01/10/2026
Uma reportagem publicada no Estado de Minas mostra uma realidade preocupante: como conteúdos misóginos e discursos de ódio que circulam nas redes podem influenciar a formação de meninos e adolescentes, justamente em uma fase de construção de identidade, valores e relações.
A psiquiatra Danielle Admoni, especialista em infância e adolescência da Unifesp, explica que adolescentes ainda estão desenvolvendo a capacidade crítica necessária para interpretar e questionar as informações que recebem, o que pode torná-los mais suscetíveis à absorção acrítica desses discursos. Ela também chama atenção para o risco de que ideias misóginas sejam internalizadas como verdades, especialmente quando não há uma formação adequada em casa sobre relações de gênero.
Uma discussão importante não apenas sobre o que os adolescentes estão consumindo, mas sobre quem está ensinando meninos a lidar com frustração, rejeição, vulnerabilidade e relações afetivas.
Leia a matéria completa aqui:
https://www.em.com.br/especiais/2026/09/7499489-como-a-misoginia-das-redes-esta-formando-uma-geracao-de-garotos.html