18/05/2026
A mandíbula e a pelve carregam uma conexão profunda dentro do corpo feminino. O que tensiona uma, reverbera na outra. E muitas vezes, aquilo que a boca silencia… a pelve sustenta. Talvez por isso tantas mulheres que apertam os dentes durante a noite… também carreguem tensão na vulv4, na v4gina, no útero e no assoalho pélvico.
O corpo feminino guarda histórias. E a fisiologia nos mostra isso de forma profunda.
Durante o desenvolvimento embrionário, a boca e a pelve surgem de estruturas conectadas. E mesmo depois da formação do corpo, essa comunicação continua existindo através das fáscias, músculos, sistema nervoso e respostas emocionais.
Uma mandíbula tensionada pode refletir uma pelve tensionada. Quando apertamos a mandíbula, também contraímos a garganta.
E muitas vezes, sem perceber, contraímos o ventre, os glúteos, a vulv4.
E isso pode acontecer em momentos de: estresse, medo, silenciamento, susto, raiva reprimida, sobrecarga emocional...
Quantas mulheres aprenderam a engolir o choro? A não expressar a raiva? A falar baixo? A suportar em silêncio?
O corpo sente tudo isso. E a pelve costuma carregar aquilo que a voz não conseguiu dizer.
Por isso, muitas mulheres vivem com: bruxismo, dores na mandíbula, tensão pélvica, candidíase de repetição, dor na relação, enxaqueca tensional, vaginismo, travamento corporal, cansaço profundo...
Precisamos entender que não existe separação entre corpo e emoção. E existe também uma dimensão energética nesse processo.
A garganta é o centro da expressão. A pelve é o centro da criação, do prazer, do movimento e da potência feminina. Quando uma mulher perde sua voz… muitas vezes sua pelve também se fecha.
Por isso, entender que não é apenas físico, é importantíssimo. Existe um campo emocional, energético e a vida/história de uma mulher que precisa ser acolhida.
Aprender a respirar, relaxar e sentir segurança no próprio corpo também faz parte do processo.
Se você deseja viver esse processo com mais profundidade, eu posso te acompanhar.
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