insegura, confiou em si mesma. Decidiu se priorizar.

Ela mora fora do Brasil e através dos meus cuidados e da minha equipe em 40 dias de tratamento tivemos menos 7kg de peso, sem medicação, a distância , tratando o corpo de dentro para fora! E não é sobre emagrecer, emagrecer é só uma consequência dos ajustes da rotina inteligente que ela desenvolveu, pra si, não pra mim.

Não é sobre doença , é sobre saúde!

O sintoma é só um sinal de tudo que tá acontecendo dentro de você, ele te alerta, ele te avisa e assim vamos ajustando o todo!

Viva a Gi 🤍

23/04/2026

Larissa Manoela falou sobre a endometriose dela.

E o que mais me chamou atenção foi perceber que, durante muito tempo, ela achou que aquela dor era normal.

Ela contou que sofria com cólicas muito fortes desde a adolescência.

E isso acontece com muita mulher também.

O corpo começa a dar sinais cedo, a rotina vai sendo atravessada por eles, mas, no lugar de investigação, vem a banalização.

*É cólica. Isso passa. É assim mesmo.*

Não é.

Quantas vezes você já ouviu isso e tentou seguir em frente como se fosse normal?

Quando a Larissa falou do medo que sentiu, especialmente por sonhar em ser mãe, ela colocou voz numa angústia que muita mulher vive em silêncio...

**Porque endometriose não mexe só com o corpo.**

**Ela atravessa a forma como essa mulher vive.**

**E uma coisa que eu vejo muito nas mulheres com endometriose é que elas não sabem colocar limites.**

**Elas não conseguem falar não.**

**Sentem dor, desconforto, intestino alterado, mas seguem sustentando tudo.**

**Vão se adaptando, tentando seguir em frente como se fosse normal.**

**Então, muitas vezes, o que aparece no físico é só a parte visível.**

**Por baixo disso existe inflamação, sim.**

**Mas também existe uma mulher que está há tempo demais se deixando para depois e precisando ser vista…**

E você, já tinha pensado nisso?

21/04/2026

Tem mulher achando que o problema é a dor.

Mas junto com a dor vem um cansaço que não passa.

Vem o acordar arrastada, se sentir mais irritada, perceber o cabelo mudar, a libido diminuir e a rotina começar a pesar mais do que antes.

E, aos poucos, ela vai deixando de se reconhecer no próprio corpo.

Porque quando a gente olha com mais profundidade, quase nunca é só dor.

É um corpo que inflamou, entrou em alerta e foi perdendo a capacidade de se recuperar.

Eu vejo muito isso na prática.

Quando a mulher passa anos sustentando tudo sozinha, sem pausa, sem espaço real pra si, o corpo responde.

Responde no jeito que ela acorda.

Na inflamação que não cede.

Nesse corpo que parece sempre cansado, mesmo quando ela tenta fazer tudo certo.

O sintoma não aparece à toa.

Ele mostra que tem alguma coisa ali pedindo pra ser vista com mais profundidade.

Por isso eu não olho só pra dor.

Eu olho pra mulher inteira e pro contexto em que esse corpo foi adoecendo aos poucos.

Porque, muitas vezes, não falta força.

Não falta disciplina.

Falta parar de tratar o sinal como se ele fosse o problema inteiro.

Se você já percebeu que não é só dor, talvez esteja na hora de olhar pra isso do jeito certo.

E você, o que acha?

16/04/2026

Você treina perto da hora de dormir?

Eu vejo muita mulher que passa o dia inteiro cuidando de tudo e deixa pra noite o único espaço que sobrou pra ela.

Então ela vai treinar.

Só que quando esse treino acontece muito perto da hora de dormir, o corpo não entende que já pode desacelerar.

Ele entende que ainda precisa ficar ligado.

E aí você deita, mas não desliga.

Tem mulher que até sente que rende melhor à noite.
F**a mais desperta, mais agitada, com a sensação de que o corpo funciona melhor nesse horário.

Mas isso nem sempre é sinal de equilíbrio.

Muitas vezes, é um ritmo tão desorganizado há tanto tempo que o corpo começa a achar normal viver assim.

E eu não olho pra isso de forma superficial.

Eu não chego dizendo pra paciente simplesmente parar de treinar à noite.

Primeiro eu entendo o que fez esse horário virar a única brecha possível.

Porque, muitas vezes, o ajuste não começa no treino.

Começa no jeito que o seu dia foi organizado.
No horário em que você consegue comer.
Na rotina que foi empurrando tudo o que é seu pro fim do dia.

E aí o ponto não é só o treino.

É o fato de o seu corpo só receber atenção quando todo o resto já foi resolvido.

Um corpo assim não desliga rápido.
Continua achando que ainda precisa sustentar mais alguma coisa.

Talvez o peso não esteja só no horário do treino.

Esteja nesse lugar que você foi ocupando na própria rotina.
Sempre por último.

14/04/2026

Seu abdômen está assim...

Me conta uma coisa.

Você faz tudo certo... come bem, treina, tenta se cuidar... e a barriga continua inchada?

Acorda cansada e sente que esse corpo não sai do lugar?

Porque, muitas vezes, o problema não é a sua alimentação.

É o seu corpo vivendo em estresse alto há tempo demais.

E aí sabe o que acontece?

Ele não se sente seguro. Ele entra em modo de sobrevivência.

E quando o corpo tá em alerta, ele inflama mais fácil, dorme pior, retém mais, acorda cansado e responde de um jeito muito diferente ao esforço que você tá fazendo...

Agora essa barriga que não vai embora, muitas vezes, não é só o que você tá comendo.

É o que você não tá conseguindo digerir na sua vida.

Uma situação que ficou presa, um estresse que não se resolveu, algo que o seu corpo tá tentando processar e não tá dando conta.

Por isso, antes de brigar com o seu corpo, eu gosto de ajustar o que sustenta a saúde de verdade.

Como você tá dormindo? Como tá o seu intestino? Você tem uma rotina noturna?

Você tá criando momentos de pausa ou tá o tempo todo no automático?

Porque se esse corpo continua em alerta, ele não se restaura.

E sem restauração, você pode se esforçar o quanto quiser — o resultado não vem.

Então, se você já faz tudo certo e ainda sente que esse corpo continua inflamado, cansado e travado, talvez seja hora de olhar pra causa raiz....

De dentro pra fora.

Bora cuidar de você?

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