Dra Verônica Tavares - Alergia e Imunologia

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Dra Verônica Tavares - Alergia e Imunologia Médica Alergista, mãe da Maria e da Teresa, dividindo seu dia a dia e descomplicando as doenças alérgicas

11/09/2026

O médico alergista em um momento passivo agressivo quando o paciente fala que a rinite não melhorou, mas ele também não seguiu o tratamento.

Quem aí já viveu isso?? 🫣

Anitta 🎤 Estrelas da Casa

09/09/2026

Eu tenho um sonho!

Que um dia as pessoas irão parar de associar a retirada do glúten e da lactose ao fato de ser saudável.

Ambos só são um problema para pessoas com diagnóstico de intolerância a eles.

Para a maioria da população, excluir alimentos com glúten e lactose além de não trazer benefícios, pode levar a perdas nutricionais e interferir na boa qualidade da flora intestinal.

Me conta aí nos comentários se você alguma vez comprou algum produto sem glúten ou lactose achando que seriam mais saudáveis!

Todo mundo entrou na trend mostrando os anos 80 cheios de neon, cores e exageros.Mas quem viveu sabe: tinha muito bege, ...
08/09/2026

Todo mundo entrou na trend mostrando os anos 80 cheios de neon, cores e exageros.

Mas quem viveu sabe: tinha muito bege, marrom, madeira escura e telefone creme por aí.

E quando olho para as alergias naquela época, penso que esse universo também era um pouco mais “bege”.

Não porque não existisse boa medicina. Muito do que fazemos hoje começou décadas atrás — a imunoterapia para alergias, por exemplo, é muito mais antiga que os anos 80.

Mas tínhamos menos ferramentas.

Na alergia alimentar, a exclusão era o principal caminho. Hoje, para pacientes selecionados, podemos trabalhar com aumento do limiar de reação e imunoterapia oral.

Na dermatite atópica e na asma grave, surgiram terapias-alvo e imunobiológicos que mudaram completamente nossas possibilidades de tratamento.

O diagnóstico também ganhou precisão. Hoje conseguimos, em determinadas situações, investigar não apenas a fonte alergênica, mas componentes moleculares específicos.

E existe uma ironia nessa história: enquanto o tratamento das alergias ganhou novas “cores”, várias doenças alérgicas se tornaram mais frequentes ao longo das últimas décadas.

Ainda temos muito a descobrir.

Mas, se eu pudesse escolher entre tratar alergias na década de 1980 ou em 2026, ficaria com 2026.

A medicina evolui. E acompanhar essa evolução é uma das coisas que mais gosto na minha especialidade.

Salve este post e mande para alguém que ainda jura que os anos 80 eram só neon.

Dia 07 de setembro e eu fiquei pensando no quanto essa palavra pode ter um significado diferente para quem convive todos...
07/09/2026

Dia 07 de setembro e eu fiquei pensando no quanto essa palavra pode ter um significado diferente para quem convive todos os dias com uma doença alérgica.

Independência pode ser comer sem tanto medo de uma exposição acidental.

Pode ser passar pela primavera sem viver de antialérgico.

Pode ser dormir uma noite inteira sem acordar se coçando.

Parece simples para quem olha de fora.
Mas, para quem vive com alergia, isso é qualidade de vida. Isso é liberdade.

E a boa notícia é que a Alergia e Imunologia mudou muito nos últimos anos. Hoje temos tratamentos capazes de ir muito além de simplesmente apagar sintomas — e, para pacientes bem selecionados, isso pode mudar a forma de conviver com a doença.

Talvez a gente não consiga prometer independência de todas as alergias.

Mas podemos buscar algo igualmente importante:

que a alergia deixe de comandar a vida do paciente.

Neste 7 de Setembro, esses são os meus 3 gritos de independência. 🇧🇷

Salve este post para lembrar que existem novas possibilidades de tratamento e compartilhe com alguém que merece viver com mais liberdade apesar da alergia.

07/09/2026

Uma reação alérgica grave não termina necessariamente quando os sintomas passam.

Depois dela, pode ficar uma pergunta:

“E se acontecer de novo?”

A anafilaxia é uma reação alérgica grave, de início rápido, que pode colocar a vida em risco e exige reconhecimento e tratamento imediatos.

Por isso, conhecer o risco individual, saber reconhecer os sinais de uma reação e receber orientação médica sobre como agir em uma emergência é fundamental.

Mas existe outro aspecto que também merece atenção:

o medo.

Medo de comer.
Medo de viajar.
Medo de deixar o filho na escola.
Medo de estar longe de atendimento.

Segurança não vem de fingir que o risco não existe.

Vem de informação, planejamento e preparo para saber o que fazer se for necessário.

Conhecimento não serve para aumentar o medo.

Serve para transformar medo em ação adequada. 🤍

Salve este conteúdo e converse com seu médico sobre qual deve ser o seu plano de ação em caso de uma reação alérgica grave.

Endereço

R Doutor Albuquerque Lins
São Paulo, SP

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