Dr Enrique Lora

Dr Enrique Lora Trato o corpo, cuido de almas e transformo mentes.
• Medicina Integrativa
• Harvard Medical School

A forma como você conversa consigo mesmo muda a forma como o seu cérebro reage ao estresse.Segundo a psicologia, trocar ...
28/05/2026

A forma como você conversa consigo mesmo muda a forma como o seu cérebro reage ao estresse.

Segundo a psicologia, trocar “estou sobrecarregado” por “preciso me concentrar no que é mais importante e ir devagar” ajuda a reduzir o estado de alerta mental e emocional. Isso acontece porque o cérebro interpreta as palavras como sinais de ameaça ou segurança.

Quando você reformula o pensamento com mais clareza e acolhimento, ativa regiões ligadas ao autocontrole, regulação emocional e tomada de decisão, diminuindo ansiedade, impulsividade e sensação de caos.

Nem sempre você precisa fazer tudo de uma vez. Às vezes, o que a mente precisa não é de mais pressão, mas de direção.

Referências científicas:

• Gross, J. J. (1998). The emerging field of emotion regulation: An integrative review. Review of General Psychology.
• Beck, A. T. (1976). Cognitive Therapy and the Emotional Disorders.
• Kross, E. et al. (2014). Self-talk as a regulatory mechanism: How you do it matters. Journal of Personality and Social Psychology.
• Lieberman, M. D. et al. (2007). Putting feelings into words: Affect labeling disrupts amygdala activity. Psychological Science.
• Troy, A. S., Wilhelm, F. H., Shallcross, A. J., & Mauss, I. B. (2010). Seeing the silver lining: Cognitive reappraisal ability moderates the relationship between stress and depressive symptoms. Emotion.

Seu corpo não foi feito para viver parado.E a sua mente sente isso.Quanto menos você se move, mais espaço o cérebro abre...
27/05/2026

Seu corpo não foi feito para viver parado.
E a sua mente sente isso.

Quanto menos você se move, mais espaço o cérebro abre para ansiedade, tensão mental e pensamentos excessivos. A neurociência mostra que a inatividade física pode aumentar a ruminação mental e desregular neurotransmissores ligados ao humor e ao equilíbrio emocional.

Já o movimento ativa mecanismos poderosos no cérebro: melhora a liberação de serotonina, dopamina e endorfinas, reduz o estresse, regula o sistema nervoso e ajuda a recuperar clareza mental e estabilidade emocional.

Às vezes, o que parece apenas cansaço emocional é um corpo pedindo movimento.

Caminhar.
Treinar.
Alongar.
Dançar.
Respirar profundamente.

Movimento não transforma só o corpo.
Transforma a mente, a energia e a forma como você sente a vida.

Referências científicas:
• Physical Activity Guidelines Advisory Committee. Physical Activity Guidelines Advisory Committee Scientific Report, 2018.
• Erickson KI et al. Exercise training increases size of hippocampus and improves memory. *PNAS*, 2011.
• Schuch FB et al. Physical activity and incident anxiety: A meta-analysis of prospective cohort studies. *Depression and Anxiety*, 2019.
• Ratey JJ, Hagerman E. *Spark: The Revolutionary New Science of Exercise and the Brain*. Little, Brown and Company, 2008.
• Stubbs B et al. An examination of the anxiolytic effects of exercise for people with anxiety and stress-related disorders: A meta-analysis. *Psychiatry Research*, 2017.

25/05/2026

A cardiomiopatia hipertrófica, doença citada no atestado de óbito do fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, morto aos 22 anos em São Paulo, provoca o espessamento anormal do músculo do coração e pode levar a arritmias graves, insuficiência cardíaca e morte súbita.

Apesar de muitas vezes silenciosa, costuma se manifestar justamente nos momentos de maior esforço físico, como treinos intensos e competições.

Na doença, parte do músculo cardíaco cresce além do esperado. A parede mais espessa deixa o coração rígido, reduz o espaço interno onde o sangue se acumula antes de ser bombeado e pode desorganizar os impulsos elétricos que comandam os batimentos.

A combinação de insulina, anabolizantes, estimulantes e diuréticos, acrescenta, aumenta o estresse cardiovascular e favorece arritmias, desidratação e alterações metabólicas que sobrecarregam o coração.

Muita força para toda a família, que ele descanse em paz 🖤

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Mulheres naturalmente possuem cerca de 20–30% menos creatina armazenada no corpo quando comparadas aos homens e isso pod...
21/05/2026

Mulheres naturalmente possuem cerca de 20–30% menos creatina armazenada no corpo quando comparadas aos homens e isso pode impactar muito mais do que apenas performance física.

A creatina também participa diretamente da produção de energia cerebral, função cognitiva, equilíbrio hormonal e saúde emocional.

Estudos mostram que a suplementação pode auxiliar em:

✔️ melhora do humor
✔️ redução de sintomas depressivos
✔️ mais energia mental e foco
✔️ melhora da memória e cognição
✔️ suporte hormonal feminino
✔️ melhor desempenho físico e recuperação muscular

Além disso, mulheres podem ter uma demanda ainda maior em fases como TPM, menopausa, privação de sono, estresse intenso e alta carga mental.

A creatina não é apenas um suplemento “de academia”. Ela pode ser uma grande aliada da saúde feminina de forma integrativa 🤍

REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS:
• Smith-Ryan AE, et al. Creatine supplementation in women’s health: a lifespan perspective. *Nutrients.* 2021.
• Allen PJ. Creatine metabolism and psychiatric disorders: Does creatine supplementation have therapeutic value? *Neurosci Biobehav Rev.* 2012.
• Lyoo IK, et al. A randomized, double-blind placebo-controlled trial of oral creatine monohydrate augmentation for enhanced response to antidepressants in women with major depressive disorder. *Am J Psychiatry.* 2012.
• Avgerinos KI, et al. Effects of creatine supplementation on cognitive function of healthy individuals: A systematic review of randomized controlled trials. *Exp Gerontol.* 2018.
• Candow DG, et al. Creatine supplementation and aging musculoskeletal health. *Endocrine.* 2021.

Quem mais está assim? 🤔
19/05/2026

Quem mais está assim? 🤔

Muita gente acha que a menopausa mexe só com os hormônios.Mas a alimentação também tem um impacto enorme em como essa fa...
14/05/2026

Muita gente acha que a menopausa mexe só com os hormônios.

Mas a alimentação também tem um impacto enorme em como essa fase será sentida no corpo e na mente.

Quando a ingestão de proteína é baixa, o organismo pode ter mais dificuldade para produzir neurotransmissores importantes, manter massa muscular, estabilizar a glicemia e sustentar níveis adequados de energia ao longo do dia.

E o resultado pode aparecer em forma de:
ansiedade, desânimo, cansaço constante, perda de força, alterações de humor e aquela vontade intensa de comer açúcar o tempo todo.

A proteína não serve apenas para músculos.
Ela participa da produção de dopamina, serotonina e de diversos processos metabólicos essenciais para o cérebro e para o equilíbrio hormonal, especialmente na menopausa, fase em que o corpo já passa naturalmente por mudanças importantes.

Por isso, muitas mulheres percebem melhora na disposição, na saciedade e até no humor quando começam a ajustar a ingestão proteica da forma correta.

Seu corpo não está “falhando”.

Talvez ele só esteja pedindo nutrientes que ficaram em falta por muito tempo.

Referências científicas:
• Phillips SM et al. Protein “requirements” beyond the RDA: implications for optimizing health. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism (2016).
• Bauer J et al. Evidence-based recommendations for optimal dietary protein intake in older people. Journal of the American Medical Directors Association (2013).
• Mitchell ES et al. Diet, menopause and the gut microbiome: emerging links. Maturitas (2017).
• Leidy HJ et al. The role of protein in weight loss and maintenance. American Journal of Clinical Nutrition (2015).
• Soares CN. Depression and menopause: an update on current knowledge and clinical management. Current Opinion in Psychiatry (2019).

O intestino e o cérebro conversam o tempo todo.E a ciência tem mostrado que crianças com TEA, TDAH e anorexia frequentem...
13/05/2026

O intestino e o cérebro conversam o tempo todo.

E a ciência tem mostrado que crianças com TEA, TDAH e anorexia frequentemente apresentam alterações importantes na microbiota intestinal, o conjunto de bactérias que vivem no intestino.

Esse desequilíbrio pode influenciar diretamente a produção de neurotransmissores como serotonina, dopamina e GABA, além de impactar inflamação, imunidade, humor, comportamento, cognição e até a forma como o cérebro responde aos estímulos.

Não é “só emocional”.
Não é “frescura”.

E também não significa que o intestino seja a única causa dessas condições.

Mas ignorar o eixo intestino-cérebro hoje é ignorar uma das áreas mais promissoras da neurociência e da medicina integrativa.

Cada vez mais estudos observam que alterações gastrointestinais, seletividade alimentar, inflamação intestinal e disbiose aparecem com frequência em crianças neurodivergentes, mostrando que cérebro e intestino funcionam como um sistema profundamente conectado.

Cuidar da microbiota não é apenas sobre digestão.
É sobre saúde cerebral, comportamento, regulação emocional e qualidade de vida 🧠✨

Referências científicas:
• “Microbiota intestinal e sua influência na saúde humana e no transtorno do espectro autista (TEA)” — Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences (2024).
• “A conexão entre a saúde intestinal e o autismo” — Research, Society and Development (2024).
• “A interligação entre microbiota intestinal alterada e transtornos do espectro autista” — Revisão Sistemática (2025).
• “Microbiota intestinal, inflamação e saúde mental” — Revista Científica Multidisciplinar do Centro Universitário São José (2024).
• “Impacto da microbiota intestinal no comportamento das crianças com TEA”.

Qual desses hábitos você ainda mantém, sem perceber o quanto está se prejudicando?
12/05/2026

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