Dr. Alain Dutra CRM SP 102211

Dr. Alain Dutra CRM SP 102211 👉 Dr. Alain Dutra – Médico – CRM/SP 102211 – Urologista – RQE 27294 – Visão Integrativa e de Estilo de Vida.
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Medicina geral e Urologia sempre explicada de forma descomplicada.

03/09/2026

Hashimoto não é só TSH. Também é imunidade, inflamação, intestino e qualidade da gordura que você coloca no prato.

Quando falamos de ômega 3 e tireoidite de Hashimoto, muita gente pensa logo em óleo de peixe. Mas é importante entender a diferença: chia, linhaça e nozes têm ALA, o ômega 3 vegetal. Ele ajuda, mas o corpo converte pouco ALA em EPA e quase nada em DHA.

EPA e DHA, encontrados principalmente em peixes gordurosos e óleo de peixe, participam da produção de moléculas que ajudam o corpo a modular a inflamação. Já o excesso de óleos refinados, frituras e ultraprocessados pode desequilibrar essa balança.

Em mulheres com Hashimoto, alguns estudos mostram alterações no perfil de gorduras inflamatórias e menor índice de ômega 3. Esse índice avalia a quantidade de ômega 3 dentro dos glóbulos vermelhos e pode ajudar a sair do “achismo”, embora não seja um exame obrigatório de rotina.

Sobre anticorpos, a evidência ainda está dividida. Um estudo com dieta rica em EPA e DHA não mostrou mudança no anti-TPO. Já um ensaio recente de 2026, com 50 pacientes usando 2 gramas por dia por 12 semanas, encontrou efeito positivo. Mas 50 pacientes ainda é pouco para fechar a conta.

O que dá para dizer com mais segurança é: ninguém zera anticorpos apenas com óleo de peixe. Mas o ômega 3 pode somar como uma das medidas dentro de um plano bem conduzido, principalmente quando o objetivo é modular inflamação.

Não é sobre uma cápsula resolver Hashimoto. É sobre cuidar do terreno: tireoide, intestino, inflamação, alimentação, nutrientes, sono e acompanhamento médico.

Salve este vídeo para lembrar que Hashimoto não é só TSH. E envie para alguém com tireoidite de Hashimoto que nunca olhou para a qualidade da gordura que consome.

As referências dos estudos comentados estão no primeiro comentário.

A informação contida neste post é somente para fins de informação geral e não deve ser usada para qualquer finalidade de diagnóstico ou tratamento. Esta informação não cria nenhuma relação médico-paciente e não deve ser usada como substituto de diagnóstico ou tratamento profissional. Por favor, consulte

01/09/2026

Quando falamos de tireoide, muita gente pensa apenas em TSH, T4, T3, iodo, selênio e levotiroxina. Mas a tireoide também depende de minerais, enzimas, intestino, absorção, inflamação e equilíbrio metabólico.

Uma revisão de 2026 discutiu o papel de três minerais essenciais nas doenças tireoidianas: ferro, cobre e zinco.

O ferro participa da produção dos hormônios tireoidianos. Por isso, ferritina baixa pode aparecer junto com cansaço, queda de cabelo, unha fraca, frio, baixa energia e sintomas parecidos com hipotireoidismo.

Mas ferritina baixa nem sempre é resolvida apenas tomando ferro. Em alguns casos, também é preciso olhar para cobre, ceruloplasmina, zinco, absorção intestinal, perdas menstruais, inflamação e outros fatores.

O cobre participa do metabolismo do ferro e de enzimas importantes para defesa antioxidante. Já o zinco conversa com imunidade, cabelo, pele, cicatrização, intestino e resposta dos tecidos aos hormônios tireoidianos.

O ponto não é sair suplementando ferro, cobre ou zinco por conta própria. O ponto é investigar.

Em pacientes com Hashimoto, hipotireoidismo, ferritina baixa, queda de cabelo e cansaço persistente, olhar apenas para o TSH pode ser insuficiente.

Salve este vídeo para lembrar que tireoide não é só hormônio. E envie para alguém com Hashimoto, ferritina baixa, queda de cabelo ou cansaço que nunca avaliou ferro, cobre e zinco em conjunto.

A informação contida neste post é somente para fins de informação geral e não deve ser usada para qualquer finalidade de diagnóstico ou tratamento. Esta informação não cria nenhuma relação médico-paciente e não deve ser usada como substituto de diagnóstico ou tratamento profissional.
Por favor, consulte o SEU MÉDICO antes de tomar qualquer decisão sobre cuidados de saúde, uso de suplementos ou medicamentos, ou orientação sobre qualquer condição médica.

Dr. Alain Dutra
CRM/SP 102211 – RQE 27294

31/08/2026

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine avaliou mais de 2 milhões de adultos em 39 países e mostrou o impacto de cinco fatores de risco aos 50 anos.

Os fatores avaliados foram: pressão alta, colesterol alterado, diabetes, excesso de peso ou obesidade e tabagismo.

O resultado foi claro: pessoas que chegaram aos 50 anos sem esses fatores viveram mais e passaram mais tempo livres de doença cardiovascular.

Nas mulheres, a ausência desses cinco fatores foi associada a 13,3 anos a mais livres de doença cardiovascular. Nos homens, 10,6 anos a mais.

Cada fator conta. Pressão alta, glicose alterada, colesterol muito elevado, tabagismo e excesso de peso vão se somando e podem acelerar danos nos vasos, no coração e no metabolismo.

A boa notícia é que melhorar esses fatores na meia-idade pode mudar a trajetória de risco.

Infarto, AVC e insuficiência cardíaca muitas vezes são resultado de anos de sinais silenciosos.

Link do estudo: https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2415879

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Dr. Alain Dutra CRM/SP 102211 – RQE 27294

27/08/2026

Você começou a ter sintomas de tireoide depois de uma infecção?

Em algumas pessoas, alterações na tireoide aparecem ou pioram após uma infecção viral, como COVID, viroses mais fortes ou mononucleose, causada pelo vírus Epstein-Barr.

Depois disso, podem surgir sintomas como cansaço fora do normal, queda de cabelo, palpitações, ansiedade, intolerância ao frio ou ao calor, alteração de peso, insônia, dor no pescoço, piora da energia ou mudanças nos exames da tireoide.

Isso não significa que toda infecção causa doença na tireoide. Mas algumas infecções podem mexer com o sistema imunológico, aumentar inflamação e, em pessoas predispostas, funcionar como um gatilho para alterações autoimunes ou inflamatórias da tireoide.

Hashimoto, doença de Graves e tireoidite subaguda são condições diferentes, mas todas envolvem uma conversa importante entre imunidade, inflamação, vírus e tireoide.

Se depois de uma infecção você percebeu que seu corpo nunca mais voltou ao normal, vale conversar com seu médico sobre uma investigação mais completa da tireoide.

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24/08/2026

Foi muito gratificante participar do 4º Congresso Internacional de Ozonioterapia, compartilhando conhecimento e, principalmente, tendo a oportunidade de trocar experiências com tantos colegas e profissionais.

Na minha palestra, falei sobre cognição e ozônio, abordando mecanismos envolvidos na saúde cerebral e algumas das evidências científicas que vêm sendo estudadas nessa área.

Congressos como esse são importantes justamente pela troca: aprendemos, discutimos diferentes perspectivas, revemos conceitos e voltamos para a prática com novas perguntas e novos conhecimentos.

Espero também ter contribuído, de alguma forma, com a experiência e o conhecimento que venho construindo ao longo dos anos.

Meu agradecimento à organização, aos colegas e a todos que acompanharam esse momento.

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