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Você fez o exame.O TSH voltou normal.Mas o cansaço continua.O cabelo ainda cai.A dificuldade para emagrecer permanece.E ...
29/05/2026

Você fez o exame.

O TSH voltou normal.

Mas o cansaço continua.
O cabelo ainda cai.
A dificuldade para emagrecer permanece.

E a sensação é de que os exames não explicam tudo o que você está sentindo.

Embora a tireóide seja frequentemente o foco da investigação, ela não funciona isoladamente.

O intestino participa dessa conversa de várias formas: influencia a resposta imunológica, interfere na absorção de nutrientes essenciais para a função tireoidiana e participa do metabolismo dos hormônios tireoidianos.

Quando a barreira intestinal está comprometida ou a microbiota está em desequilíbrio, processos inflamatórios podem contribuir para a autoimunidade tireoidiana. Além disso, alterações intestinais podem prejudicar a absorção de nutrientes como selênio, zinco, ferro e iodo — fundamentais para a produção e ativação dos hormônios da tireóide.

Por isso, uma investigação completa precisa olhar além do TSH.

Às vezes, o exame está olhando para a tireóide.

Mas parte da resposta pode estar no intestino.

↓ Salve este post para consultar depois.

↓ Marque alguém que convive com sintomas persistentes apesar dos exames “normais”.

↓ E me conte nos comentários: você já saiu de uma consulta com os exames dentro da faixa de referência, mas sentindo que algo ainda não estava certo?

🔗 Link na bio para agendamento.

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Enquanto São Paulo congela, eu aqui no meu   de praia sem culpa.São Paulo 🥶Eu: lembrando desse fim de tarde onde a melho...
27/05/2026

Enquanto São Paulo congela, eu aqui no meu de praia sem culpa.
São Paulo 🥶Eu: lembrando desse fim de tarde onde a melhor coisa que fiz pelo meu corpo foi simplesmente estar. Sem agenda. Sem pressa.
 

26/05/2026

Perder peso e perder gordura não são a mesma coisa.

No consultório, a pergunta que eu faço não é apenas quanto peso foi perdido. É: de onde veio essa perda?

Medicamentos como semaglutida e tirzepatida podem ser ferramentas extremamente ef**azes no tratamento da obesidade. Mas a qualidade do emagrecimento importa tanto quanto a quantidade.

Preservar massa muscular, evitar deficiências nutricionais e construir hábitos sustentáveis definem não só o resultado durante o tratamento — mas a capacidade de mantê-lo depois.

O período de uso do medicamento é uma janela de oportunidade para promover mudanças que continuem fazendo diferença quando ele não estiver mais presente.

O sucesso do tratamento não é apenas perder peso durante a caneta.
É conseguir sustentar saúde, composição corporal e qualidade de vida depois dela.

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O envelhecimento não acontece de repente.Ele começa silenciosamente — nos hábitos que sustentamos todos os dias, inclusi...
21/05/2026

O envelhecimento não acontece de repente.

Ele começa silenciosamente — nos hábitos que sustentamos todos os dias, inclusive na forma como nos alimentamos.

O corpo responde constantemente ao ambiente que criamos: inflamação crônica, excesso de ultraprocessados, baixa ingestão de nutrientes, estresse, alterações no intestino.

Muitas vezes, antes mesmo dos sintomas aparecerem.

A alimentação não influencia apenas peso ou estética.
Ela envia sinais para as células, para os genes, para o microbioma — e para os mecanismos envolvidos no envelhecimento biológico.

Longevidade não é sobre perfeição.
É sobre entender que pequenas decisões diárias podem fortalecer — ou comprometer — a saúde ao longo do tempo.

Seu corpo está respondendo ao que você repete diariamente.

Talvez mais rápido do que você imagina.

Salve para lembrar disso. ✨





Tem dias em que algo simplesmente se reorganiza dentro da gente.E quase sempre o corpo mostra isso primeiro:no sono, na ...
20/05/2026

Tem dias em que algo simplesmente se reorganiza dentro da gente.

E quase sempre o corpo mostra isso primeiro:
no sono, na energia, na disposição, na forma como conseguimos estar presentes.

É isso que busco para cada paciente que chega até mim:
menos ruído, mais equilíbrio.

Não perfeição — presença.

Porque saúde não é só ausência de sintomas.
É conseguir habitar a própria vida com mais leveza. 🤍

Você já saiu de uma consulta com o laudo na mão, tudo dentro da faixa — e mesmo assim sentiu que algo não estava certo?E...
19/05/2026

Você já saiu de uma consulta com o laudo na mão, tudo dentro da faixa — e mesmo assim sentiu que algo não estava certo?

Esse incômodo pode ter uma explicação clínica.

Exames são ferramentas essenciais.
Mas a forma como eles são interpretados faz toda a diferença.

Um número isolado raramente conta a história inteira.
O corpo funciona em rede — e a avaliação deveria funcionar assim também.

Sono, intestino, energia, humor, recuperação, sintomas persistentes…
Tudo isso comunica informações que o laudo, sozinho, muitas vezes não consegue mostrar.

Faixas de referência foram criadas para identif**ar doença instalada.
Não necessariamente para avaliar vitalidade, função metabólica ou equilíbrio funcional.

Porque normalidade estatística não é a mesma coisa que saúde individual.

A pergunta que orienta minha prática não é apenas:
“Existe doença?”

Mas:
“Esse organismo está funcionando bem?”

↓ Me conta nos comentários:
qual sintoma você carrega há tempo mesmo com exames “normais”?

12/05/2026

E é exatamente por isso que a investigação precisa vir antes do rótulo.

Várias condições podem se apresentar com os mesmos sintomas da SII — e cada uma tem uma causa e um tratamento completamente diferentes:

— Doença Celíaca
— SIBO, IMO e SIFO
— Má absorção de lactose e frutose
— Síndrome de Ativação Mastocitária
— Diarreia por ácidos biliares
— Disfunção do assoalho pélvico

Se você trata há meses e continua sem resposta, talvez ainda exista algo que precise ser melhor investigado.

Salvei tudo em detalhes no carrossel aqui no perfil. 👆

O novo código de ética do Conselho Federal de Nutricionistas precisa ser debatido com seriedade.Depois de mais de uma dé...
05/05/2026

O novo código de ética do Conselho Federal de Nutricionistas precisa ser debatido com seriedade.

Depois de mais de uma década de formação, múltiplas especializações e atuação clínica com prontuário, rastreamento laboratorial e responsabilidade técnica, o que vejo nessa atualização não é proteção da profissão.

É nivelamento.

A proibição de qualquer forma de apresentação de resultado clínico — exames, composição corporal, evolução documentada — não distingue prática clínica responsável de sensacionalismo.

Coloca no mesmo lugar quem trabalha com método, ciência e responsabilidade
e quem publica conteúdo sem formação, sem critério e sem qualquer tipo de regulação.

E isso é uma falha.

Porque o papel de um conselho como o Conselho Federal de Nutricionistas não é apenas restringir.

É diferenciar.
É proteger quem exerce a profissão com base técnica.
É sustentar o valor da prática clínica séria.

Hoje acontece o oposto:
o profissional regulamentado é limitado
enquanto quem está fora da profissão segue sem qualquer controle

Isso não protege a nutrição.
Isso enfraquece.

E enquanto isso, seguimos com um problema muito maior — e ignorado:

Em 2026, nutricionistas ainda não têm seus pedidos e laudos reconhecidos de forma ampla pelos planos de saúde.

O paciente que precisa de acompanhamento especializado continua, muitas vezes, pagando sozinho por esse cuidado.

Esse é o tipo de pauta que fortalece a profissão.
Que amplia acesso.
Que posiciona a nutrição onde ela precisa estar dentro do sistema de saúde.

Restringir o profissional é simples.
Defender a profissão exige posicionamento.

Seguimos trabalhando com ciência, responsabilidade e ética.
Esse é o compromisso que sustenta a prática clínica — independentemente de resolução.

O novo código de ética do Conselho Federal de Nutricionistas precisa ser debatido com seriedade.Depois de mais de uma dé...
05/05/2026

O novo código de ética do Conselho Federal de Nutricionistas precisa ser debatido com seriedade.

Depois de mais de uma década de formação, 6 pós -graduações, diversos cursos de especialização e atuação clínica com prontuário, rastreamento laboratorial e responsabilidade técnica, o que vejo nessa atualização não é proteção da profissão.

É nivelamento.

A proibição de qualquer forma de apresentação de resultado clínico — exames, composição corporal, evolução documentada — não distingue prática clínica responsável de sensacionalismo.

Coloca no mesmo lugar quem trabalha com método, ciência e responsabilidade
e quem publica conteúdo sem formação, sem critério e sem qualquer tipo de regulação.

E isso é uma falha.

Porque o papel de um conselho como o Conselho Federal de Nutricionistas não é apenas restringir.

É diferenciar.
É proteger quem exerce a profissão com base técnica.
É sustentar o valor da prática clínica séria.

Hoje acontece o oposto:
o profissional regulamentado é limitado
enquanto quem está fora da profissão segue sem qualquer controle

Isso não protege a nutrição.
Isso enfraquece.

E enquanto isso, seguimos com um problema muito maior — e ignorado:

Em 2026, nutricionistas ainda não têm seus pedidos e laudos reconhecidos de forma ampla pelos planos de saúde.

O paciente que precisa de acompanhamento especializado continua, muitas vezes, pagando sozinho por esse cuidado.

Esse é o tipo de pauta que fortalece a profissão.
Que amplia acesso.
Que posiciona a nutrição onde ela precisa estar dentro do sistema de saúde.

Restringir o profissional é simples.
Defender a profissão exige posicionamento.

Seguimos trabalhando com ciência, responsabilidade e ética.
Esse é o compromisso que sustenta a prática clínica — independentemente de resolução.

Tem pessoas que fazem tudo certo —e o fígado ainda acumula gordura.Não é falta de disciplina.Não é só o cardápio.Às veze...
04/05/2026

Tem pessoas que fazem tudo certo —
e o fígado ainda acumula gordura.

Não é falta de disciplina.
Não é só o cardápio.

Às vezes, é a bioquímica individual
que explica o que o estilo de vida
não consegue justif**ar.



Dois genes têm papel central nessa história:

PEMT — responsável pela síntese de fosfatidilcolina,
essencial para que o fígado exporte gordura via VLDL.

Quando há variantes funcionais:
👉 essa exportação f**a comprometida
👉 e a gordura se acumula



MTHFR — regula a metilação,
processo que sustenta toda essa cadeia.

A variante C677T:

* reduz a atividade enzimática
* eleva a homocisteína
* e pode predispor à esteatose ao alterar o metabolismo da colina



E tem mais:

O PEMT é ativado pelo estrogênio.

Isso signif**a que existe uma proteção relativa
em determinadas fases da vida —
que diminui com a transição hormonal.

👉 Não por acaso, a esteatose hepática
avança justamente nesse período.



A genômica não substitui a clínica.
Mas explica o que os exames de rotina
muitas vezes não conseguem.



É aqui que a nutrição funcional entra —
da variante à individualidade bioquímica.



💾 Salve este post.
Ele pode fazer sentido para você —
ou para alguém que você conhece.

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