Saude Organizacional Unificada - SouCare

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05/12/2016

05/11/2016 - Dia Internacional do Voluntário

O ano está chegando ao fim...

É tempo de colocar na balança as metas que traçamos para o ano, frente as nossas realizações. Tempo de pensar no que fizemos por nós e pelo outro. Pois todos nós almejamos um mundo melhor, com mais amor, mais compaixão e empatia.

A maioria de nós já pensou o que poderia fazer para contribuir, de alguma forma, para melhorar o mundo em que vivemos. Muitas vezes o desejo vem, mas logo é jogado de lado, pois temos tanto a fazer, e é comum dizermos: “não tenho tempo nem para mim e minha família, como vou ter condição de me engajar em algo mais? ”, “minha agenda está lotada”, e assim por diante.

O meu desafio é que você possa se engajar em algo que acredita, com paixão, para mudar o mundo.

Este ano fui surpreendida por esta gente boa, que se engaja, que abraça uma causa, que dedica seu tempo, sem ter nada em troca, a não ser a imensa satisfação de saber que sua atitude está ajudando a mudar o mundo.

Eu tive o privilégio de ser voluntária como articuladora nacional de um projeto contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, com foco na Olimpíada e Paraolimpíada, a Campanha Bola na Rede. Uma Campanha de sensibilização e conscientização sobre o papel de cada um de nós na proteção de crianças e adolescentes.

A Campanha mobilizou mais de 900 voluntários, de 83 igrejas e organizações, que saíram às ruas para abordar outras pessoas, conversando sobre a proteção de crianças. Na abordagem de rua foi possível sentir a dor de quem já sofreu abuso sexual, nos dizendo como é importante a Campanha: “quando eu precisei não tinha ninguém para me ajudar...”. Como este relato tivemos muitos e muitos, pessoas idosas com lágrimas nos olhos contando sua história.

A força desses voluntários nos levou a alcançar 25.695 pessoas, que foram abordadas e receberam material com informação sobre o tema. Os voluntários que já tinham sido capacitados, saíram de suas casas e passaram muito do seu tempo nas ruas, abordando pessoas e turistas.

Era incrível ver a alegria no rosto de cada um dos voluntários por fazer parte deste movimento. Movimento que foi possível apenas pela participação dessa massa de voluntários, dispostos a trabalhar em prol de uma causa. Sozinhos não conseguimos fazer nada, mas juntos podemos muito. Podemos sonhar, sonhar com um mundo onde as crianças sejam tratadas com dignidade, amor e respeito.

Gisele Reikdal Kallaur
Diretora Administrativa na SouCare
Voluntária como articuladora nacional em RENAS

Porque nossa capacidade de inovar não reflete em resultados em nosso dia a diaA criatividade e poder de inovação de noss...
30/11/2016

Porque nossa capacidade de inovar não reflete em resultados em nosso dia a dia

A criatividade e poder de inovação de nossas empresas e nossos profissionais são amplamente reconhecidas e destacadas, não apenas localmente, mas globalmente. Não é à toa que "feras" de várias áreas ocupam lugares de destaque em players globais. De longa data os profissionais de propaganda e marketing fazem sucesso em todo canto. Isso pra não falar de outras áreas como medicina, TI, nanotecnologia, etc. No entanto o impacto gerado por estas descobertas, inovação e criatividade, tem influenciado pouco os resultados das empresas por aqui.

Mas faz todo sentido. Inovação, criatividade, desenvolvimento, estão intimamente ligados a novos experimentos, a risco, a provar, a investir, a mudar, a ganhar e a perder. E como fazer isso quando vivemos com "os centavos" contados? onde cada um destes centavos faz muita falta... Aí o que sobra é cair na mesmice do sempre igual, do "de sempre". Andamos com medo, estamos sem motivação, empolgação para provar algo novo, para investir no criativo, no diferente. Esse é mais um fruto desta crise que permitimos que criasse corpo, amarras e tomasse nossa economia, nossa alegria de viver.

Não inovamos, não criamos apenas para reduzir custos, mas para proporcionar mais qualidade de vida, bem estar, conforto, prazer. E... como se dar ao desfrute?

Mais do que isso, acabamos por vivenciar no dia a dia de nosso negócio, um pensamento as vezes mesquinho, medroso. "Pra que arriscar? Não tenho tempo para ouvir. Estou satisfeito com o que tenho. Infelizmente muitas oportunidades se perdem por ai. Não tenho paciência para provar novas soluções e quem sabe, obter resultados ainda maiores, inesperados e surpreendentes.

Mas vale a pena mudar, vale a pena se entusiasmar, vale acreditar, vale inovar. Gerencie seu tempo permitindo abrir a mente para o novo e oxigenar o dia a dia atribulado. Acredite nas novas ideias, nas pessoas, na mudança. Separe um tempo para ouvir, para ler sobre mudanças e inovação. Com a mudança vem a alegria, a felicidade, o novo, o diferente! quem sabe: o melhor!!! Como diria um grande pensador, Oscar Motomura: "Porque não? "

Roberto Kallaur - CEO SouCare (29/11/06)

28/11/2016

ANS lança versão para iOS de aplicativos com dados de planos de saúde

Ferramenta permite que consumidor consulte a cobertura de procedimentos obrigatórios

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) acaba de tornar disponível seu aplicativo com dados sobre planos de saúde para usuários do sistema operacional iOS. A partir de agora, já é possível fazer o download do app em qualquer Iphone, Ipad ou Ipad Touch e ter acesso rápido a informações importantes sobre coberturas obrigatórias, operadoras ativas e consultas aos reajustes válidos para os planos de saúde individuais, ano a ano, desde 2000.

Um dos maiores ganhos para o beneficiário é poder pesquisar rapidamente as coberturas assistenciais obrigatórias, de acordo com o tipo de plano de saúde contratado. A ferramenta, que também está disponível para Android, oferece maior segurança para o consumidor que vai contratar um plano de saúde pois permite consultar os dados cadastrais de operadoras e saber se a mesma está ativa e quantos beneficiários estão vinculados.

Para o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão, as novas tecnologias devem ser aproveitadas em prol do consumidor. “O empoderamento do consumidor está no centro das atividades da ANS e, nesse sentido, o aplicativo é um avanço para a ampliação do acesso a informações a todos os usuários de planos e àqueles que querem contratar um de maneira consciente”, explica.
Como usar a ferramenta

No aplicativo, na tela inicial, o beneficiário poderá clicar no ícone à esquerda e abaixo para ser direcionado a uma área onde poderá escolher entre “Verificar Cobertura”, “Consultar Operadoras” e “Consultar Reajustes”. Para verificar a cobertura de qualquer procedimento, o consumidor deve selecionar o tipo de plano, de acordo com as seguintes opções: consultas e exames, internação, parto e odontologia. Depois de assinalar uma ou mais opções, o aplicativo identifica a segmentação contratada, como, por exemplo, se a cobertura é somente ambulatorial ou somente hospitalar; ou se é um plano que cobre ambulatório e rede hospitalar, com ou sem cobertura obstétrica; ou, ainda, se há serviços odontológicos incluídos.

Com a identificação da segmentação do plano de saúde, o aplicativo abrirá uma tela onde basta inserir o nome do exame, da consulta, procedimento ou de um medicamento oral para tratamento de câncer. Na próxima etapa da pesquisa, o aplicativo trará informações mais detalhadas sobre o procedimento escolhido, incluindo as regras de utilização previstas no rol estabelecido pela ANS, o que permite que o consumidor identifique se há cobertura obrigatória para a indicação especificada para ele. Atualmente, o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS tem 3.261 itens que podem ser pesquisados pelo consumidor por meio do aplicativo.

Com relação aos dados cadastrais, basta marcar “Consultar operadoras” no início do programa e, na sequência, informar o nome do plano de saúde ou o número de registro na ANS. Nessa área, podem ser conferidas informações como o CNPJ e porte da empresa, bem como se o plano de saúde está ativo no mercado e a quantidade de beneficiários.

Além disso, pelo aplicativo o cidadão tem acesso às informações sobre os reajustes anuais de planos individuais e familiares autorizados pela Agência, por operadora, desde o ano 2000. Para isso, basta marcar a opção “Consultar reajustes” no início na tela inicial que o aplicativo logo dará a opção de pesquisa das informações por ano.

A ferramenta traz, ainda, os canais de comunicação com a Agência. Portanto, por meio de um ícone na tela, o consumidor tem acesso direto aos contatos de atendimento, como o Disque ANS. Assim, no final da consulta sobre cobertura assistencial, caso ainda tenha alguma dúvida, o consumidor pode cadastrar seu pedido de informação ou registrar reclamações apenas clicando no ícone.

O app está disponível para todos os cidadãos na Apple Store e na Google Play Store.

Fonte: ANS

21/11/2016

PLANO de SAÚDE ou de DOENÇA
21 de nov de 20161 visualização0 pessoas gostaram0 comentáriosCompartilhar no LinkedInCompartilhar no FacebookCompartilhar no Twitter
Quando falamos de planos de saúde, o apelo comercial, o exagero do marketing na divulgação de produtos e serviços de saúde, acabou ao longo dos anos vulgarizando e criando uma idéia errônea do que entendemos por saúde ou plano de saúde. Associado aos crescentes custos da saúde, a falta de ações de saúde preventiva, a automedicação, a regulamentação desproporcional das agencias de saúde cada vez mais severas, e a falta de ética e confiança nas relações desta cadeia de fornecimento, levou-nos a uma dúvida: Será que o que tenho é um plano de saúde ou de doença? Claro que sempre precisaremos cuidar da doença, mas falar de saúde é obrigatoriamente falar também de prevenção, de qualidade de vida, de mudança nos hábitos alimentares, estilo de vida, e hábitos ocupacionais, no trabalho. Sem uma atuação consistente, integrada e preventiva nestes pontos, não conseguiremos garantir saúde futura. Não é porque pago um plano e tenho uma "carteirinha" que me dá acesso indiscriminadamente ao que quero em um guia médico, que eu terei minha saúde garantida. Nem tão pouco poder ir a vários médicos. Aguardar horas ou dias para uma consulta ou exame pode ser tarde de mais...

Precisamos de uma mudança conjunta, imediata, do usuário e prestadores nas práticas de saúde: Oferta de serviços preventivos de saúde pelas operadoras, conscientização do consumidor quanto aos seus deveres para com sua saúde, apoio dos orgãos reguladores na formatação de serviços efetivos de saúde a população, responsabilidade da empresa no suporte de ações de saúde in company e honestidade na prestação dos serviços pela rede prestadora. Todos ganham. Consigo gerar mais saúde, reduzir as doenças, melhorar a qualidade de vida, a disposição no trabalho, o rendimento operacional reduzindo afastamentos, absenteísmo e tributos - FAP, e assim consigo reduzir meus custos totais com a saúde. Arrisco afirmar que só os custos do desperdício da saúde hoje proporcionaria uma saúde eficaz a toda população brasileira, sem custos adicionais.

A população brasileira está envelhecendo, o sistema previdenciário nacional está falido e não suporta absorver mais consumidores que não conseguem mais pagar seus planos de saúde. Também não conseguimos mais pagar preços abusivos por planos que me acrescentam muito pouco em saúde. Não há outro caminho que não a geração continuada de saúde, a prática de saúde com qualidade em tudo que fazemos. Parafrasiando um dos maiores estadistas dos últimos tempos, NÓS PODEMOS! VAMOS MUDAR A SAÚDE DO BRASIL. ACREDITAR É FAZER ACONTECER.

Roberto Kallaur - CEO da SouCare - Saúde Organizacional Unificada

21/11/2016

Plano de Saúde

Consumidor ganha maior proteção na compra online de planos de saúde
Fonte: ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou regras que dão mais segurança ao consumidor que decidir contratar um plano de saúde por meio de plataformas digitais, como portais na internet ou aplicativos disponíveis em smartphones. As determinações estão dispostas na Resolução Normativa nº 413, publicada na edição desta segunda-feira, (14), do Diário Oficial da União e passam a valer imediatamente.

A partir de agora, as operadoras, administradoras de benefícios e corretoras que optarem por oferecer esse tipo de comercialização deverão seguir o mesmo padrão quanto à divulgação de informações sobre os produtos disponíveis para venda e aos documentos necessários para a transação. Os prazos para conclusão do processo de compra e para a realização de perícia ou entrevista qualificada – se necessárias – também estão determinados na norma.

É importante destacar que a venda online é facultativa e não substitui a presencial, ficando a critério do consumidor a melhor forma de contratar um plano de saúde.

A ampliação das possibilidades de escolha - já que o interessado poderá navegar pelos portais de diversas empresas antes de se decidir pela compra, e a realização da contratação pela internet, estão de acordo com a demanda por produtos e serviços que possam ser adquiridos online, com mais comodidade e economia de tempo. E o mais importante: com maior poder de pesquisa, aumentam-se as chances de acerto na escolha.

“A compra remota facilita a pesquisa dos planos disponíveis e a comparação de preços. É uma realidade nos dias de hoje para o consumidor que quer agilidade, autonomia e facilidade. Acima de tudo, a normativa da ANS disciplina a prática e assegura a proteção do consumidor, garantindo que as empresas que optarem por essa modalidade de comercialização deverão fornecer todas as informações necessárias ao futuro beneficiário”, explica Martha Oliveira, diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS.

Construção coletiva
O processo de elaboração da norma foi feito de forma inédita na ANS, com a criação de um grupo interáreas que reuniu representantes das diretorias de Desenvolvimento Setorial (DIDES), Fiscalização (DIFIS) e Normas e Habilitação dos Produtos (DIPRO), além de representantes entidades representativas de operadoras, de prestadores de serviços de saúde e de órgãos de defesa do consumidor e de governo, como o Ministério da Fazenda e o Ministério Público.
Todos os materiais relativos às discussões estão disponíveis em Participação da Sociedade, na página do Grupo Técnico Interáreas. Para acessar, clique aqui.

O que determina a RN nº 413/2016
1. Antes de finalizada a contratação por meio eletrônico, as operadoras devem apresentar as informações do contrato, entre as quais se destacam:
- Nome comercial e número de registro do plano na ANS
- Tipo de contratação e suas peculiaridades
- Segmentação assistencial do plano de saúde
- Área geográfica de abrangência do plano de saúde
- Área de atuação do plano de saúde
- Padrão de acomodação em internação
- Formação do preço
- Serviços e coberturas adicionais
2. Todos os guias e manuais obrigatórios na contratação presencial devem estar disponíveis para impressão ou download e assinatura pelo interessado.
3. Uma vez encerrada a pesquisa e escolhido o plano de saúde mais indicado ao seu perfil, o consumidor deverá preencher todas as informações necessárias e enviar a documentação solicitada. O sistema eletrônico deverá gerar automaticamente número de protocolo de visualização imediata, que também será encaminhado para o e-mail cadastrado pelo interessado, esclarecendo as etapas de contratação.
4. Tanto para a contratação de planos individuais quanto de coletivos (por adesão ou empresariais), a operadora deverá, no prazo máximo de 25 dias corridos (contados a partir da data de envio das informações necessárias), concluir o processo de contratação e disponibilizar as opções de pagamento. Caso seja necessária a realização de perícia ou de entrevista qualificada, a operadora deverá oferecer ao consumidor no mínimo três opções de data e horário, dentro do prazo de 25 dias corridos.
5. A data de início de vigência dos contratos individuais fechados por meio eletrônico será o dia efetivo de pagamento da primeira mensalidade feito pelo beneficiário. Mas o consumidor deve estar atento: a disponibilização do pagamento somente poderá ocorrer ao final do processo de contratação, após o contratante assinar sua ciência e concordância com os termos do contrato. Os documentos poderão ser assinados das seguintes formas: certificação digital, login e senha após cadastro, identificação biométrica ou assinatura eletrônica certificada.
6. Em consonância com o Código de Defesa do Consumidor, a regra estipulada pela ANS prevê que o contratante poderá exercer seu direito de arrependimento e rescindir o contrato unilateralmente no prazo de 7 (sete) dias a partir da data de vigência do contrato.

16/11/2016

Ser 'hipocondríaco' pode elevar risco de doenças cardíacas, diz estudo
Pesquisadores noruegueses monitoraram 7 mil pessoas por pelo menos uma década.

Ser "um poço de preocupações" pode realmente aumentar o risco de doenças cardíacas, sugere um estudo.
Pesquisadores noruegueses analisaram os níveis de preocupação com a saúde de 7 mil pessoas, que foram acompanhadas por pelo menos dez anos.
O estudo, publicado pelo "BMJ Open", sugere que, embora a ansiedade em geral já seja reconhecida como um dos fatores de risco, o estresse em relação à saúde também pode ser um problema.
Segundo os cardiologistas, se você acha que está sofrendo com "excesso de preocupação com a saúde" deve procurar um médico.
A ansiedade com a saúde se caracteriza pela "preocupação contínua" em ter ou pegar uma doença grave, o que leva a pessoa a procurar ajuda médica imediata, sem ter qualquer sintoma da doença.
A pesquisa
As pessoas avaliadas neste estudo, todas nascidas entre 1953 e 1957, estavam participando do Norwegian Hordaland Health Study (HUSK).
De 1997 a 1999, elas responderam questionários sobre saúde, estilo de vida e educação, além de terem sido submetidas a exames de sangue regulares. Também tiveram o peso, a altura e a pressão arterial monitorados.
Os pesquisadores adotaram uma escala conhecida, chamada de Whiteley Index, para avaliar os níveis de ansiedade. Foram usados ainda dados nacionais para acompanhar o tratamento hospitalar e os óbitos no grupo até 2009.
Dos 7 mil avaliados, 234 (3,3%) tiveram um ataque cardíaco ou crise de angina aguda durante o monitoramento.
Mesmo após levar em conta os fatores de risco conhecidos, o percentual dos que sucumbiram à doença cardíaca (pouco mais de 6%) foi mais de duas vezes maior entre os 710 que sofreriam de ansiedade com a saúde.
E, quanto maior a pontuação de ansiedade, maior o risco de desenvolver doença cardíaca.
'É natural se preocupar'
Em artigo para o "BMJ Open", os pesquisadores, liderados pelo médico Line Iden Berge, afirmam:
"(Nossa pesquisa) indica ainda que o comportamento padrão das pessoas preocupadas demais com a saúde, que monitoram os sintomas e fazem check-ups frequentes, não reduz o risco (de doença coronárias)".
"Os resultados ilustram o dilema vivido pelos médicos entre tranquilizar o paciente dizendo que os sintomas físicos de ansiedade não significam doença cardíaca, e, ao mesmo tempo, de saber que a ansiedade, com o tempo, pode estar associada ao aumento do risco de doenças coronarianas".
Para Emily Reeve, enfermeira cardíaca da British Heart Foundation, "é natural que as pessoas se preocupem se elas acham que podem estar doentes".
"Mas a ansiedade e o estresse podem desencadear hábitos não saudáveis, como fumar ou comer mal, o que coloca você em maior risco de ter uma doença cardíaca.
"Embora não saibamos se as pessoas preocupadas em excesso estão se colocando na mira de um ataque cardíaco, é claro que a redução da ansiedade desnecessária pode trazer benefícios para a saúde".
"Se você está sofrendo de ansiedade com a saúde, deve falar com o seu médico", recomenda.

Fonte: G1

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A internet industrial também pode ser útil diante de demandas sociais importantes
Saúde digital (Foto: GE Reports Brasil)Gestão e processos mais eficientes (Foto: GE Reports Brasil)
A mudança rumo à digitalização da indústria perpassa vários segmentos econômicos e seu impacto não se restringe ao desempenho das corporações. A internet industrial também pode ser útil diante de demandas sociais importantes, como a saúde.

Diante dos desafios de aumentar o acesso da população à saúde e de enfrentar as doenças derivadas da maior expectativa de vida, hospitais e clínicas podem se beneficiar de um novo modelo de gestão financeira. Segundo Daurio Speranzini Jr., CEO da GE HEalthcare no Brasil, o padrão adotado hoje privilegia investimento em capital (CAPEX), ou seja, em máquinas e equipamentos. Mas parte do setor já começou a focar em eficiência operacional (OPEX), o que envolve desde a qualificação e educação continuada da mão de obra até a utilização de bancos de dados digitais.

Com esse foco, a GE Healthcare acaba de promover, no Rio de Janeiro, o Innovation Summit, um evento que reuniu cerca de 50 instituições para debater os desafios do atual modelo de negócios na área de saúde, como a mudança cultural no setor, novas formas de utilizar a tecnologia para proporcionar aos pacientes uma experiência de atendimento cada vez melhor, além de soluções digitais e big bata para ajudar os hospitais a terem uma gestão e processos mais eficientes e inteligentes.

GE Reports Brasil.

07/11/2016

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Rua Itapeva, 538, 13o Andar
São Paulo, SP
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