18/11/2025
Ser mãe mudou tudo em mim…mas ser mãe delas, da Ísis e da Cloe, mudou de um jeito ainda mais profundo… daqueles que a gente sente no coração antes de entender com a cabeça.
A Ísis chegou primeiro.
E com ela nasceu uma mãe inteira, ainda meio desajeitada, mas tão cheia de vontade de acertar. Foi ela que me ensinou a respirar antes de reagir, a estudar mais, a observar mais…
Foi com ela que eu descobri que amor também é transformação.
E é por isso que hoje eu estudo
para ser, a cada dia, uma mãe melhor para elas.
Não perfeita, mas consciente, presente e em evolução.
A Cloe veio depois.
E trouxe uma leveza que eu nem sabia que faltava.
Ela me ensina, todos os dias, sobre calma, sobre tempo, sobre olhar as pequenas coisas com mais doçura.
Com ela, aprendi que a maternidade também pode ser suave mesmo no caos.
E juntas, as duas me mostraram uma coisa que eu nunca vou esquecer:
cada filho pede uma parte diferente da gente.
A Ísis sempre me pediu presença, paciência, profundidade.
A Cloe me pede colo, riso fácil, silêncio doce.
Uma me fez forte.
A outra me fez leve.
E nenhuma delas ocupa “mais” ou “menos” espaço em mim.
Elas só ocupam lugares diferentes
como se meu coração tivesse vários cômodos e cada uma tivesse decorado o seu com um jeitinho único.
E pra você, mãe… se eu puder te deixar um carinho em forma de palavra, é esse aqui:
Não existe filho preferido.
Existe filho que chegou antes.
Existe filho que puxou algo diferente de você.
Existe filho que te transformou em uma versão nova de si mesma.
Mas amor… amor não divide.
Amor se multiplica.
Cada filho tem um jeito único de tocar a gente
e nós temos um jeito único de amar cada um.
Assim como o amor de Deus por nós…
imenso, suficiente e inteiro para todos!
E no fim, é isso que importa:
que eles cresçam sabendo que são profundamente amados,
cada um do seu jeitinho, exatamente como são!
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