Analise Nutricional

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Nutritional Consultant
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- O acompanhamento realizado é baseado na avaliação nutricional detalhada. Dependendo da evolução, as ferramentas vão sendo modificadas, assim como os objetivos. O diferencial desse programa alimentar é aliar a conscientização nutricional, aos aspectos gastronômicos, bem como a mudança comportamental, buscando: maior adesão ao tratamento e melh

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Nutrititonal Coaching
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Coaching de Saúde é uma inovação recente na área de Saúde e Nutrição, que usa uma abordagem holística para analisar como todas as áreas de sua vida estão integradas, e então encontrar o melhor caminho de transformação para você neste momento. Exemplos: “Quero ter uma melhor nutrição, mas, meus custos não podem aumentar" "Preciso de orientação nutricional para meus pais que são idosos" " Hoje sou gestor e atualmente preciso motivar meu time de trabalho, pensei em melhorar o desempenho através da nutrição"

Entrevista: skype [email protected]

10/02/2026

Avanços e controvérsias da nova pirâmide alimentar americana

O governo dos Estados Unidos lançou as Dietary Guidelines for Americans (DGA), edição para o período de 2025–2030, que traz de volta a pirâmide alimentar americana, porém de forma invertida. O diferencial é que passam a ganhar destaque as proteínas, os laticínios, as gorduras saudáveis, as frutas e os vegetais, enquanto os grãos integrais assumem menor protagonismo. Embora amplie a discussão científica, a pirâmide americana não representa uma nova ordem mundial, mas apenas as diretrizes alimentares para os Estados Unidos, assim como a proposta brasileira, publicada em 2024.

Esses guias alimentares, em formato de pirâmide, são temporários e mudam conforme novos conceitos de alimentação. Essas atualizações acompanham o comportamento de consumo, de acordo com as novas descobertas científicas, e cada país adota seu próprio guia ou pirâmide.

A nova pirâmide traz uma mudança importante na forma de orientar hábitos alimentares e reflete uma transformação no conceito do que significa comer bem. O foco deixa de ser a contagem de porções isoladas e passa a priorizar a qualidade dos alimentos, o grau de processamento e o padrão alimentar como um todo.

O modelo aborda recomendações alinhadas a evidências científicas consolidadas, como maior valorização dos alimentos in natura. Essa mudança levanta debates relevantes sobre equilíbrio alimentar, sustentabilidade e impacto em políticas públicas. A pirâmide deixa de ser apenas um gráfico e passa a se configurar como um guia de escolhas conscientes, que prioriza menos rótulos, mais comida de verdade, menos radicalismo e mais equilíbrio e contexto. No entanto, há pontos que merecem atenção, como o maior foco em proteína animal e a menor valorização das proteínas de origem vegetal.

Mesmo respeitando as mudanças das novas descobertas científicas, há um viés econômico e político que precisa ser analisado com cautela e senso crítico.

Outro aspecto é o fato de que a ciência caminha cada vez mais no sentido da individualização, e não da generalização, das dietas e das terapias nutricionais. A pirâmide pode servir como base, mas deve ser adaptada à realidade do paciente e ao ambiente em que ele vive, considerando que a simplificação excessiva de conceitos alimentares ainda representa um desafio.

Principais mudanças

Maior ênfase em alimentos “de verdade” - alimentos naturais e minimamente processados (frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas de boa qualidade e gorduras saudáveis) passam a ser o foco central. �
Prioridade em proteínas ao longo do dia - a diretriz encoraja a ingestão diária mais alta de proteína de qualidade em todas as refeições (≈1,2–1,6 g/kg de peso corporal). �
Redução de carboidratos refinados e ultraprocessados - produtos como pães brancos, salgadinhos, doces e alimentos prontos são fortemente desencorajados.

Reintrodução de certos alimentos antes desestimulados – incluindo laticínios integrais e carnes vermelhas como fontes de proteína, embora ainda haja cautela sobre gorduras saturadas. �
Novas recomendações sobre açúcares e álcool - as diretrizes recomendam limitar açúcares adicionados ao máximo possível (idealmente

10/02/2026

Obesidade e Perfil Lipídico no Câncer de Mama: A Influência da Quimioterapia Sobre Indicadores de Disfunção Metabólica e Acumulação Lipídica

Excetuando-se o câncer de pele não melanoma, a neoplasia mamária é o tumor maligno mais incidente entre as mulheres no Brasil. Dados do relatório anual do Instituto Nacional do Câncer, estimam que a taxa de incidência do câncer de mama no Brasil é de 41,89 casos novos para cada 100.000 mulheres em cada ano de 2023-2025. Apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos, a taxa de mortalidade pela doença permanece elevada, representando a principal causa de morte por câncer na população feminina.
De etiologia não completamente esclarecida, os principais fatores de risco para o câncer de mama incluem fatores ambientais e genéticos, entre os quais se destacam a idade, alterações endócrinas, história reprodutiva (menarca precoce, nuliparidade, uso de contraceptivos orais e terapia de reposição hormonal), ingestão de bebidas alcoólicas, dietas ricas em ácidos graxos saturados, sobrepeso e obesidade, sedentarismo, exposição à radiação ionizante e polimorfismos de nucleotídeo único em genes específicos, a exemplo dos genes supressores de tumor BRCA1 e BRCA2.
Entre os fatores ambientais com elevado potencial de intervenção está a obesidade, condição também considerada como problema de saúde pública mundial. Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que 1 em cada 8 pessoas no mundo tem obesidade e 43% dos adultos têm excesso de peso, quando avaliados pelo Índice de Massa Corporal (IMC). A obesidade aumenta a incidência e estimula a progressão de pelo menos 15 tipos de tumores malignos, aumentando em 1,5 a 3,5 vezes o risco de câncer. Essa estimativa é válida também para o câncer de mama. Evidências mostram que mulheres com tumores mamários malignos e IMC elevado têm maior risco de invasão tumoral e metástases, bem como desfechos clínicos negativos, incluindo recidiva tumoral e óbito.
O IMC é o método mais amplamente utilizado no diagnóstico de obesidade, devido à praticidade de uso e baixo custo; porém, considera a massa corporal total, não diferenciando adiposidade, massa muscular, gordura visceral e gordura periférica. Esta importante limitação do método pode explicar as divergências de associação entre IMC elevado, ocorrência e progressão dos diferentes subtipos moleculares de tumor mamário. Apesar disso, uma meta-análise recente mostrou que a obesidade, avaliada pelo IMC, associou-se a piores desfechos no câncer de mama, em todos os subtipos moleculares.
Nesse cenário, é importante que outros índices de avaliação do excesso de adiposidade e sua influência sobre a carcinogênese mamária sejam investigados. O Índice de Adiposidade Visceral (IAV), como marcador de disfunção do tecido adiposo, e o Produto de Acumulação Lipídica (PAL), marcador da deposição de gordura central e do perfil aterogênico de lipoproteínas, têm sido indicados como marcadores para a obesidade. Ambos os indicadores se associam ao câncer, porém poucos são os estudos que avaliaram a associação entre tais indicadores, o risco e a progressão das neoplasias mamárias. Além disso, a quimioterapia, como principal recurso terapêutico contra o câncer, parece impactar negativamente a composição corporal e os marcadores lipídicos, aumentando o risco de recidivas tumorais e de eventos cardiovasculares adversos.
Portanto, o objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão da literatura sobre o papel da obesidade e do perfil lipídico na carcinogênese mamária, bem como as alterações no índice de adiposidade visceral (IAV) e produto de acumulação lipídica (PAL) após quimioterapia.
Este estudo consistiu em uma revisão da literatura, desenvolvida após busca de artigos científicos na base de dados PubMed e nas plataformas eletrônicas: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico (para identificação da literatura cinzenta referente ao tema). Foram incluídos artigos publicados em inglês e português, entre 2019 e 2025, a fim de recuperar o estado atual da arte. Para elaboração da questão norteadora, utilizou-se a estratégia PECO (População, Exposição, Comparação e Outcome ou Desfecho).
O presento estudo analisou o elo câncer de mama-obesidade, considerando os subtipos moleculares do tumor maligno, o tempo de sobrevida e o efeito da expressão da leptina; o perfil lipídico na carcinogênese mamária; e os índices de disfunção metabólica e acumulação lipídica pós-quimioterapia.
As evidências mostraram que o excesso de adiposidade corporal e o perfil lipídico de mulheres podem favorecer a carcinogênese mamária, com efeitos distintos a depender do status menopausal e dos subtipos moleculares dos tumores malignos de mama. Além disso, os valores de IAV e PAL aumentam após o tratamento quimioterápico, associando-se ao risco de câncer de mama e recidiva tumoral. Entretanto, torna-se necessária a realização de mais estudos que avaliem esses indicadores por subtipos moleculares do câncer de mama.

Profa. Dra. Regina Márcia Soares Cavalcante - Graduação em Nutrição-UFPI. Especialista em Saúde Pública-UFPI. Mestre em Ciências e Saúde-PPCS/UFPI. Doutora em Alimentos e Nutrição-PPGAN/UFPI. Professora Adjunta do Curso de Nutrição da UFPI/CSHNB. Professora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da UFPI-HU.
Ricardo Costa Silva - Pesquisador Colaborador do Grupo de Pesquisa em Nutrição, Genômica e Oncologia (NUTRIGENON), Universidade Federal do Piauí, Campus Ministro Petrônio Portela, Teresina, Piauí, Brasil.
Profa. Gilmara Péres Rodrigues - Professora Adjunto do Departamento de Nutrição e Pesquisador Coordenador do Grupo de Pesquisa em Nutrição, Genômica e Oncologia (NUTRIGENON), Universidade Federal do Piauí, Campus Ministro Petrônio Portela, Teresina, Piauí, Brasil.

Veja o artigo completo e referências em www.nutricaoempauta.com.br, edição dez2025.

10/02/2026

As terapias farmacológicas estão mudando o jogo no tratamento da obesidade, mas qual o papel da nutrição nesse cenário? 💊🍽️

A nova diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso de terapias com GLP-1 trouxe clareza e responsabilidade! Ela posiciona esses fármacos como ferramentas importantes, mas NÃO substitutas do cuidado nutricional.

Acesse a diretriz completa no nosso site pelo link abaixo!

https://nutritotal.com.br/pro/material/diretriz-oms-sobre-uso-de-terapias-com-glp-1-no-tratamento-da-obesidade/

04/12/2025

Small changes in your daily habits can make a big difference to your health. 💪

Including and foods in your diet helps support the beneficial bacteria in your gut.

And the cherry on the cake? A healthier gut may help you fend off those winter colds. 🤧

22/11/2025

Hipoglicemia: 10 mitos e verdades sobre a “queda de açúcar”

Especialista explica causas, sintomas e esclarece as principais dúvidas sobre o problema, que ainda é frequentemente banalizado

Apesar de ser um problema relativamente comum, a hipoglicemia, conhecida popularmente como “queda de açúcar”, é frequentemente banalizada ou confundida com outras condições, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar os riscos à saúde.

“A hipoglicemia pode parecer algo simples, mas quando não é identificada e tratada corretamente, pode levar a quadros graves, como convulsões, arritmias e até perda de consciência.

A condição ocorre quando a concentração de glicose (principal fonte de energia do corpo humano) cai abaixo do normal, geralmente inferior a 70 mg/dL. Essa queda pode causar sintomas como tremores, tontura, fraqueza, palpitações e suor excessivo.

Embora seja mais comum entre pessoas com diabetes em uso de insulina ou outros medicamentos, a hipoglicemia também pode acontecer em quem não tem a doença, especialmente após cirurgia bariátrica, jejum prolongado ou uso de determinados fármacos, e precisa ser tratada corretamente.

Pesquisas sobre o tema vêm sendo desenvolvidas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com a Unicamp, e buscam compreender melhor as causas e mecanismos da hipoglicemia em adultos.

Entenda o que é mito e o que é verdade sobre a hipoglicemia

1. Sentir tremores, tontura ou fraqueza sempre significa baixa de açúcar no sangue.
MITO. Esses sintomas também podem acontecer por pressão baixa, desidratação, ansiedade ou até uso de certos remédios. Não é sempre sinal de hipoglicemia.

2. Qualquer doce serve para tratar a hipoglicemia.
MITO. O ideal é usar carboidratos de ação rápida, como suco de fruta ou refrigerante comum. A regra do 15-15 ajuda: tomar 200 mL de suco ou refrigerante, esperar 15 minutos e medir novamente a glicemia. Comer doce em excesso pode causar uma rápida subida e depois nova queda do açúcar no sangue.

3. Medir a glicemia na ponta do dedo já confirma o diagnóstico.
MITO. O teste capilar ajuda, mas a confirmação de hipoglicemia verdadeira deve ser feita com exame de sangue venoso, especialmente quando há sintomas como palpitações, suor excessivo, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração.
Em casos graves, pode haver desmaio, convulsão ou até coma.

4. A principal causa de hipoglicemia é ficar sem comer.
MITO. No Brasil, a causa mais comum é a hipoglicemia pós-cirurgia bariátrica (dumping tardio). Nela, o açúcar dos doces entra muito rápido no sangue e logo depois cai de forma brusca, causando sintomas.

5. Medicamentos para emagrecer podem causar hipoglicemia.
VERDADE — mas é raro. As chamadas “canetas emagrecedoras” (análogos de GLP-1) raramente causam hipoglicemia sozinhas. Isso acontece em menos de 5% dos casos, geralmente quando usados junto com outros remédios.
Curiosamente, eles até ajudam a tratar a hipoglicemia pós-bariátrica.
Os remédios que mais causam hipoglicemia são a insulina e os antidiabéticos mais antigos, como a gliclazida.

6. Hipoglicemia não traz grandes riscos.
MITO. A glicemia baixa pode ser muito perigosa: aumenta o risco de acidentes, convulsões, arritmias, infarto e até comprometimento da memória e da cognição.

7. O teste de jejum prolongado pode durar até 3 dias sem comer.
VERDADE. Esse teste é feito em ambiente hospitalar, para investigar hipoglicemia em jejum. Hoje em dia ele costuma ser interrompido antes, mas antigamente podia durar até 72 horas.

8. Glicemia baixa pode ser sinal de tumor no pâncreas.
VERDADE. Alguns tumores chamados insulinomas produzem insulina em excesso, causando hipoglicemia, principalmente em jejum. O tratamento costuma ser feito com cirurgia.

9. Deficiências hormonais podem causar hipoglicemia.
VERDADE. A falta de hormônios como cortisol (insuficiência adrenal) ou hormônio do crescimento pode levar à hipoglicemia. A insuficiência adrenal é uma doença grave e precisa de diagnóstico e tratamento imediato.

10. Problemas genéticos podem causar hipoglicemia.
VERDADE. Pesquisas brasileiras mostraram que mutações no receptor de insulina podem causar hipoglicemia.
Esse tema vem sendo estudado no Hospital das Clínicas da USP, em parceria com a Unicamp, reunindo a maior casuística nacional sobre o assunto.
Reconhecer os sinais precoces e buscar orientação médica é essencial para evitar complicações “Identificar a causa da hipoglicemia é o primeiro passo para tratar e prevenir novos episódios.

Fonte
Dr. Ramon Marcelino - Referência em endocrinologia e medicina do estilo de vida. Atua no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) e integra o corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês.

Veja mais artigos em www.nutricaoempauta.com.br

11/11/2025
12/10/2025

Hoje, dia 11 de outubro, comemora-se o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.
A obesidade é uma condição multifatorial, influenciada não apenas pela alimentação, mas também por aspectos genéticos, inflamatórios, emocionais, microbiota intestinal e até pela exposição a disruptores endócrinos.

Na Nutrição Funcional, a prevenção começa com a identificação de desequilíbrios individuais: inflamação silenciosa, resistência à insulina, sono inadequado e estresse crônico são fatores que alteram a regulação do apetite e do metabolismo.

🍎 Estratégias eficazes incluem:
Alimentação rica em fibras e compostos bioativos (como polifenóis e carotenoides);
Sono restaurador e manejo do estresse;
Movimento diário, mesmo que em pequenas doses;
Redução da exposição a ultraprocessados e toxinas ambientais.
Prevenir é cuidar de dentro para fora, com ciência, consciência e compaixão.

12/10/2025
03/10/2025
16/09/2025

Muito mais que “seletividade alimentar”, o TARE pode envolver evitar determinados alimentos devido a desconfortos sensoriais, medo de consequências como náusea ou engasgo, ou até falta de interesse em comer.

Esse quadro tem impacto direto na saúde física, no crescimento e no bem-estar, e não está relacionado a preocupações com peso ou forma corporal. É especialmente comum em pessoas autistas, por conta de necessidades sensoriais e dificuldades interoceptivas.

Quer entender como identificar e manejar o TARE na prática clínica?
Participe da 7ª edição do Curso de Atualização em Dificuldades Alimentares ao TARE, ministrado por profissionais do primeiro serviço especializado no Brasil.

🔗 Mais informações e inscrições: http://ambulim.org.br/cursos
📅 Inscrições abertas até 21/09

Endereço

Madre Cabrini, 77
São Paulo, SP
01308000

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