Abrahct A ABRAHCT tem como propósito ser a porta voz e a entidade representativa dos hospitais e clínicas de transição no país.

A ABRAHCT tem orgulho de apoiar o Curso de Certificação em Cuidados Extra-Hospitalares do CBEXS, uma iniciativa que fort...
03/08/2026

A ABRAHCT tem orgulho de apoiar o Curso de Certificação em Cuidados Extra-Hospitalares do CBEXS, uma iniciativa que fortalece a qualificação profissional e contribui para a evolução da assistência em saúde no Brasil.

Investir em conhecimento é promover um cuidado mais seguro, integrado e centrado no paciente, fortalecendo todo o ecossistema dos cuidados extra-hospitalares, sobretudo na Transição de Cuidados!

Parabenizamos o Colégio Brasileiro de Executivos em Saúde - CBEXS por essa importante iniciativa e desejamos sucesso a todos os participantes.

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Não fique de fora!

O cuidado continuado exige presença, escuta, atenção e tomada de decisão constante. São equipes que acompanham pacientes...
03/07/2026

O cuidado continuado exige presença, escuta, atenção e tomada de decisão constante. São equipes que acompanham pacientes em jornadas prolongadas, muitas vezes marcadas por fragilidade clínica, dependência funcional, reabilitação, transições de cuidado e vínculos intensos com famílias.

Nesse contexto, falar sobre a saúde mental dos profissionais não pode ser tratado como um tema individual, restrito à resiliência de cada pessoa. É também uma questão de organização do trabalho, gestão de riscos, segurança assistencial e sustentabilidade das instituições.

A atualização da NR-1 reforça esse movimento ao incluir os riscos psicossociais no escopo de atenção das empresas, ao lado de riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Entre os fatores que merecem atenção estão carga de trabalho, comunicação, metas, relações sociais, reconhecimento, pausas e exigência cognitiva.
Nas unidades de transição, esse debate é ainda mais urgente. A sobrecarga emocional e cognitiva pode ser silenciosa, mas impacta diretamente a equipe, o paciente e a continuidade da assistência.

Promover ambientes mais seguros para quem cuida é parte essencial da construção de um cuidado mais humano, qualificado e sustentável.

No Dia Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos, é importante lembrar: uma queda pode não terminar no momento do acident...
24/06/2026

No Dia Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos, é importante lembrar: uma queda pode não terminar no momento do acidente.
Para muitos idosos, ela pode iniciar uma jornada complexa, com internação, cirurgia, perda funcional, reabilitação, adaptação da família e necessidade de continuidade assistencial.
Entre 2008 e 2024, o SUS registrou mais de 918 mil internações por fraturas femorais em idosos. O dado mostra a dimensão do desafio e reforça a importância de olhar para o cuidado depois da queda.
Um estudo publicado na JAMDA, sobre transições pós-agudas em idosos com fratura de quadril, também aponta nessa direção: a recuperação não deve ser vista como um evento encerrado na alta hospitalar, mas como uma jornada que precisa de planejamento, reabilitação, orientação e integração entre diferentes pontos da rede.
Prevenir quedas também é cuidar depois da queda: reduzir riscos, recuperar funcionalidade e apoiar a pessoa idosa para seguir com mais segurança e autonomia.

Um hospital de alta complexidade com 200 leitos pode estar perdendo até 44 leitos cirúrgicos por causa de pacientes que ...
19/06/2026

Um hospital de alta complexidade com 200 leitos pode estar perdendo até 44 leitos cirúrgicos por causa de pacientes que já poderiam ter recebido alta.
Segundo o Observatório ANAHP 2026, pacientes de longa permanência reduzem em até 22% a capacidade cirúrgica hospitalar.
Esse número tem nome: ineficiência evitável.
A Unidade de Transição não é um custo extra na jornada do paciente. É um desbloqueador de receita para o hospital terciário — e uma escolha clínica mais segura para quem precisa de continuidade do cuidado.

A ABRAHCT representa as instituições que resolvem exatamente esse problema.

Você sabe qual é o papel da ABRAHCT?A ABRAHCT é a Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição. Sua atuaçã...
16/06/2026

Você sabe qual é o papel da ABRAHCT?
A ABRAHCT é a Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição. Sua atuação é voltada ao fortalecimento das unidades de transição e à ampliação do entendimento sobre esse modelo de cuidado no Brasil.
Mais do que representar instituições associadas, a ABRAHCT trabalha para dar visibilidade a uma etapa essencial da jornada assistencial: o cuidado entre a internação hospitalar e o retorno seguro para casa ou para outro ponto da rede.
Esse papel envolve educação do setor, valorização de boas práticas, articulação institucional e defesa de um cuidado mais integrado, seguro e sustentável.
As unidades de transição têm uma função própria dentro da rede de saúde. Elas apoiam pacientes que já superaram a fase hospitalar aguda, mas que ainda precisam de acompanhamento clínico, reabilitação, equipe multiprofissional e preparo seguro para seguir a jornada.
Fortalecer esse setor é contribuir para uma saúde mais coordenada, com melhor uso dos recursos, mais segurança para pacientes e famílias e maior reconhecimento da continuidade do cuidado como parte da qualidade assistencial.

Transição de cuidados não é simplesmente “sair do hospital e continuar sendo cuidado em outro lugar”.Essa é uma confusão...
12/06/2026

Transição de cuidados não é simplesmente “sair do hospital e continuar sendo cuidado em outro lugar”.

Essa é uma confusão comum.

A unidade de transição tem uma função assistencial própria: receber pacientes que já superaram a fase hospitalar aguda, mas que ainda precisam de acompanhamento clínico, reabilitação, equipe multiprofissional, orientação familiar e preparo seguro para a próxima etapa da jornada.

Isso faz diferença porque o período depois da alta pode ser uma fase de grande vulnerabilidade. É quando podem surgir dúvidas sobre medicamentos, perda de funcionalidade, insegurança da família, risco de complicações e necessidade de adaptação à nova rotina.

Por isso, a transição de cuidados não deve ser entendida como um cuidado genérico depois do hospital. Ela é uma etapa estruturada, com plano, equipe, objetivos terapêuticos e acompanhamento.

Cuidar no lugar certo, no momento certo e com a estrutura adequada também é segurança assistencial.

A desospitalização tem ganhado espaço nas discussões sobre sustentabilidade do sistema de saúde. Mas é importante reforç...
28/05/2026

A desospitalização tem ganhado espaço nas discussões sobre sustentabilidade do sistema de saúde. Mas é importante reforçar: desospitalizar não significa apenas reduzir o tempo de internação ou liberar leitos.

Para muitos pacientes, especialmente após eventos agudos, cirurgias, longas internações ou perda funcional, a alta hospitalar não representa o fim da jornada de cuidado.

Existe uma etapa intermediária em que ainda são necessários acompanhamento clínico, reabilitação, equipe multiprofissional e planejamento seguro para o retorno ao domicílio.

É nesse contexto que as unidades de transição do cuidado cumprem um papel estratégico: oferecer continuidade assistencial, reduzir riscos de reinternação e apoiar uma recuperação mais segura, digna e estruturada.

Desospitalizar com segurança é continuar cuidando.

Ainda existem muitos mitos sobre as unidades de transição do cuidado.Elas não existem para “apressar” a saída do hospita...
26/05/2026

Ainda existem muitos mitos sobre as unidades de transição do cuidado.

Elas não existem para “apressar” a saída do hospital, nem são indicadas apenas para idosos. Sua função é oferecer uma etapa intermediária para pacientes que já não precisam de cuidado hospitalar agudo, mas ainda necessitam de acompanhamento clínico, reabilitação, equipe multiprofissional e preparo seguro para voltar para casa.

Informação correta ajuda pacientes, familiares e instituições de saúde a compreenderem melhor esse modelo de cuidado.

Em 2026, sustentabilidade em saúde também passa por giro de leitos.Com VCMH em alta e taxas de ocupação que frequentemen...
20/05/2026

Em 2026, sustentabilidade em saúde também passa por giro de leitos.

Com VCMH em alta e taxas de ocupação que frequentemente superam 85% em grandes centros, manter pacientes fora da fase aguda em leitos de alta complexidade compromete eficiência, capacidade instalada e uso racional dos recursos.

As unidades de transição do cuidado ajudam a reorganizar essa jornada. Ao receber pacientes que ainda precisam de recuperação assistida, reabilitação e acompanhamento clínico, elas liberam leitos para casos mais complexos e contribuem para um fluxo assistencial mais adequado.

Estimativas indicam, nesse contexto, redução de 40% a 60% no custo da diária e potencial de queda de até 25% nas reinternações.
Giro de leitos não é apenas operação. É desenho assistencial.

18/05/2026

Entre o hospital e o retorno para casa, muitos pacientes ainda precisam de cuidado, segurança, reabilitação e acolhimento.
O depoimento de Lucile Nascimento de Couto, paciente da nossa associada, Rede Altana, mostra de forma simples e verdadeira o impacto dessa etapa da jornada:

Nas unidades de transição do cuidado, o paciente encontra uma estrutura preparada para apoiar sua recuperação e sua autonomia, com acompanhamento multiprofissional e um ambiente mais acolhedor para esse momento.
Porque voltar para a vida também exige cuidado no caminho.

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