Dr. Arnaldo Cambiaghi

Dr. Arnaldo Cambiaghi 🎯 Fertilização com precisão!
🤰🏼FIV, Endometriose, idade avançada, má-respondedora

06/06/2026

A coleta dos óvulos é um dos momentos mais importantes da fertilização. Para muitos, parece apenas um procedimento técnico. Para mim, representa muito mais do que isso.

Cada folículo que aspiramos carrega uma história. A história de uma mulher que sonhou engravidar naturalmente e descobriu que precisaria da ajuda da medicina. Carrega meses ou anos de tentativas, frustrações, exames, tratamentos e expectativas.

Muitas vezes, essa paciente já enfrentou falhas anteriores, perdas gestacionais ou diagnósticos difíceis. Mesmo assim, encontrou forças para continuar acreditando. Ao seu lado está um companheiro que compartilha o mesmo sonho, a mesma ansiedade e a mesma esperança de construir uma família.

Nesse momento, não estamos apenas coletando óvulos. Estamos cuidando de um projeto de vida. Cada óvulo representa uma possibilidade, uma oportunidade e um passo a mais em direção ao filho tão desejado.

A técnica é fundamental. A experiência da equipe faz diferença. A ciência nos permite oferecer as melhores oportunidades possíveis. Mas existe algo que nenhum equipamento consegue medir: a força do desejo de ser pai e mãe.

Por isso, cada coleta me emociona. Porque ela representa o encontro entre a dedicação do casal, a habilidade médica, os avanços da ciência e a fé que mantém vivo um sonho que nunca deve ser abandonado.

É essa união entre técnica, experiência, perseverança e esperança que transforma um procedimento médico em algo muito maior: a possibilidade de uma nova vida

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

A coleta de óvulos é, sem dúvida, um dos momentos mais emocionantes de toda a jornada da reprodução humana.Enquanto eu r...
05/06/2026

A coleta de óvulos é, sem dúvida, um dos momentos mais emocionantes de toda a jornada da reprodução humana.

Enquanto eu realizo o procedimento, enquanto aspiro cada óvulo com toda a atenção e cuidado que ele merece, não estou apenas executando uma técnica médica. Estou recolhendo sonhos. Estou segurando nas mãos a esperança de pessoas que acreditam, que lutam e que confiam em mim e na ciência para realizar o desejo mais profundo de suas vidas: ter um filho.

É nesse momento que ciência, amor e fé se encontram de uma forma que poucas áreas da medicina são capazes de proporcionar. Cada óvulo coletado representa uma possibilidade. Uma vida que pode começar. Uma família que pode se completar.

Para mim, esse instante nunca se torna rotina. E é exatamente essa sensação que me lembra, todos os dias, o privilégio que é fazer parte dessa história.

QUER SABER MAIS DETALHES SOBRE TRATAMENTOS DE FERTILIZAÇÃO? Escreva aqui qual s sua dúvida.

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Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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04/06/2026

O MILAGRE DA VIDA NOS TRATAMENTOS DE FERTILIZAÇÃO

Ser médico da reprodução humana é ter o privilégio de participar de uma das jornadas mais emocionantes da medicina.

É caminhar ao lado de mulheres e casais que sonham em ter um filho e que, muitas vezes, enfrentam dúvidas, frustrações e desafios até transformar esse sonho em realidade.

Acompanho cada etapa desse processo: a investigação da infertilidade, a definição do tratamento, a estimulação ovariana, a coleta dos óvulos e o desenvolvimento dos embriões no laboratório. Cada fase carrega esperança, dedicação e confiança.

Entre todos os momentos, a transferência embrionária é especialmente marcante. Um instante silencioso, mas repleto de significado, em que ciência, experiência, fé e amor se unem em torno de um único objetivo: gerar uma nova vida.

Depois vêm a espera, a ansiedade e a emoção de receber um resultado positivo.

Mas existe um privilégio ainda maior: acompanhar a gestação, ouvir os primeiros batimentos cardíacos e, ao final dessa jornada, realizar o parto daquele bebê que um dia foi apenas um sonho.

Recebê-lo em minhas mãos e entregá-lo aos seus pais é uma emoção difícil de traduzir em palavras.

Poucas especialidades permitem acompanhar uma história do início ao fim: da dor da infertilidade ao nascimento de uma nova vida.

Por isso, mesmo após tantos anos, continuo me emocionando a cada nascimento. Porque naquele momento não nasce apenas um bebê. Nasce uma mãe, um pai, uma família.

E é nesse instante que testemunhamos o verdadeiro milagre da vida: a realização de um sonho que parecia impossível e que, com amor, perseverança e ciência, se torna realidade.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
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A endometriose é uma doença que desafia até quem dedica a vida a estudá-la. Ela não é simples, não é igual para todas as...
03/06/2026

A endometriose é uma doença que desafia até quem dedica a vida a estudá-la. Ela não é simples, não é igual para todas as mulheres e muitas vezes leva tempo até ser compreendida. Costumo dizer que ela é dolorosa, difícil de diagnosticar, dinâmica, delicada, desafiadora e desanimadora para quem convive com ela.

Mas existe também o que chamamos, na prática médica, dos verdadeiros "6 Ds" da endometriose:
Dismenorreia (cólica menstrual intensa)
Dispareunia (dor durante a relação sexual)
Disúria (ardência ou desconforto ao urinar)
Disquezia (dor ao evacuar)
Dor pélvica (dor que persiste mesmo fora do período menstrual)
Dificuldade para engravidar

Ela acontece quando um tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, podendo atingir ovários, trompas, intestino e outras estruturas da pelve. Esse tecido responde aos hormônios do ciclo, gerando inflamação crônica. O impacto vai além da dor física: alcança a rotina, as emoções e os planos de vida.

Nem sempre a intensidade da dor traduz a gravidade da doença. Há mulheres com lesões extensas que quase não sentem sintomas, enquanto outras enfrentam dores fortes com alterações menores. Essa imprevisibilidade faz com que muitas passem anos em busca de respostas, carregando dúvidas, frustrações e a sensação de não serem acreditadas.

Quando falamos de fertilidade, a endometriose pode interferir alterando a anatomia das trompas, formando cistos nos ovários, impactando o ambiente pélvico e dificultando etapas como a fecundação e a implantação do embrião. Ainda assim, é importante dizer, com clareza e sensibilidade, que nem toda mulher com endometriose terá dificuldade para engravidar.

A endometriose pode confundir, cansar e assustar. Mas quando cada detalhe é olhado com atenção, o caminho deixa de ser um salto no escuro e passa a ser uma escolha construída com cuidado, ciência e escuta.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074 IPGO
Medicina da Reprodução

Quando uma gravidez demora a acontecer, ainda é muito comum que a primeira suspeita recaia sobre a mulher. Mas a fertili...
01/06/2026

Quando uma gravidez demora a acontecer, ainda é muito comum que a primeira suspeita recaia sobre a mulher. Mas a fertilidade nunca deve ser analisada olhando apenas um lado da história.

Para que uma gestação aconteça, existe uma sequência extremamente complexa de eventos envolvendo homem e mulher ao mesmo tempo. Produção dos espermatozoides, qualidade dos óvulos, ovulação, funcionamento das trompas, fecundação, desenvolvimento embrionário e implantação do embrião no útero.

Ao longo dos anos, acompanhei muitos casais que chegaram ao consultório carregando angústia, culpa e a sensação de que alguém precisava ser “o responsável” pela dificuldade de engravidar. Em muitos casos, percebemos que a dificuldade não estava em uma única causa, mas em diferentes fatores que precisavam ser compreendidos com atenção.

Não foram poucas as vezes em que encontramos alterações masculinas importantes em casais que investigavam apenas a mulher. Em outras situações, pequenas alterações dos dois lados, quando somadas, acabavam reduzindo as chances de gravidez sem que o casal imaginasse.

Por isso, uma avaliação completa precisa olhar o casal como uma unidade.

Exames hormonais, reserva ovariana, espermograma, histórico clínico, cirurgias prévias, endometriose, alterações testiculares, fatores genéticos, hábitos de vida e avaliação do desenvolvimento embrionário fazem parte de uma investigação muito mais ampla do que a maioria das pessoas imagina.

Sempre digo aos pacientes que fertilidade não deve ser conduzida buscando culpados. O foco precisa estar nas respostas, nas possibilidades e no entendimento real do que está acontecendo.

Quando existe diagnóstico correto, conseguimos evitar tentativas desgastantes, conduzir decisões com mais segurança e construir caminhos mais conscientes para aquele casal.

Nenhuma história deve ser carregada sozinha. O processo pertence aos dois desde o começo.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

A sua idade no documento não define o seu momento reprodutivo.Duas mulheres com a mesma idade podem ter prognósticos com...
29/05/2026

A sua idade no documento não define o seu momento reprodutivo.
Duas mulheres com a mesma idade podem ter prognósticos completamente diferentes, e é justamente por isso que uma avaliação individualizada faz tanta diferença.
Neste carrossel eu explico como o envelhecimento biológico influencia a fertilidade e por que olhar só para a idade pode levar a conclusões incompletas.
Se você está pensando em engravidar ou quer entender melhor o seu momento reprodutivo, fiz esse conteúdo pensando em você.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074 IPGO
Medicina da Reprodução

Chegou a 12ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.A matéria principal traz um dos temas mais...
29/05/2026

Chegou a 12ª edição do Jornal RESOLVE – Guia da Saúde Reprodutiva e Bem-Estar.

A matéria principal traz um dos temas mais inovadores e promissores da medicina reprodutiva atual: a rapamicina e seu possível papel nos tratamentos de fertilização, abordando como ela pode influenciar o envelhecimento ovariano, a reserva ovariana e novas perspectivas para preservar a fertilidade feminina.
Ao longo desta edição, você encontrará conteúdos importantes sobre:

• Rapamicina e sua relação com fertilidade, endometriose e reserva ovariana
• Agonistas de GLP-1 e os cuidados no planejamento da gestação
• AMH e contagem de folículos antrais: como interpretar os exames de reserva ovariana
• Preservação da fertilidade em pacientes mulheres trans
• E muito mais...

O Jornal RESOLVE foi criado com um propósito claro: transformar ciência em informação acessível, combater a desinformação e ajudar mulheres e homens a compreender melhor o próprio corpo, a fertilidade e os caminhos possíveis dentro da medicina reprodutiva.

Para baixar acesse https://bit.ly/3Q804AU

Tenha uma excelente leitura!


Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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28/05/2026

Muitas mulheres pensam em preservar a fertilidade, mas nem sempre sabem qual é o melhor momento ou quais caminhos realmente existem para tornar esse planejamento possível.

A fertilidade feminina se transforma ao longo dos anos, e entender como está sua reserva ovariana pode ser um passo importante para quem deseja manter abertas as possibilidades para o futuro.

O congelamento de óvulos é uma decisão individual, que envolve história de vida, planos pessoais, momento profissional e objetivos familiares. Por isso, cada caso precisa ser avaliado com atenção, clareza e orientação médica individualizada.

O que muitas mulheres ainda não sabem é que existem diferentes possibilidades dentro do planejamento reprodutivo. Conhecer essas alternativas pode trazer mais tranquilidade e ajudar na tomada de decisão.

Sempre existe uma possibilidade a ser avaliada. Sempre pode haver um caminho que ajude você a se aproximar desse desejo e planejar o seu futuro reprodutivo com mais segurança.

No IPGO, nossa equipe está preparada para orientar cada mulher de forma personalizada, esclarecer dúvidas e avaliar com responsabilidade quais possibilidades podem fazer sentido para cada momento da vida.

Se esse tema faz parte dos seus planos, converse com o IPGO e saiba como podemos ajudá-la a entender suas possibilidades.

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22/05/2026

Existem dores que ninguém vê. Sorrisos escondendo lágrimas, respostas automáticas para perguntas difíceis e noites silenciosas carregadas de medo, culpa e frustração. A jornada da infertilidade mexe com o corpo, mas principalmente com a alma do casal. E é justamente nesses momentos que o amor precisa deixar de ser apenas palavra para se transformar em presença verdadeira.

Na reprodução assistida, a mulher frequentemente enfrenta a parte mais intensa do tratamento: hormônios, injeções diárias, exames invasivos, punções, sangramentos, oscilações emocionais e a exaustão física de meses, às vezes anos, de tentativas. Nenhuma mulher deveria atravessar isso sentindo-se sozinha. E nenhum homem deveria acreditar que sua função é apenas “acompanhar”. O tratamento precisa ser vivido a dois, com apoio, escuta, cuidado e parceria real.

Quando o casal se fortalece emocionalmente, tudo muda. O abraço depois de um resultado difícil, a mão segurando durante um exame, a conversa sincera nos dias de medo e a comemoração das pequenas conquistas transformam a caminhada. O apoio emocional não elimina os desafios, mas torna o coração mais forte para enfrentá-los. E muitas vezes é essa união que sustenta o casal até a realização do sonho.

A reprodução assistida vai muito além da técnica e da medicina. Ela exige acolhimento, sensibilidade e humanidade. Cada casal tem uma história única, marcada por expectativas, inseguranças e esperança. Por isso, o tratamento precisa ser conduzido com proximidade, atenção e cuidado verdadeiro em cada detalhe.

Aqui, vocês não serão apenas mais um prontuário ou um protocolo. Serão ouvidos, compreendidos e acompanhados de forma humana durante toda a jornada. Porque o sonho de formar uma família merece ser cuidado com ciência, experiência e, acima de tudo, empatia.

E talvez o mais importante de tudo seja lembrar: vocês não precisam passar por isso sozinhos.
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Essa figura sobre a relação da endometriose com a fertilidade foi apresentada no último congresso internacional de endom...
21/05/2026

Essa figura sobre a relação da endometriose com a fertilidade foi apresentada no último congresso internacional de endometriose em que estive presente, em Frankfurt, na Alemanha, em 2026.

Ela representa exatamente aquilo que eu penso e aquilo que eu faço logo na primeira consulta.

Quando uma paciente chega ao consultório, eu não avalio apenas hormônios ou reserva ovariana. Eu procuro sinais silenciosos que possam indicar endometriose e, frequentemente, adenomiose, doenças que muitas vezes caminham juntas e podem comprometer fertilidade, implantação embrionária e qualidade de vida da mulher.

Faço perguntas diretas sobre cólicas, dor nas relações, alterações intestinais, fluxo menstrual, dores pélvicas e histórico clínico. Depois disso, realizo um exame ginecológico rigoroso. Havendo suspeita, encaminho imediatamente para exames especializados, como ressonância magnética pélvica ou ultrassom com preparo intestinal realizado por especialistas em endometriose.

É assim que consigo detectar a doença precocemente e iniciar um tratamento adequado antes que a fertilidade seja comprometida de forma silenciosa.

E existe um detalhe importante: essa investigação não deveria acontecer apenas em mulheres inférteis.

Mesmo mulheres que ainda não desejam engravidar precisam ser investigadas quando apresentam sintomas sugestivos.

O diagnóstico da endometriose não deveria demorar anos.

A pesquisa precisa começar cedo. Na primeira consulta de infertilidade ou até mesmo em uma consulta ginecológica de rotina.
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