Imunovita Vacinas

Imunovita Vacinas Clinica de vacinas adulto e infantil

Após 5 anos de cuidado e muito carinho com a saúde de crianças e adultos, a Imunovita agora se juntou a .vacinas em um ú...
27/02/2023

Após 5 anos de cuidado e muito carinho com a saúde de crianças e adultos, a Imunovita agora se juntou a .vacinas em um único endereço e agora sob cuidado e coordenação do Dr Fausto Dalla Costa.

🔹 A partir do dia 1 de março, passaremos a atender na Rua Trípoli , 92 - Vila Leopoldina.

🔹 Gostaríamos de agradecer a confiança por esses anos juntos!

Uma pesquisa mostrou que quase 90% dos brasileiros acreditam que as vacinas são instrumentos importantes para proteger a...
16/02/2023

Uma pesquisa mostrou que quase 90% dos brasileiros acreditam que as vacinas são instrumentos importantes para proteger a saúde pública. Eles confiam nas doses de reforço e na vacinação infantil.
🔹 A maioria dos brasileiros confia nas vacinas de forma geral. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia mostrou que 86% acreditam que elas são importantes para proteger a saúde; 75% consideram que são seguras; e 69%, necessárias.
🔹 Mas os dados trazem um alerta em relação à Covid: 13% disseram que não pretendem tomar as doses de reforço contra a Covid e quase 8% declararam que não têm intenção de vacinar os filhos. Segundo os especialistas, reflexo da desinformação e de conteúdos falsos que circularam durante a pandemia.
🔹 No início da imunização contra a Covid, as salas de vacina estavam sempre cheias, com filas longas. Já para as doses de reforço, a procura não tem sido a mesma. Os números da aplicação das terceira e quarta doses têm avançado mais lentamente. Os médicos lembram que, para estar protegido, é necessário tomar todas as doses recomendadas e quem ainda não fez isso deve se apressar.
👤 E você, está com as suas doses de reforço em dia? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


FONTE: g1.globo.com

O sistema imunológico é excepcionalmente complexo. Por um lado, envolve a reação do corpo à penetração de micro-organism...
13/02/2023

O sistema imunológico é excepcionalmente complexo. Por um lado, envolve a reação do corpo à penetração de micro-organismos (micróbios, bactérias etc.). Por outro, está o oposto da imunidade, ou seja, alergias, quando um organismo reage a antígenos desproporcionalmente e de maneira intensificada. O lado extremo é a autoimunidade, um estado em que reagimos aos antígenos de nosso próprio corpo como se fossem substâncias estranhas.
🔹 Nos adultos, o sistema imunológico está desenvolvido. Porém, com crianças, começa a se desenvolver somente após o nascimento. “Não há nenhuma comprovação científica de que o tipo de parto interfira na imunidade da criança. O que podemos acrescentar é que crianças prematuras são mais suscetíveis a infecções e complicações. Portanto, não é o tipo de parto que afeta a imunidade, mas se o bebê nasceu prematuro ou não”, explica a médica Juliana.
🔹 Frequentar uma creche ou escolinha representa um marco importante para uma criança por vários motivos diferentes, inclusive do ponto de vista do desenvolvimento do sistema imunológico. A transição de um ambiente relativamente isolado da família para um ambiente coletivo de pessoas significa que a criança é repentinamente cercada por muitas novas fontes de doenças infecciosas, às quais ela ainda não foi submetida. Portanto, muitas vezes, é um período de tempo em que a criança pode ficar doente com mais frequência. “É importante deixar claro que esse adoecimento aumentado das crianças após o retorno da pandemia não é baixa imunidade. Ele é causado pelo retorno das atividades sociais e escolares, o que repercute em maior transmissão de vírus e bactérias entre as crianças. Para tranquilizar os pais, quero lembrar que a maioria das crianças estão ficando doentes frequentemente, e isso é um processo natural”, explica a pediatra.
🔹 De acordo com a Dra. Juliana, para fortalecer o sistema imunológico da criança, nada melhor que alimentação saudável, brincadeiras ao ar livre, mais de duas horas por dia de exposição ao sol e exercícios físicos.
👤 E por aqui, alguém sofre com isso? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


FONTE: portal.comunique-se.com.br

O arsenal de vacinas disponíveis hoje não se resume às muitas — e cruciais — aplicações contra doenças infecciosas com p...
09/02/2023

O arsenal de vacinas disponíveis hoje não se resume às muitas — e cruciais — aplicações contra doenças infecciosas com potencial letal disponíveis no mundo. Há mais de cem anos, a chamada imunoterapia com alérgenos é usada para reduzir a sensibilidade de pessoas alérgicas a determinadas substâncias. No Brasil, os principais fatores que desencadeiam hipersensibilidade são: ácaro, animais de estimação, fungos, pólen e insetos como vespas, formigas e abelhas.
🔹 O tratamento consiste na aplicação de uma vacina, que pode ser feita de forma oral ou injetável em doses crescentes por um período que pode variar de três a cinco anos.
🔹 Estima-se que cerca de um terço da população tenha alguma alergia, sendo a asma e a rinite as mais comuns. Isso ocorre, em grande parte, por herança genética. Em uma família, se um dos pais é alérgico, a chance de o filho desenvolver a mesma sensibilidade é de 30% — o que aumenta para 80% se o casal tem alergia.
🔹 O objetivo da imunoterapia é reduzir a sensibilidade e conter reações alérgicas mais graves no corpo. Ela também prepara o organismo para lutar contra substâncias que podem desencadear crises, por meio da produção de anticorpos.
🔹 A eficácia da vacina é excelente girando em torno dos 90%. É quase uma remissão da alergia. Ela tem um resultado bem rápido, em torno de dois a três meses de tratamento. Com a aplicação de concentrações crescentes dos alérgenos, o organismo vai criando resistência. É como se, a cada dose, você adquirisse mais e mais proteção — explica Fernando Monteiro Aarestrup, coordenador do departamento científico de imunoterapia da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.
🔹 Segundo ele, os efeitos das vacinas podem durar de sete a dez anos, sendo possível, em muitos casos, o desaparecimento total de crises mais severas da alergia.
👤 E por aqui, quem sofre com alergias e gostaria de um tratamento como esse? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


FONTE: extra.globo.com

A BioNtech aplicou sua vacina BNT163, candidata para prevenir lesões genitais da herpes, em sua primeira paciente como p...
06/02/2023

A BioNtech aplicou sua vacina BNT163, candidata para prevenir lesões genitais da herpes, em sua primeira paciente como parte de um estudo de pesquisa clínica de Fase 1.
🔹 Conhecida por ter desenvolvido a vacina da Covid-19 em parceria com a Pfizer, a empresa alemã reportou que o imunizante foi projetado para combater o HSV-2, vírus que causa a herpes ge***al e, potencialmente, o HSV-1, que provoca a herpes oral, doenças que atualmente acometem cerca de 491 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
🔹 Este é o primeiro resultado da colaboração de pesquisa estabelecida em 2018 entre a Universidade da Pensilvânia e a BioNtech com o objetivo de desenvolver novos candidatos a vacinas de mRNA, para a prevenção e tratamento de várias doenças infecciosas.
🔹 A BioNTech espera inscrever 100 pessoas entre 18 e 55 anos para o teste de Fase 1 do medicamento. Em outro comunicado, a empresa afirma que está avançando em outras duas vacinas de mRNA mensageiro contra a malária e tuberculose e que espera iniciar te**es em humanos no início de 2023.
👤 E POR AQUI, QUEM TOPARIA PARTICIPAR DESSES TE**ES? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


FONTE: veja.abril.com.br

O que aprendemos nesses dois anos de campanha? O que os dados revelam sobre a efetividade dos imunizantes?🔹 Em resumo, o...
02/02/2023

O que aprendemos nesses dois anos de campanha? O que os dados revelam sobre a efetividade dos imunizantes?
🔹 Em resumo, os estudos mostram que as vacinas contra a covid testadas e aprovadas foram as principais responsáveis por conter as hospitalizações e as m0rtEs pela infecção — sem elas, os números de afetados pela crise sanitária seriam bem maiores.
🔹 Além disso, os eventos adversos mais graves são considerados raros pelas instituições de saúde pública.
🔹 Desde que as doses começaram a ser aplicadas na maioria da população, as taxas de internações e m0rtEs decorrentes das complicações relacionadas ao coronavírus caíram consideravelmente. E, mesmo com a chegada de variantes mais transmissíveis, como a ômicron, a imunização garantiu que a maioria das pessoas não ficasse severamente doente ou m0rr3sse.
🔹 O Brasil é um exemplo disso: quando as primeiras vacinas foram aprovadas pela Anvisa, em janeiro de 2021, o país estava prestes a viver o momento mais grave de toda a pandemia. Entre o final de março e o início de abril do ano passado, a média móvel diária de m0rtEs por covid chegou a superar a casa das 3 mil (com registros de 72 mil novas infecções/dia), segundo o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). Com o passar das semanas — e o aumento da porcentagem de brasileiros vacinados — os números começaram a cair aos poucos.
🔹 Essa estatística só voltou a subir novamente em janeiro de 2022, com a chegada da variante ômicron. Mesmo assim, o pico dessa onda foi de 950 m0rtEs diárias, enquanto o número de novas infecções chegou a 189 mil a cada 24 horas.
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FONTE: www.bbc.com

De acordo com a instituição, o acompanhamento com um grupo de 16 mil participantes por dois anos não registrou ainda nen...
30/01/2023

De acordo com a instituição, o acompanhamento com um grupo de 16 mil participantes por dois anos não registrou ainda nenhum caso grave da doença entre os que receberam o imunizante.
🔹 A fase de estudos clínicos da vacina contra a dengue começou em 2016, com a administração do imunizante a 10 mil voluntários com idade entre 2 e 59 anos. Mais 6 mil pessoas receberam um placebo. A incidência de dengue sintomáticos entre os participantes foi avaliada a partir dos 28 dias da imunização e seguiu por dois anos. O estudo prosseguirá o acompanhamento por cinco anos e será encerrado em 2024.
🔹 A eficácia da vacina foi ainda maior entre as pessoas que haviam contraído a doença antes do estudo, chegando a 89,2%. Entre as pessoas que nunca tiveram contato com o vírus, a eficácia ficou em 73,5%.
🔹 A vacina protege contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. No entanto, no período da pesquisa, apenas os tipos 1 e 2 estavam em circulação no Brasil. A eficácia para evitar a infecção por essas variedades ficou em 89,5% e 69,6%, respectivamente.
🔹 Entre os mais de 10 mil imunizados, apenas três pessoas apresentaram eventos adversos considerados graves até 21 dias após aplicação da vacina, sendo que todas se recuperaram totalmente.
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FONTE: agenciabrasil.ebc.com.br

A nova secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a vacina co...
26/01/2023

A nova secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a vacina contra a Covid-19 será incorporada ao Programa Nacional de Imunização (PNI) e deverá ser anual para grupos prioritários.
🔹 Segundo Maciel, os imunizantes contra o coronavírus deverão ser aplicados a partir de abril nos mesmos grupos prioritários que receberão a vacina anual contra a gripe, incluindo idosos, imunossuprimidos e profissionais da área da saúde.
🔹 "Agora, efetivamente, a Covid entra no nosso Departamento de Imunização. O ministério acabou de receber uma compra grande de doses que, a princípio, daria para cobrir esses grupos prioritários", afirmou a nova secretária.
🔹 Maciel afirmou que vacina é uma estratégia coletiva e que é preciso um maior número de pessoas vacinadas em todos os lugares. “Vacina não é remédio. Vacinação é estratégia coletiva. Se você comprar e se vacinar e todo seu entorno não vacinar, o vírus pode fazer uma mutação e sua vacina não servir para nada. Dinheiro jogado fora”, escreveu.
🔹 “Nossa briga deve ser acesso universal as vacinas e não "eu tenho dinheiro e posso pagar para me salvar”. Ninguém se salva sozinho se não salvar todos. Essa é a lição do vírus, ou entendemos, ou afundamos juntos”, publicou a secretária.
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Fonte: gazetadopovo.com

Pipoca é uma delícia e difícil achar alguém que não goste, mas pode ser perigosa para crianças pequenas.🔹 A pipoca é um ...
23/01/2023

Pipoca é uma delícia e difícil achar alguém que não goste, mas pode ser perigosa para crianças pequenas.
🔹 A pipoca é um dos alimentos que mais aumenta o risco de asfixia entre crianças pequenas. Como não são muito adaptáveis, ou seja, não é possível prepará-las de uma forma que não seja perigosa para crianças, o ideal é não oferece-las a crianças com menos de quatro anos.
👤 E por aqui, você oferece pipoca para seus filhos? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.

Depois de desenvolver uma das vacinas covid-19 mais amplamente distribuídas no mundo, a BioNTech fechou uma parceria com...
19/01/2023

Depois de desenvolver uma das vacinas covid-19 mais amplamente distribuídas no mundo, a BioNTech fechou uma parceria com governo do Reino Unido para testar vacinas em desenvolvimento para o tratamento do câncer e outras doenças. A empresa alemã criará novos centros de pesquisa e desenvolvimento no Reino Unido e pretende entregar 10 mil unidades a pacientes entre setembro de 2023 até o final da década.
🔹“Nosso objetivo é acelerar o desenvolvimento de imunoterapias e vacinas usando tecnologias que pesquisamos há mais de 20 anos”, disse Ugur Sahin, presidente da BioNtech, em comunicado. Ele disse que a empresa aprendeu lições com a pandemia de coronavírus sobre a colaboração entre o Serviço Nacional de Saúde britânico, acadêmicos, reguladores e o setor privado no desenvolvimento de medicamentos que será aplicando agora.
🔹 Pacientes em estágio inicial e avançado de câncer terão acesso antecipado a te**es envolvendo terapias personalizadas, incluindo vacinas contra o câncer, que visam estimular o sistema imunológico a atacar células nocivas.
Outras vacinas usando a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) contra o câncer, incluindo uma colaboração entre as empresas americanas Moderna e Merck, também estão sendo testados.
👤 O que achou dessa noticia? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


Fonte: valorinveste.globo.com/

O ano de 2023 pode ficar marcado como o ano do fim da pandemia da Covid-19, segundo projeção recente de um dos diretores...
16/01/2023

O ano de 2023 pode ficar marcado como o ano do fim da pandemia da Covid-19, segundo projeção recente de um dos diretores da própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas isso não significa que o vírus deixará de existir. Pelo contrário: tanto o Sars-Cov-2 como outros que nos "assombraram" nos últimos dois anos vão continuar em circulação. O grande desafio - e isso não vem de agora - é controlá-los.
🔹 "O Sars-Cov-2 não vai desaparecer a curto e médio prazo, não vai eliminado, não vai ser erradicado. Nós vamos conviver com ele pelo menos de dois a cinco anos", diz o infectologista Alexandre Naime Barbosa, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
🔹 "O ciclo que estamos vendo é que, a cada seis meses, surge um vírus muito mais transmissível que o anterior. Mas isso não significa que seja mais grave. Agora mudamos o hospedeiro. O hospedeiro, antes, não tinha resposta pronta para o vírus. Agora nós temos indivíduos vacinados que já tem anticorpos neutralizantes. Então a doença tem menos impacto", coloca o infectologista.
🔹 “Teremos novas ondas em 2023", coloca Alexandre Zavascki, chefe do serviço de infectologia do Hospital Moinhos de Vento (RS). “Quanto ao agravamento da doença, a vacina não perdeu efetividade. Mas, a cada variante, a gente perde bastante em termos de proteção contra a infecção”, diz. Por conta dessas adaptações naturais do vírus, alguns grupos precisam ser vacinados com mais frequência para, de tempos em tempos, ganharem um reforço nos anticorpos.
👤 E você, está com todas as suas doses de reforço em dia? CONTA PRA GENTE AQUI NOS COMENTÁRIOS.


Fonte: g1.globo.com

Nunca queremos que nosso bebê seja picado por mosquitos, mas no verão essa preocupação deve ser redobrada, com o aumento...
12/01/2023

Nunca queremos que nosso bebê seja picado por mosquitos, mas no verão essa preocupação deve ser redobrada, com o aumento da circulação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.
🔹 As crianças a partir dos 6 meses de idade têm opções de repelentes disponíveis no mercado. Como a pele dos bebês é ultradelicada, os pediatras não recomendam o uso de repelente em crianças com menos de seis meses. No entanto, há outras medidas de prevenção que também podem ajudar o combate aos insetos, as chamadas barreiras mecânicas. Em caso de dúvidas, consulte um médico para avaliar o caso do seu bebê em específico.
🔹 Utilize telas de proteção com buracos de, no máximo, 1,5 milímetros nas janelas da casa;
🔹 Deixe portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol;
🔹 Mantenha o terreno de casa sempre limpo e livre de materiais ou entulhos que possam ser criadouros de mosquitos;
🔹 Coloque repelentes elétricos próximos às janelas. O uso é contraindicado para pessoas alérgicas;
🔹 Velas ou difusores de essência de citronela também podem ser usados, quando o bebê não estiver no quarto;
🔹 Para bebês que ainda não ficam de pé, o uso de telas e mosquiteiros no berço é o mais indicado. Coloque também o mosquiteiro quando sair com o bebê no carrinho;
🔹 Mantenha o bebê vestido com roupas leves e de preferência claras, cobrindo a maior parte do corpo.
👤 Se você conhece alguma mãe que tem filhos com menos de 6 meses, COMPARTILHA ESSE CONTEÚDO com ela!


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