Karen Albuquerque Terapeuta Holística

Karen Albuquerque Terapeuta Holística Bem Estar & Equilíbrio

27/08/2026

Na madrugada de 28 de agosto, teremos um Eclipse Lunar Parcial em aproximadamente 4° de Peixes. O ápice acontece por volta de 1h13 (horário de Brasília).
Esse eclipse encerra a lunação que começou com o Eclipse Solar em Leão, em 12 de agosto.

Se em Leão fomos convidadas a olhar para a nossa luz, para a nossa autenticidade e para aquilo que desejamos expressar no mundo, Peixes agora nos pergunta:
O que precisa ser dissolvido para que essa luz possa realmente existir?

Peixes fala sobre os véus que caem. Sobre aquilo que idealizamos, projetamos e continuamos sustentando mesmo quando a realidade já nos mostra outra coisa.
E talvez a desilusão seja justamente o momento em que a verdade começa a aparecer.

Porque nem todo fim é uma perda.

Às vezes, precisamos deixar morrer uma fantasia, uma expectativa, uma versão de nós mesmas ou uma história que já não corresponde à realidade.

A tensão desse eclipse com Urano em Gêmeos acrescenta uma força de ruptura e renovação: um convite para sair do automático, romper padrões e abrir espaço para algo novo.

Talvez seja hora de desacelerar. Escutar o corpo. Confiar na intuição. Perceber aquilo que a mente tenta explicar, mas que alguma parte mais profunda de você já sabe.
Nem toda resposta chega através do pensamento.
Algumas chegam através de um sonho. De um incômodo. De um silêncio. De uma sensação.

Esse eclipse não pede que você tenha todas as respostas.

Talvez ele peça presença. Entrega. Escuta.
E a coragem de deixar ir aquilo que já cumpriu seu ciclo.
Porque talvez você não esteja perdida.
Talvez esteja apenas voltando para si.

25/08/2026

Quando o outro deixa de caber na sua fantasia

Talvez o que esteja doendo na sua relação não seja apenas aquilo que o outro fez.

Talvez exista também o encontro entre quem você imaginou que ele seria e quem ele realmente é.

Porque amar alguém também signif**a encontrar um sujeito que pensa diferente, deseja diferente, frustra, impõe limites e nem sempre corresponde ao lugar que você imaginou para ele.

E quando essa fantasia começa a cair, algumas pessoas tentam controlar, cobrar, mudar o outro ou insistir para que ele volte a ocupar aquele lugar.

Outras vão embora.

E algumas passam a repetir a mesma história em relações diferentes, sempre procurando aquele encaixe que finalmente faça tudo parecer perfeito.

Mas e se a questão não estiver apenas em encontrar a pessoa certa?

E se houver algo em você que precise ser escutado?

A psicanálise pode ser esse espaço.

Um espaço para olhar para aquilo que se repete, para os lugares que você ocupa nas relações, para aquilo que você espera do outro e, principalmente, para aquilo que talvez ainda não tenha conseguido reconhecer em si.

Porque algumas perguntas não se respondem mudando de pessoa.

Precisam ser elaboradas.

Se você percebe que vive repetindo histórias, se sente exausta nas relações ou não entende por que continua ocupando os mesmos lugares, talvez seja hora de olhar para isso com mais profundidade.

A terapia pode começar justamente por essa pergunta.

Agendamentos pelo link da bio.

18/08/2026

E se você tivesse aprendido a desaparecer para não incomodar?

Neste episódio, eu falo sobre invisibilidade, silenciamento e sobre o que acontece quando passamos tanto tempo tentando preservar os vínculos que começamos a desaparecer dentro deles.

🎙️ “Eu aprendi a ser invisível para não incomodar”
O episódio completo está no Spotify.

Link na bio.

17/08/2026

Tem relações que terminam ou nunca chegam a ser aquilo que imaginávamos e o que f**a não é apenas a falta daquela pessoa. F**a uma pergunta sobre nós.

“Por que não fui suficiente?”

E talvez seja justamente aí que o sofrimento se aprofunde. Porque, em vez de reconhecer que o outro tinha limites, desejos, medos, defesas e uma história própria, começamos a investigar o que haveria de errado em nós para que ele não tivesse conseguido nos amar como esperávamos.

A psicanálise nos convida a ir além dessa explicação.
A olhar para aquilo que se repete nas nossas escolhas, para o lugar que ocupamos nas relações, para aquilo que esperamos do outro e, principalmente, para o que estamos dispostas a suportar para não perder alguém.
Porque compreender o outro não signif**a precisar permanecer onde aquilo que ele pode oferecer nos machuca.

E talvez uma das perguntas mais importantes seja: por que eu continuo tentando ser amada justamente onde preciso me diminuir para caber?
É sobre isso que podemos trabalhar em análise.
Não para aprender a escolher “a pessoa certa”, mas para compreender a mulher que você se torna dentro das suas relações.

Se você percebe que vive relações que despertam constantemente insegurança, abandono, ansiedade ou a sensação de nunca ser suficiente, esse pode ser um lugar importante para ser escutado.

A terapia começa, muitas vezes, quando deixamos de perguntar apenas “por que essa pessoa fez isso comigo?” e começamos a perguntar “o que essa relação revela sobre mim?”

Atendimento psicanalítico | Online e presencial
Agendamentos pelo link da bio

12/08/2026

Hoje o céu nos coloca diante de uma imagem poderosa: a luz do Sol sendo temporariamente encoberta.

E talvez exista algo de muito simbólico nisso.
Vivemos em uma época que nos ensina a estar o tempo inteiro em evidência. Mostrar, produzir, performar, conquistar, aparecer. Como se desaparecer por alguns instantes fosse o mesmo que deixar de existir.

Mas e se nem toda luz precisar estar acesa o tempo inteiro?

E se alguns períodos de sombra forem necessários para perceber aquilo que a exposição constante não nos deixa enxergar?

O eclipse não precisa ser interpretado como uma promessa de acontecimentos.

Ele pode ser vivido como um momento de consciência.
Um convite para observar o que está se transformando em nós, e também o que está acontecendo entre nós.
Porque esse eclipse inaugura uma nova dinâmica no eixo Leão–Aquário.

E talvez a questão mais interessante não seja apenas sobre o nosso brilho individual.

Mas sobre o lugar que ocupamos dentro de um coletivo que também está mudando.

No vídeo de hoje, eu aprofundo essa reflexão.

O que acontece quando a luz diminui e, pela primeira vez, conseguimos enxergar de outro lugar?
Assista. E depois me conta o que esse eclipse movimentou em você.

10/08/2026

Nenhuma mulher nasce acreditando que precisa diminuir, esconder ou consertar o próprio corpo. Em algum momento, nós aprendemos.

Neste episódio de A Mãe que me Habita, eu compartilho uma parte muito íntima da minha história com a anorexia e a bulimia na adolescência, a relação com dietas e medicamentos para emagrecer e o caminho que me levou a olhar para o corpo de uma outra maneira.

Uma conversa sobre pressão estética, culpa, alimentação, envelhecimento e sobre o quanto podemos passar anos tentando mudar o corpo quando, talvez, o que precisasse ser escutado fosse a história por trás dele.

🎙️ Episódio novo: Quem ensinou você a odiar o seu corpo?
Já está disponível no A Mãe que me Habita.

Quem foi a primeira pessoa que fez você acreditar que havia alguma coisa errada no seu corpo?

Não precisa responder se não quiser. Mas talvez valha a pena lembrar. ❤️

06/08/2026

Há uma cena em Uma Nova Mulher que me emocionou profundamente.

Ada olha para os homens que fizeram parte da sua história.

Ela não pede que voltem.Ela não tenta mudar o passado.
Ela simplesmente os reconhece.

Reconhece que cada um ocupou um lugar em sua vida, que cada relação trouxe aprendizados e, com humildade, assume também a sua parcela de responsabilidade por aquilo que foi construído entre os dois.

Essa cena me lembrou um dos movimentos mais profundos que vivenciamos na Constelação Familiar.

Muitas vezes acreditamos que seguir em frente signif**a esquecer, apagar ou rejeitar quem passou pela nossa vida.

Mas, na visão sistêmica, aquilo que tentamos excluir continua ocupando um lugar dentro de nós.

Honrar não é voltar.Não é justif**ar o que aconteceu.
Não é aceitar abusos ou permanecer onde houve dor.
Honrar é reconhecer. É poder dizer, com o coração:
"Você fez parte da minha história. Eu recebo os aprendizados que essa relação me trouxe. Deixo com você o que lhe pertence e sigo em direção à vida."

Quando damos um lugar ao passado, deixamos de carregar o peso de lutar contra ele. E é justamente aí que o coração encontra espaço para o novo.

Talvez seja por isso que essa cena tenha tocado tantas pessoas. Porque, no fundo, todos nós desejamos ser livres para amar sem carregar o peso das histórias que ainda não foram encerradas.

Se essa cena despertou algo em você, talvez exista uma parte da sua história pedindo para ser vista.

A Constelação Familiar é um convite para olhar com amor para aquilo que foi, honrar quem veio antes e abrir espaço para uma vida mais leve e para relações mais conscientes.

Minha agenda para sessões individuais de Constelação Familiar está aberta.

Se você sente que chegou o momento de olhar para a sua história com profundidade, me envie uma mensagem no direct. Será lindo caminhar com você nesse processo.

Série; Uma nova mulher

05/08/2026

Antes de toda grande transformação, existe um tempo de esvaziamento.

A Lua Minguante em Touro nos convida a desacelerar e olhar com honestidade para aquilo que ainda estamos sustentando apenas por hábito, medo ou necessidade de segurança.

Enquanto muitos perguntam "o que eu preciso fazer para viver um novo ciclo?", talvez a pergunta mais importante seja:O que eu preciso deixar de carregar?

Essa Lua antecede o Eclipse Solar em Leão, um momento simbolicamente associado à identidade, autenticidade e expressão de quem realmente somos.
Mas a autenticidade não nasce do excesso.
Ela nasce quando abrimos espaço para que a nossa essência apareça.

Talvez seja hora de revisar: os hábitos que já não fazem sentido; as histórias que você continua contando sobre si mesma; as relações que esgotam a sua energia; a necessidade de agradar, provar ou corresponder às expectativas dos outros.

Às vezes, o maior ato de coragem não é começar algo novo.É ter maturidade para encerrar o que já cumpriu seu papel.

Que esta Lua Minguante seja um convite para simplif**ar, reorganizar e preparar o terreno para tudo aquilo que deseja florescer nos próximos ciclos.

Me conta nos comentários: o que você sente que a vida está pedindo para deixar para trás neste momento?

Autoconhecimento PsicologiaAnalítica Jung Autenticidade DesenvolvimentoPessoal

30/07/2026

O céu mudou. Mas essa mudança não acontece apenas lá em cima. Ela nos atravessa.

Com a mudança dos Nodos Lunares, somos convidados a olhar para um movimento que não é apenas individual, mas coletivo.

Na astrologia, os Nodos apontam uma direção de desenvolvimento. Eles revelam temas que passam a ganhar força na experiência humana.

Leão nos ensinou sobre identidade, criatividade e a coragem de ocupar o nosso lugar no mundo. Mas também nos convida a observar onde ainda confundimos valor com reconhecimento e acreditamos que só existimos quando somos vistos.

Agora, Aquário ocupa esse lugar de desenvolvimento.
Mais do que o signo da inovação, Aquário é o arquétipo do revolucionário: aquele que tem coragem de imaginar novas possibilidades e questionar estruturas que já não fazem mais sentido.

Toda transformação coletiva começa quando alguém escolhe pensar diferente.
E talvez esse seja o grande convite deste momento.
Participar das mudanças do mundo sem perder quem somos.

Aquário não nos pede para apagar a nossa identidade.
Ele nos convida a expandi-la.

A compreender que o nosso brilho não existe apenas para ser admirado, mas para inspirar, conectar e transformar.
O céu é coletivo.
Mas a forma como cada pessoa viverá esse movimento é única.

É por isso que o mapa natal é tão importante: ele mostra onde esse chamado encontra a sua história.
Para mim, a astrologia nunca foi sobre prever acontecimentos.

Ela é uma linguagem simbólica que amplia a consciência.
E talvez a pergunta mais importante deste momento não seja:
"O que vai acontecer comigo?"
Mas:
"Quem estou sendo convidada a me tornar?"

E eu deixo mais uma reflexão:
Como o meu brilho pode deixar de buscar aplausos e começar a transformar o mundo ao meu redor?

Afinal, talvez a maior revolução não seja mudar o mundo primeiro, mas transformar a forma como escolhemos ocupar o nosso lugar nele.

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