Dra. Danielle H. Admoni Psiquiatra da infância e adolescência

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Dra. Danielle H. Admoni Psiquiatra da infância e adolescência Psiquiatra da infância e da adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria)

Uma reportagem publicada no Estado de Minas mostra uma realidade preocupante: como conteúdos misóginos e discursos de ód...
01/10/2026

Uma reportagem publicada no Estado de Minas mostra uma realidade preocupante: como conteúdos misóginos e discursos de ódio que circulam nas redes podem influenciar a formação de meninos e adolescentes, justamente em uma fase de construção de identidade, valores e relações.

A psiquiatra Danielle Admoni, especialista em infância e adolescência da Unifesp, explica que adolescentes ainda estão desenvolvendo a capacidade crítica necessária para interpretar e questionar as informações que recebem, o que pode torná-los mais suscetíveis à absorção acrítica desses discursos. Ela também chama atenção para o risco de que ideias misóginas sejam internalizadas como verdades, especialmente quando não há uma formação adequada em casa sobre relações de gênero.

Uma discussão importante não apenas sobre o que os adolescentes estão consumindo, mas sobre quem está ensinando meninos a lidar com frustração, rejeição, vulnerabilidade e relações afetivas.

Leia a matéria completa aqui:

https://www.em.com.br/especiais/2026/09/7499489-como-a-misoginia-das-redes-esta-formando-uma-geracao-de-garotos.html

A suspensão das multas relacionadas às regras de saúde mental no trabalho foi prorrogada por mais 90 dias pelo STF. A de...
25/09/2026

A suspensão das multas relacionadas às regras de saúde mental no trabalho foi prorrogada por mais 90 dias pelo STF. A decisão mantém em pausa as sanções previstas na NR-1 enquanto governo e entidades discutem os parâmetros para aplicação da norma.

Em entrevista ao UOL, a psiquiatra Danielle Admoni explica a relação entre saúde mental e ambiente de trabalho e diferencia burnout de quadros como depressão e ansiedade.

Leia a matéria completa no UOL:

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2026/09/25/mendonca-prorroga-por-90-dias-suspensao-de-multas-sobre-saude-mental-no-trabalho.ghtm

A prevenção em saúde mental não começa quando a crise aparece.Para crianças e adolescentes, ela também é construída no c...
23/09/2026

A prevenção em saúde mental não começa quando a crise aparece.

Para crianças e adolescentes, ela também é construída no cotidiano: nos vínculos afetivos, no sentimento de pertencimento, na qualidade das relações, no diálogo com os adultos e em uma rotina que ofereça segurança e espaço para expressar emoções.

No Setembro Amarelo, falar sobre prevenção também é olhar para aquilo que podemos construir antes do sofrimento se agravar.

A psiquiatra Danielle Admoni aborda esses fatores de proteção e o papel dos adultos na saúde mental de crianças e adolescentes em novo artigo publicado no Vida e Ação.

Artigo completo aqui: https://vidaeacao.com.br/saude-mental-de-criancas-e-adolescentes-se-constroi-muito-antes-da-crise/

Quando falamos em prevenção do sofrimento psíquico na adolescência, é comum olhar principalmente para os fatores de risc...
17/09/2026

Quando falamos em prevenção do sofrimento psíquico na adolescência, é comum olhar principalmente para os fatores de risco. Mas o que ajuda um jovem a atravessar as adversidades?

Pesquisas longitudinais têm identificado diferentes fatores associados à resiliência e à redução de ideação suicida. Um estudo com mais de 12 mil adolescentes encontrou efeitos protetores especialmente relacionados à autoestima, regulação emocional, otimismo, sono, atividade física, amizades e apoio dos pares.

Já uma pesquisa publicada em 2024 acompanhou adolescentes por mais de uma década e identificou associação entre menor ideação suicida e fatores como autopercepção positiva, atividade física, bem-estar e conexão com a escola. Em algumas análises, apego seguro e melhor funcionamento familiar também apareceram como fatores protetores.

Prevenção não é apenas identificar uma crise. É também construir, no cotidiano, uma rede na qual crianças e adolescentes possam se sentir pertencentes, falar sobre o que estão vivendo e encontrar ajuda quando precisarem.

resiliencia saudementalinfantil

Reportagem do Correio Braziliense aborda um fenômeno cada vez mais preocupante: como conteúdos misóginos e discursos de ...
14/09/2026

Reportagem do Correio Braziliense aborda um fenômeno cada vez mais preocupante: como conteúdos misóginos e discursos de ódio disseminados nas redes podem influenciar a forma como meninos e adolescentes enxergam as mulheres, os relacionamentos e a própria masculinidade.

Em entrevista à reportagem, a psiquiatra infantil e da adolescência Danielle Admoni explica que adolescentes ainda estão desenvolvendo a capacidade crítica para interpretar e questionar as informações que recebem, o que pode torná-los mais vulneráveis à absorção de discursos extremistas.

Para ela, quando não há uma formação adequada sobre relações de gênero em casa, esses jovens podem internalizar ideias machistas e misóginas como verdades, especialmente quando a educação acontece predominantemente no ambiente digital.

A reportagem também mostra como a chamada “machosfera” se apropria de inseguranças, rejeições e baixa autoestima para oferecer pertencimento e respostas simplistas, muitas vezes transformando frustração em ressentimento e ódio.
A reportagem suscita um questionamento muito importante: quais referências estamos oferecendo para que meninos aprendam a lidar com emoções, frustrações, vulnerabilidades e relações?

📌 Confira a reportagem completa:

https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2026/09/7428533-como-a-misoginia-das-redes-esta-formando-uma-geracao-de-garotos.html

Você entra em um cômodo e esquece o que ia fazer. Procura o celular que está na sua mão. Lê um parágrafo e percebe que n...
10/09/2026

Você entra em um cômodo e esquece o que ia fazer. Procura o celular que está na sua mão. Lê um parágrafo e percebe que não sabe o que acabou de ler. 😶‍🌫️
Será que sua memória está piorando?
Nem sempre. Em muitos casos, o problema pode estar antes da memória: na atenção.
Para uma informação ser armazenada, primeiro é preciso prestar atenção nela. E uma rotina cheia de notificações, mensagens, interrupções e trocas constantes de tarefa pode dificultar esse processo.

Estudos recentes encontraram associação entre o uso problemático das redes sociais e uma maior frequência de lapsos de memória no dia a dia. Mas isso não significa que as redes sociais causem perda de memória.

A boa notícia é que algumas mudanças simples podem ajudar: reduzir distrações, evitar a multitarefa, cuidar do sono e reservar momentos para fazer uma coisa de cada vez.

E quando os esquecimentos começam a interferir na rotina, vêm acompanhados de confusão, perda de autonomia ou piora progressiva, vale procurar avaliação profissional.

📌 Matéria completa aqui:

https://www.brazilhealth.com/.../sensacao-de-memoria...

Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o UNICEF, trouxe novos e alarmentes dados sobre abuso sexual em me...
08/09/2026

Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o UNICEF, trouxe novos e alarmentes dados sobre abuso sexual em meios digitais (veja carrossel).

As crianças e adolescentes que sofreram exploração ou abuso sexual facilitados pela tecnologia tiveram quatro vezes mais probabilidade de relatar pensamentos ou comportamentos suicidas e automutilação. Também apresentaram níveis significativamente mais elevados de ansiedade.

E o agressor nem sempre é um desconhecido: em 57% dos casos, a vítima já conhecia o autor da violência, que podia ser outra criança, namorado(a), amigo ou familiar. Em 38% dos casos, o primeiro contato com o agressor aconteceu pela internet.

O relatório também destaca que características, funcionalidades e elementos de design das plataformas foram utilizados para explorar a confiança das crianças e facilitar situações de abuso.
Outro dado preocupante: mais de 40% dos casos não foram contados a ninguém. Menos de 1% foram comunicados às autoridades.

Para o UNICEF, a proteção não pode depender apenas da capacidade de crianças e adolescentes de se protegerem. Plataformas, empresas, governos, escolas e redes de apoio também têm responsabilidade na construção de ambientes digitais mais seguros.

Fonte: UNICEF, 2026 — Through Children's Eyes: How Digital Technologies Enable Child Sexual Abuse.

03/09/2026

Reportagem do Brasil do Povo, da Rede TV (RedeTV!) mostra como o julgamento do corpo alheio às vezes vem em forma de "conselho", e a psiquiatra Danielle Admoni fala como a terapia pode ajudar a fortalecer a saúde mental para lidar com críticas à aparência.

Veja a reportagem completa (a partir de 1:30:00):

https://www.youtube.com/live/ucaDpahnPjA?is=6HkXKQHxqCtMARD-

31/08/2026

📱 Mais limites para crianças e adolescentes nas redes sociais

Reportagem do Jornal da Band aborda o acordo histórico firmado pela Meta com a Justiça americana, que prevê restrições ao uso do Instagram por crianças e adolescentes e mudanças nas regras de segurança da plataforma.

Por enquanto, as medidas valem apenas nos Estados Unidos. No Brasil, porém, algumas mudanças semelhantes já estão previstas no ECA Digital.

Na reportagem, a psiquiatra Danielle Admoni explica por que o cérebro ainda imaturo de crianças e adolescentes tem mais dificuldade para controlar o uso das redes sociais — e como os mecanismos das próprias plataformas podem tornar esse controle ainda mais difícil.

Veja a reportagem aqui (a partir de 18:13):

https://www.youtube.com/watch?v=s_WOpljDii8&t=1191s

28/08/2026

Uma pesquisa sobre padrões de beleza revelou que quase metade dos brasileiros já deixou de participar de algum evento por preocupação com a própria aparência.

Nesta reportagem para o programa Brasil do Povo, da RedeTV!, a psiquiatra Danielle Admoni fala sobre como a internet pode amplificar críticas e julgamentos sobre a aparência e os impactos disso na saúde mental.

Até que ponto a pressão para corresponder a determinados padrões de beleza interfere na forma como nos vemos, nos relacionamos e até nas escolhas que fazemos no dia a dia?

Veja a reportagem (a partir de 1:30:00):
https://www.youtube.com/watch?v=ucaDpahnPjA&t=5721s

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