29/06/2021
Musicoterapia e o acolhimento às pessoas LGBTQI+
No mês da diversidade precisamos, mais do que nunca, falar sobre a nossa atuação enquanto terapeutas e de que forma lidamos com o acolhimento da população LGBTQI+.
Sabe-se que, infelizmente, as normas sociais criam barreiras no dia-a-dia dessa população que luta incessantemente por poder ser quem é.
Além de toda a dificuldade quanto a segurança, aceitação e aquisição de trabalho, as pessoas LGBTQI+ têm, também, muitos dos seus direitos e conquistas anulados cotidianamente.
Esse conjunto de preconceitos e rejeições abre espaço para o sofrimento psíquico, o qual pode levar a agravos da saúde mental dessa população.
Como terapeutas devemos nos preocupar com os fatos psicossociais que proporcionam agravos à saúde mental de todos os indivíduos, bem como devemos saber lidar e respeitar todas as formas de ser e viver.
A população LGBTQI+ esta exposta a muitas vulnerabilidades, façamos com que as nossas clínicas e salas não sejam mais um espaço de sofrimento, mas sim de acolhimento, escuta e afeto!
Seremos procurados para lidar com as demandas de autoconhecimento, estresse, ansiedade, violência doméstica, física, psicológica e sexual.
Quais estratégias devemos tomar?
Simples, as mesmas que tomamos nos diferentes contextos terapêuticos:
* Estudar!
Buscar conhecimento a respeito de sexualidade e gênero.
Conhecer sobre os direitos dessa população, pois a orientação é parte importante da terapia.
* Respeito!
Respeitar ao gênero de identificação e ao nome social.
* Ser responsável!
Isso mesmo, seguir nosso Código de Ética:
Capítulo II: SEÇÃO I – Para com o cliente/paciente/usuário atendido
Art. 19 - O musicoterapeuta não deve discriminar o cliente/paciente/usuário com base em raça, s**o, gênero, origem, idade, orientação sexual, grupo social de pertencimento ou questões clínicas e crença.
Quer saber mais sobre a Musicoterapia? Entre em contato 🏳️🌈