Espaço Viver Com Arte

Espaço Viver Com Arte O Espaço Viver Com Arte é um centro de estudos em Terapia Ocupacional com enfoque em reabilitação neuropsicológica e processos expressivos em reabilitação.

O Espaço Viver com Arte oferece atendimento a indivíduos adultos e idosos, por terapeutas ocupacionais, especialistas em neurociências e em gerontologia.

Lindo
08/05/2026

Lindo

“Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar em vão, para trazer a linha de volta. É aceitar doer inteiro até florir de novo.”

(Caio Fernando Abreu--)

Imagem via: Pinterest.

29/11/2025

Estão abertas as inscrições para a FORMAÇÃO DE NEUROCIÊNCIA APLICADA ÀS EMOÇÕES E EXPRESSÃO ARTÍSTICA, com um preço promocional exclusivo.

Esta é uma formação de dois anos, criada para desenvolver terapeutas neuro-intuito-criativos, capazes de integrar arte, neurociência e emoção em processos de cuidado e transformação humana.

Se a sua vocação é acolher, compreender e ajudar pessoas por meio de uma abordagem sensível e cientificamente fundamentada, este é o caminho.

🔗 Garanta sua vaga antes do fim do dia. O link para inscrição está abaixo:

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Olá queridos amigos!!Comunico os  novos vídeos da série chamada *"ARTE E COGNIÇÃO *" que estão sendo postados no meu can...
29/11/2025

Olá queridos amigos!!

Comunico os novos vídeos da série chamada *"ARTE E COGNIÇÃO *" que estão sendo postados no meu canal toda sexta-feira, com o nome CRIS ANAUATE!

Este video consta da primeira parte do TEMA DO ESPAÇO NO CÉREBRO!!

Estou à disposição e para mim será um carinho imenso compartilhar meu conhecimento com vocês!!

E convido a seguir meu canal e se inscreverem para que eu possa desenvolver outros temas que podem ser úteis para as pessoas!!

Um grande abraço a todos e sejam bem-vindos ao canal!!

Lançamos o quarto episódio da série de vídeos envolvendo conhecimentos teóricos e práticos na experiência da Profa. Cris Anauate, dedicada ao ramo da Arte e ...

Olá queridos amigos!!Comunico os  novos vídeos da série chamada *"ARTE E COGNIÇÃO *" que estão sendo postados no meu can...
29/11/2025

Olá queridos amigos!!

Comunico os novos vídeos da série chamada *"ARTE E COGNIÇÃO *" que estão sendo postados no meu canal toda sexta-feira, com o nome CRIS ANAUATE!

Estou à disposição e para mim será um carinho imenso compartilhar meu conhecimento com vocês!!

E convido a seguir meu canal e se inscreverem para que eu possa desenvolver outros temas que podem ser úteis para as pessoas!!

Um grande abraço a todos e sejam bem-vindos ao canal!!

Lançamos o terceiro episódio da nova série de vídeos envolvendo conhecimentos teóricos e práticos na experiência da Profa. Cris Anauate, dedicada ao ramo da ...

*Um pouquinho da minha história e o porquê da formação!!*Uma *"nova série"* no youtube que compartilho com vcs, caros am...
29/11/2025

*Um pouquinho da minha história e o porquê da formação!!*
Uma *"nova série"* no youtube que compartilho com vcs, caros amigos, outras conversas virão de outros muito queridos!
Em especial, agradeço o imenso carinho do querido amigo *William Silva, ARTETERAPEUTA JUNGUIANO da ATERP!!
E sejam muito bem vindos ao meu canal CRIS ANAUATE, agradeço se puderem se inscrever!!

Seguimos nossa série de entrevistas "O Despertar pela Arte", ministradas por Cris Anauate, a partir de perguntas e relações estabelecidas entre a professora ...

Lindo exemplo!!
25/11/2025

Lindo exemplo!!

Aos 9 anos, ela já era a maior pianista da Europa. Aos 20, tornou-se esposa, provedora, guardiã e ponte para a posteridade — tudo isso enquanto criava oito filhos.

Em 1828, uma menina chamada Clara Wieck subiu ao palco de Leipzig e sentou-se ao piano com a compostura de um veterano e a sensibilidade de uma alma antiga. Com apenas nove anos, tocou com tal precisão, profundidade e maturidade artística que homens adultos choraram na plateia. Não era a graça de uma criança habilidosa: era genialidade pura, impossível para alguém que mal havia começado a viver.

Seu pai, Friedrich Wieck, havia moldado esse prodígio desde os cinco anos — com disciplina rígida, metas implacáveis e a convicção de formar um fenômeno. Conseguiu muito mais do que imaginou. Na adolescência, Clara já viajava pela Europa, tocava para reis e rainhas, era exaltada pela crítica como uma das melhores pianistas do seu tempo.
Não a melhor menina.
Não a melhor mulher.
Uma das melhores, ponto.

Aos 20, Clara casou-se com Robert Schumann, nove anos mais velho, seu antigo colega de casa e pupilo de seu pai. O amor entre eles era profundo, mas o pai de Clara lutou ferozmente contra o casamento — levando o casal aos tribunais. Friedrich temia que a união destruísse a carreira da filha.
Ele estava certo… mas por razões que nem ele imaginava.

Clara não abandonou os palcos após casar. Não podia. A música de Robert, brilhante, era ousada demais para o gosto popular e raramente rendia dinheiro. Enquanto ele compunha, ela viajaria incansavelmente — meses longe de casa, cidade após cidade — sustentando a família com recitais.

E então a doença de Robert se revelou em toda a sua força:
depressão profunda, delírios auditivos, crises de pânico, períodos de paralisia criativa alternados com surtos de fúria produtiva.

Clara tornou-se a ponte entre ele e o mundo.
Administrava suas angústias, organizava as finanças, criava os filhos — oito ao todo — e ainda mantinha sua própria carreira internacional. Tinha apenas trinta anos e já carregava mais do que muitas vidas pedem a uma só pessoa. Mesmo assim, encontrava brechas silenciosas entre ensaios e camas infantis para compor suas próprias obras.

Em 1854, tudo colapsou. Robert tentou se matar, atirando-se no rio Reno. Sobreviveu, mas já não podia viver com a família. Foi internado num asilo.
Clara, grávida do oitavo filho, tornou-se viúva em vida.

Continuou a fazer o que sempre fizera: trabalhar. Viajava pela Europa — Viena, Paris, Londres — sustentando sozinha os filhos e pagando o tratamento do marido. Deu à luz o bebê e voltou aos palcos semanas depois. Não por ambição: por necessidade.

Robert morreu em 1856. Clara tinha 37 anos, oito filhos, nenhuma fortuna e um nome artístico que agora dependia unicamente de sua própria força. A maioria das mulheres na sua situação se casaria novamente, buscando estabilidade. Clara escolheu o contrário.
Continuou a tocar.
Continuou a compor.
Continuou a ensinar, dirigir, transformar a música europeia com suas escolhas artísticas.

E fez algo ainda maior: decidiu salvar a obra de Robert. Editou seus manuscritos, organizou seus ciclos, lutou para que orquestras tocassem suas peças. Era fidelidade, sim — mas era também visão. Clara sabia que a música de Robert era revolucionária, e que sem ela, cairia no esquecimento.

Foi graças a Clara que Robert Schumann entrou no cânone.
Não apenas como marido, mas como maestro de uma música nova.

Enquanto isso, compunha discretamente — peças de piano, canções, música de câmara — mas raramente as tocava em público. Não por falta de qualidade: mas porque apresentar obras próprias parecia audacioso demais para uma mulher num palco dominado por homens.

Clara tocou até os 70 anos, aposentando-se em 1891 após mais de seis décadas de carreira — uma vida inteira traduzida em teclas. Enfrentou perdas pessoais devastadoras, dificuldades financeiras, guerras, transformações culturais. E ainda assim nunca deixou de ser uma artista.

Ensinou no Conservatório de Frankfurt, formou gerações de pianistas e moldou o gosto musical europeu. Morreu em 1896, aos 76 anos, e seu funeral reuniu centenas de pessoas que sabiam estar se despedindo não apenas de uma grande intérprete, mas de uma força histórica.

Mas a história — sempre tão rápida em reduzir mulheres — insistiu: “esposa de Robert Schumann”.
Um título pequeno demais para alguém que sustentou uma família inteira, uma obra inteira, uma era inteira.

Hoje, quando ouvimos a música de Robert Schumann — o Concerto para Piano, as Sinfonias, os ciclos de piano — ouvimos também Clara.
Foi ela quem garantiu que as partituras sobrevivessem.
Foi ela quem ensinou o público a ouvi-las.
Foi ela quem moldou o que chamamos de “Schumann”.

E quando você ler “Schumann” sem primeiro nome, pergunte:
Qual deles?
O gênio conturbado que compôs por vinte anos? Ou a mulher que tocou por sessenta, compôs nas frestas do tempo, criou oito filhos, e ergueu o legado que o mundo ainda aplaude?

Clara Wieck Schumann provou que o brilho e o cuidado podem nascer das mesmas mãos, que mulheres podem erguer palcos inteiros mesmo quando não lhes é permitido ocupá-los plenamente.

Quando ouvir Schumann, lembre-se dela.
Clara é a razão de tudo isso existir.

25/11/2025
25/11/2025
25/11/2025
25/11/2025

"A velhice não aceita despreparo.
Ela não chega com delicadeza, e quem a espera de mãos vazias, sente o peso da dependência.

Prepare-se. Tenha algo guardado, um teto seguro, um carro à disposição.
Mas acima de tudo: que tudo isso seja seu.
Porque envelhecer com dignidade exige autonomia.

Não reescreva seus bens. Não confie cegamente que alguém cuidará de você como você cuida de si.
Seja leve: menos posses, mais paz.
Quanto mais coisas você tem, mais elas te exigem e, se não perceber, passam a te possuir.

A arte de viver é uma habilidade rara.
É saber dormir profundamente, comer com prazer, rir com liberdade e não se deixar consumir pelas preocupações.

Lembre-se: neste mundo, nada é realmente nosso.
E quanto menos pertencermos às coisas, mais livres seremos por dentro.

A verdadeira prisão é a do apego.
E a liberdade começa quando
aprendemos a viver com o essencial."

❤️🌹

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São Paulo, SP

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