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A Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre HIV/aids começou nesta segunda-feira (22) em meio a um dos momentos mais...
24/06/2026

A Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre HIV/aids começou nesta segunda-feira (22) em meio a um dos momentos mais delicados da resposta global à epidemia nas últimas décadas. Enquanto chefes de Estado, representantes diplomáticos, organizações da sociedade civil e lideranças comunitárias se reúnem em Nova York para negociar uma nova Declaração Política da ONU sobre HIV/Aids, o Unaids faz um apelo contundente para que os países renovem seus compromissos políticos e financeiros em direção à meta de acabar com a aids como ameaça à saúde pública até 2030.

O encontro ocorre em um cenário marcado por contrastes. De um lado, a comunidade internacional acumula conquistas históricas que, há poucos anos, pareciam inalcançáveis: milhões de vidas salvas, forte expansão do acesso ao tratamento antirretroviral e redução significativa das novas infecções e das mortes relacionadas à aids. De outro, os avanços enfrentam crescente risco de reversão diante da redução sem precedentes dos recursos internacionais destinados à saúde global e do aumento das violações de direitos humanos que afetam populações vulnerabilizadas.

A reunião de 2026 é considerada estratégica por ser a última grande negociação política global antes do prazo estabelecido pela comunidade internacional para eliminar a aids como ameaça à saúde pública.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/195a6ed077.

A tuberculose (TB) continua sendo uma das principais causas de adoecimento e morte por doenças infecciosas na Região das...
23/06/2026

A tuberculose (TB) continua sendo uma das principais causas de adoecimento e morte por doenças infecciosas na Região das Américas, particularmente entre as pessoas que vivem com HIV. Em 2024, estima-se que cerca de 350.000 pessoas adoeceram por TB e aproximadamente 30.000 morreram em decorrência da doença na Região. Dessas mortes, cerca de 29% estiveram associadas à coinfecção TB/HIV, refletindo a persistente vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV frente à tuberculose e a necessidade urgente de fortalecer intervenções integradas, oportunas e centradas nas pessoas.

Apesar dos avanços alcançados na expansão da terapia antirretroviral e no controle da TB, o diagnóstico tardio continua representando uma das principais barreiras para a redução da mortalidade associada à coinfecção TB/HIV. Muitas pessoas vivendo com HIV apresentam formas clínicas atípicas de TB, doença extrapulmonar ou manifestações paucibacilares, o que dificulta o diagnóstico oportuno por meio dos métodos convencionais.

Nos últimos anos, os países da Região avançaram na incorporação de novas ferramentas diagnósticas e terapêuticas, incluindo radiologia digital assistida por inteligência artificial, te**es moleculares rápidos, o teste de imunocromatografia lateral para detecção do antígeno lipoarabinomanano na urina (LF-LAM) para pessoas vivendo com HIV, tecnologias de diagnóstico no ponto de atendimento (nPOC) e esquemas de tratamento e prevenção mais curtos e eficazes. No entanto, persistem importantes lacunas no acesso oportuno ao diagnóstico, tratamento e prevenção. Estima-se que aproximadamente 77.000 pessoas com TB não tenham sido diagnosticadas em 2024, contribuindo para a continuidade da transmissão da doença e para o aumento da mortalidade, especialmente entre pessoas vivendo com HIV e outras populações em situação de vulnerabilidade.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/07d2335928.

O Grupo L da Copa do Mundo é formado por Inglaterra, Gana, Panamá e Croácia, quatro seleções que chegam ao Mundial com d...
23/06/2026

O Grupo L da Copa do Mundo é formado por Inglaterra, Gana, Panamá e Croácia, quatro seleções que chegam ao Mundial com diferentes trajetórias no futebol e também em seus cenários de saúde pública. Após a primeira rodada, Inglaterra e Gana dividem a liderança da chave, com três pontos cada.

Dentro e fora dos gramados, os países apresentam realidades distintas no enfrentamento ao HIV, que vão de programas avançados de prevenção e tratamento a desafios relacionados ao acesso à saúde, desigualdades sociais e estigma.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/5b0347212a.

Em Reunião de Alto Nível, países reafirmam compromisso coletivo de pôr fim à doença como ameaça à saúde pública até 2030...
23/06/2026

Em Reunião de Alto Nível, países reafirmam compromisso coletivo de pôr fim à doença como ameaça à saúde pública até 2030; diminuição do financiamento externo, emergências humanitárias e retrocessos nos direitos humanos ameaçam avanços coletivos no combate à epidemia.

Até este 23 de junho, a sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, acolhe a Reunião de Alto Nível sobre o HIV/Aids. O evento reforça o papel da ONU como o principal mecanismo político de responsabilização e compromisso na resposta global ao vírus da imunodeficiência humana.

A reunião realiza-se numa altura em que desafios emergentes comprometem os progressos no combate ao vírus: “O progresso é real e mensurável, mas está cada vez mais vulnerável a crises convergentes”, advertiu António Guterres, no âmbito da publicação do relatório do secretário-geral das Nações Unidas sobre o HIV/Aids.

INCERTEZA GLOBAL

Num contexto de crescente incerteza global, a Reunião de Alto Nível visa reafirmar o compromisso coletivo de pôr fim à Aids como ameaça à saúde pública até 2030.

Neste enquadramento, a iniciativa procura assegurar que a resposta ao HIV se mantém visível e devidamente financiada, protegendo os progressos alcançados e reafirmando o papel único e essencial de liderança das Nações Unidas na resposta global à epidemia.

O mundo ainda está longe de cumprir as metas para 2025 estabelecidas na Declaração Política sobre HIV de 2021. A ONU estima que cerca de 9,2 milhões de pessoas ainda não têm acesso a tratamento para o vírus, refletindo as desigualdades estruturais no acesso aos serviços e no financiamento da resposta ao HIV.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/b20dfeaa92.

A diversidade LGBTQIAPN+ deixou de ser apenas um tema de campanhas institucionais e passou a ocupar espaço estratégico n...
23/06/2026

A diversidade LGBTQIAPN+ deixou de ser apenas um tema de campanhas institucionais e passou a ocupar espaço estratégico nas políticas internas de organizações que buscam construir ambientes mais inclusivos e representativos. Essa foi uma das principais conclusões do evento “Além do discurso: A Evolução Institucional da Diversidade LGBTI+ sob a Ótica das Organizações”, realizado nesta segunda-feira (22), em São Paulo.

Promovido pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (IBRAC) em parceria com a Frente Jurídica LGBTQIAPN+, o encontro ocorreu na sede do Pinheiro Neto Advogados e reuniu especialistas responsáveis por iniciativas de diversidade em algumas das maiores bancas de advocacia do país.

Participaram do debate Laura Mattar, gerente de cidadania corporativa do Mattos Filho; Thaís Alonso, gerente de responsabilidade socioambiental do Lobo de Rizzo; e Monique Bastos, especialista em diversidade, inclusão e responsabilidade social do Veirano Advogados. A mediação ficou a cargo de Bruno Becker, diretor de diversidade e formação do IBRAC, e Jackson Ferreira, coordenador do Comitê de Diversidade e Formação do instituto e da Frente Jurídica LGBTQIAPN+.

Ao longo do encontro, as painelistas apresentaram experiências concretas de construção de políticas institucionais voltadas à promoção da diversidade e à valorização da população LGBTQIAPN+, ressaltando que a consolidação dessas iniciativas exige compromisso permanente, liderança e engajamento coletivo.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/15c0c1b503.

O Grupo K da Copa do Mundo de 2026 reúne quatro seleções com realidades distintas dentro e fora de campo. Liderado pela ...
23/06/2026

O Grupo K da Copa do Mundo de 2026 reúne quatro seleções com realidades distintas dentro e fora de campo. Liderado pela Colômbia, que chega à competição em posição de destaque na chave, o grupo conta ainda com Portugal, República Democrática do Congo (RDC) e Uzbequistão, que disputam espaço em uma fase marcada pelo equilíbrio entre as equipes.

Fora das quatro linhas, o grupo também expõe diferentes cenários na resposta ao HIV: enquanto Portugal registra queda consistente nos novos diagnósticos e amplia estratégias de prevenção, a Colômbia enfrenta uma epidemia concentrada em populações-chave e avança em políticas de direitos humanos. Já a República Democrática do Congo e o Uzbequistão ainda lidam com desafios relacionados ao acesso, desigualdades regionais e combate ao estigma.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/8d8085c56a.

Em carta publicada na revista científica BJSTD, o médico e professor Mauro Romero Leal Passos revisita a trajetória da v...
23/06/2026

Em carta publicada na revista científica BJSTD, o médico e professor Mauro Romero Leal Passos revisita a trajetória da vacinação contra o HPV no país, relembra a campanha que ajudou a impulsionar a incorporação do imunizante ao SUS e defende mudanças nas regras de acesso e a substituição da vacina quadrivalente pela nonavalente.

Treze anos após o início da vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) no Brasil, o médico, professor e pesquisador Mauro Romero Leal Passos publicou uma carta-manifesto em que faz um balanço dos avanços conquistados no país e lança um novo apelo às autoridades de saúde: ampliar o acesso à vacinação para grupos vulneráveis e substituir a vacina quadrivalente (HPV4v) pela nonavalente (HPV9v) no Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto, intitulado “Vacinas contra o Papilomavírus Humano (HPV): 13 anos depois”, foi publicado como carta do editor na revista científica DST – Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis e reúne memórias pessoais, evidências científicas recentes e argumentos de saúde pública para defender uma atualização da política nacional de imunização contra o HPV.

Passos relembra que, quando as primeiras vacinas contra o HPV chegaram ao mercado brasileiro em 2012, a comunicação era concentrada quase exclusivamente na prevenção do câncer do colo do útero. Como especialista em infecções sexualmente transmissíveis e com ampla experiência no atendimento de pacientes com verrugas anogenitais, ele afirma ter enxergado desde o início um potencial mais amplo para a vacinação.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/c1fdc8e95b.

Médicos Sem Fronteiras (MSF) lançou uma campanha exigindo que a empresa farmacêutica norte-americana Gilead Sciences tor...
23/06/2026

Médicos Sem Fronteiras (MSF) lançou uma campanha exigindo que a empresa farmacêutica norte-americana Gilead Sciences torne o lenacapavir, um medicamento de prevenção ao HIV, mais amplamente acessível em todo o mundo. MSF também pede que os governos utilizem todas as ferramentas legais disponíveis para contestar o monopólio da Gilead, de modo que outros fabricantes possam ajudar a ampliar a oferta global e reduzir ainda mais os preços.O lenacapavir é um medicamento injetável altamente eficiente na prevenção da infecção pelo HIV. A Gilead, que controla sua produção e distribuição, atualmente o vende a preços muito altos para um conjunto muito limitado de países. Além disso, restringiu severamente o fornecimento para países de renda baixa e média (LMICs, na sigla em inglês) e se recusa a vendê-lo diretamente para MSF.

MSF lançou essa campanha antes da Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre HIV/AIDS, que começa nesta segunda-feira, 22 de junho, em Nova York, e está incentivando as pessoas a se inscreverem para participar da campanha e a manifestar seu apoio à ampliação do acesso ao lenacapavir.

O lenacapavir é uma forma de profilaxia pré-exposição (PrEP). Sua administração tem de ser feita apenas duas vezes por ano e é quase 100% eficaz, o que o torna potencialmente revolucionário na prevenção da infecção pelo HIV.

É especialmente valioso para pessoas em maior risco, incluindo homens g**s e outros homens que fazem s**o com homens, pessoas trans, pessoas que utilizam dr**as injetáveis e profissionais do s**o. Também é uma ferramenta crucial para pessoas em deslocamento, para aquelas que vivem em áreas remotas com pouco acesso a cuidados de saúde e para pessoas afetadas por emergências humanitárias. Cerca de 1,2 milhão de pessoas em todo o mundo adquiriram o HIV em 2025.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/9ffc115805.

A segunda rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026 acontece nesta segunda-feira (22) e coloca em campo algumas das sel...
23/06/2026

A segunda rodada do Grupo I da Copa do Mundo de 2026 acontece nesta segunda-feira (22) e coloca em campo algumas das seleções mais interessantes da competição. Às 18h (horário de Brasília), a vice-campeã mundial França enfrenta o Iraque no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. Mais tarde, às 21h, Noruega e Senegal se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em um duelo que pode embaralhar a disputa pelas vagas nas oitavas de final. Mas além do futebol, o Grupo I também chama atenção por reunir países que representam extremos na resposta ao HIV: de iniciativas que buscam acabar com a epidemia até legislações que ainda criminalizam populações mais vulneráveis ao vírus.

Enquanto França e Noruega figuram entre os países mais avançados da Europa em prevenção, tratamento e qualidade de vida para pessoas vivendo com HIV, Iraque e Senegal enfrentam desafios relacionados ao estigma, à criminalização e ao aumento recente de novas infecções.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/a0be61ab8e.

A Coalizão+Brasil divulgou sua Carta Nacional, documento que reúne propostas e diretrizes construídas por lideranças, or...
23/06/2026

A Coalizão+Brasil divulgou sua Carta Nacional, documento que reúne propostas e diretrizes construídas por lideranças, organizações da sociedade civil, assessores técnicos e ativistas de todas as regiões do país. O manifesto marca uma nova etapa de articulação política do movimento e defende a recomposição democrática dos espaços de participação social, além da inclusão de pautas historicamente invisibilizadas na formulação de políticas públicas de saúde.

Elaborada durante o Encontro Nacional da Coalizão +Brasil, realizado no Rio de Janeiro entre os dias 21 e 23 de maio, a carta reafirma compromissos com a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), dos direitos humanos, da equidade e da participação social, ao mesmo tempo em que propõe ampliar o alcance da resposta brasileira ao HIV/Aids, às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), às hepatites virais, à tuberculose, ao HTLV e às doenças determinadas socialmente.

O documento parte do reconhecimento de que a resposta brasileira ao HIV/aids se consolidou internacionalmente graças à atuação conjunta entre sociedade civil, pesquisadores, profissionais de saúde e gestores públicos. Mas alerta que os desafios atuais exigem renovação política, fortalecimento da governança democrática e maior capacidade de construção de consensos.

“A resposta brasileira foi construída com coragem, ciência, solidariedade e participação social. Não basta preservar essa história; é preciso atualizar estratégias, ampliar vozes e garantir que nenhuma população, território ou pauta seja deixada para trás”, afirma a carta.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://mla.bs/7299dab5be.

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