Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde Atendimento respeitoso à saúde, independente de gênero e orientação sexual. O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer!
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O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada. Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos nat

urais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida. Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:

- Consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
- Atendimento psicológico
- Treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

🚨 URGENTE: PDL 3/2025 na agenda do Senado nesta terça-feira!Entenda como o Senado quer restringir direitos de crianças e...
01/06/2026

🚨 URGENTE: PDL 3/2025 na agenda do Senado nesta terça-feira!

Entenda como o Senado quer restringir direitos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

O Projeto já foi aprovado na Câmara e se também for pelo Senado passa a valer sem necessidade de sanção presidencial. Por isso, pedimos o apoio para ampliar esse alerta nas próximas horas!

Precisamos agir agora 👉🏽 Diga NÃO ao projeto votando na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

🌈 VOZES LBTQIAPN+ PELO SUSFormação sobre participação popular, controle social do SUS e direitos se***is e reprodutivos....
01/06/2026

🌈 VOZES LBTQIAPN+ PELO SUS

Formação sobre participação popular, controle social do SUS e direitos se***is e reprodutivos.

Você quer entender melhor como funcionam os conselhos de saúde, os espaços de decisão do SUS e como participar da construção das políticas públicas do seu território?

A Formação Vozes LBTQIAPN+ pelo SUS, realizada pelo Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde em parceria com as Promotoras Legais Populares (PLPs) Cida da Terra, *convida mulheres e pessoas LBTQIAPN+ de Campinas e região* para uma formação popular, feminista e interseccional.

Quer participar?

📲 Preencha o formulário e manifeste seu interesse: LINK NA BIO!

Retirar a expressão “violência obstétrica” de materiais oficiais não faz com que ela deixe de existir.Violência obstétri...
29/05/2026

Retirar a expressão “violência obstétrica” de materiais oficiais não faz com que ela deixe de existir.

Violência obstétrica é uma realidade vivida por milhares de mulheres e pessoas que gestam. Ela acontece quando há desrespeito, abuso, negligência, procedimentos sem consentimento, humilhação, discriminação ou violação de direitos durante a gestação, o parto, o abortamento e o pós-parto.

As palavras importam. Nomear uma violência é o primeiro passo para reconhecê-la, enfrentá-la e transformá-la.

Apagar o termo não protege quem sofre violência. Pelo contrário: dificulta sua identificação, seu registro e seu enfrentamento.

Por isso, seguimos afirmando:

VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA.

Vocês retiram a palavra. Nós seguiremos nomeando.

Porque não existe cuidado sem direitos.
Porque não existe parto respeitado sem autonomia.
Porque não existe transformação sem reconhecimento do problema.

O ab**to segue sendo uma das principais causas evitáveis de morte materna no mundo. E isso acontece, em muitos casos, po...
28/05/2026

O ab**to segue sendo uma das principais causas evitáveis de morte materna no mundo.

E isso acontece, em muitos casos, porque o ab**to é criminalizado.

A criminalização do ab**to não impede sua realização. Ela apenas define quem pode acessar cuidado seguro e quem ficará mais exposta ao risco de morte, prisão e violência.

Quando o Estado nega acesso à informação, acolhimento e cuidado seguro, mulheres seguem abortando em condições precárias, muitas vezes sozinhas, com medo e sem assistência de saúde adequada.

Os impactos dessa política recaem de forma desigual sobre mulheres pobres, negras, periféricas e jovens.

Defender a legalização do ab**to é defender a redução da mortalidade materna, a justiça reprodutiva, a autonomia sobre os corpos e o direito à saúde.

Nenhuma mulher deveria morrer por um ab**to inseguro.

**to **tolegal **to

🚨 URGENTE: PDL 3/25 na agenda do Senado!Enquanto a Câmara aprova mais direitos para os trabalhadores com o fim da escala...
28/05/2026

🚨 URGENTE: PDL 3/25 na agenda do Senado!

Enquanto a Câmara aprova mais direitos para os trabalhadores com o fim da escala 6x1, o Senado quer restringir direitos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. O Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quer incluir na pauta desta terça-feira o PDL 3/2025, que derruba a resolução do Conanda criada para organizar o fluxo de atendimento das crianças e adolescentes vítimas de estupro.

O Projeto já foi aprovado na Câmara e não depende de sanção presidencial se aprovado no Senado, então precisamos agir agora!

👉🏽 Diga NÃO ao projeto votando na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

Na prática, este projeto gera mais desinformação e insegurança para os profissionais que atuam na rede de proteção à infância e adolescência, dificultando o acesso à esse direito para crianças e adolescentes vítimas.

No Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e no Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, defender a nova C...
28/05/2026

No Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e no Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, defender a nova Caderneta da Gestante é defender informação de qualidade, autonomia e cuidado digno para todas as mulheres e pessoas que gestam.

A nova versão da caderneta representa um avanço importante na construção de uma atenção mais humana, integral e baseada em direitos, pois amplia o acesso à informação sobre saúde mental, plano de parto, direitos no SUS, cuidado multiprofissional, violência obstétrica e autonomia nas decisões sobre o próprio corpo e o nascimento.

Ela reconhece a gestação e o parto como experiências biopsicossociais, vivências atravessadas pela cultura, pela história, pelas condições de vida, pelos afetos e pelas diferentes formas de existir.

Defender essa caderneta é defender um SUS comprometido com o cuidado humanizado, com a autonomia e com a redução das mortes maternas evitáveis.

Dia 28/05 é o Dia Internacional da Dignidade Menstrual, uma data que chama atenção para o direito de todas as pessoas vi...
27/05/2026

Dia 28/05 é o Dia Internacional da Dignidade Menstrual, uma data que chama atenção para o direito de todas as pessoas viverem seus ciclos menstruais com acesso à informação, cuidado, saúde, saneamento básico e produtos adequados.

Menstruar nunca foi apenas um processo biológico.

É uma experiência atravessada por saúde, classe, cultura, direitos e cuidado coletivo.

Em média, mulheres e pessoas com útero vão menstruar cerca de 40 anos de suas vidas. E como atravessamos esse período?

Falar sobre menstruação é falar sobre acesso à informação, pobreza menstrual, violência de gênero, impactos ambientais, climatério e autonomia sobre o próprio corpo.

Viver a menstruação com dignidade deve ser um direito de todas as pessoas.

O Coletivo Feminista tem a satisfação de convidar a todas as pessoas para o pré-lançamento do Observatório Criança Não é...
27/05/2026

O Coletivo Feminista tem a satisfação de convidar a todas as pessoas para o pré-lançamento do Observatório Criança Não é Mãe (âmbito nacional).

O Observatório reúne e analisa dados sobre gravidez na infância e adolescência no Brasil, trazendo recortes de raça/cor, faixa etária, escolaridade e outros elementos que evidenciam os riscos e vulnerabilidades desse cenário.

📍 Câmara Municipal de São Paulo — Sala Oscar Pedroso
📅 02 de junho
🕕 Das 18h às 20h
Falar sobre isso é responsabilidade coletiva.
Proteger crianças e adolescentes também.

No dia 27 de maio, o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e a Embaixada da França no Brasil promovem um encontro para ...
26/05/2026

No dia 27 de maio, o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e a Embaixada da França no Brasil promovem um encontro para compartilhar experiências, fortalecer diálogos e pensar caminhos possíveis para o cuidado reprodutivo no Brasil. 🇧🇷🇫🇷

Ao longo do dia, vamos debater temas fundamentais como:
• educação sexual e contracepção
• acesso ao ab**to legal
• cuidado reprodutivo ao longo da vida
• desigualdades estruturais e justiça reprodutiva
• experiências internacionais e políticas públicas baseadas em evidências

📍 Brasília/DF — Sala Schumann
🗓 27 de maio
⏰ 8h30 às 18h30
🔗Para acessar a programação: Link na bio

Esperamos vocês para construir esse diálogo coletivo.

Políticas públicas em saúde sexual e reprodutiva precisam ser construídas com evidências, cooperação internacional e compromisso com os direitos humanos.

**tolegal **tolegal

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde está com uma vaga aberta para designer no Núcleo de Comunicação.Buscamos uma pe...
26/05/2026

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde está com uma vaga aberta para designer no Núcleo de Comunicação.

Buscamos uma pessoa com experiência em produção de conteúdo digital e institucional, criação de materiais educativos, edição de vídeos e desenvolvimento de peças gráficas para redes sociais, eventos e campanhas.

Também procuramos alguém com organização, autonomia, criatividade, boa comunicação e afinidade com direitos se***is e reprodutivos.

Para participar, preencha o formulário disponível na bio. Lá você encontrará o Termo de Referência com todas as informações sobre a vaga.

Prazo para inscrição: até às 23h59 do dia 31/05/2026.

Endereço

Rua Bartolomeu Zunega, 44, Pinheiros
São Paulo, SP
05426-020

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

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