26/11/2025
Completar uma maratona: para alguns, loucura; para outros, perda de tempo. Há quem diga que não é saudável correr essa distância — afinal, são 42,195 km. A história remonta à Grécia Antiga, quando o soldado Fidípedes teria corrido de Maratona até Atenas, cerca de 40 quilômetros, para anunciar a vitória dos gregos sobre os persas em 490 a.C., morrendo de exaustão ao chegar. Os quilômetros adicionais foram acrescentados apenas após a Olimpíada de Londres, em 1908, para que a família real pudesse ver a chegada a partir do Castelo de Windsor.
Eu, particularmente, nunca me imaginei completando uma maratona, apesar de gostar de correr desde novo. E cá estou, após finalizar minha terceira prova na capital do país.
Primeiro, sou grato pela oportunidade de ter encontrado uma forma mais leve e feliz de encarar a vida. Ser maratonista vai além de um hobby — é uma marca, uma tatuagem que te acompanha para sempre.
Segundo, pelos ensinamentos que cada corrida traz. Apesar de um ciclo impecável e cheio de resultados animadores, o cenário desta prova foi totalmente imprevisível: quente, úmido e com uma altimetria de tirar o fôlego. Não saiu o tão esperado RP, mas foi uma aula de autocontrole emocional, físico e de superação.
A todos que estão ao meu lado nessa trajetória: obrigado por terem cruzado essa linha comigo. Em especial à minha amada esposa e melhor amiga, Maria Teresa, e à minha filha Maria Cecília — minha eterna fonte de inspiração para quantas maratonas minhas pernas ainda puderem enfrentar.
BSB, obrigado por tudo!
BH, aí vamos nós.
Família, foco e fé.