Movimento Parteiras Tradicionais do Brasil

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12/05/2026

🎥 De onde vem o reconhecimento?

Vem da confiança construída.
Do cuidado que começa antes da gestação.
Da presença nos momentos intensos, delicados e transformadores da vida.

Isabela e Gabriel compartilham a chegada da Lorena — um nascimento vivido com acolhimento, escuta e respeito. 🌿

E agora a história continua: Isa está grávida do seu segundo bebê, um menino, e seguimos juntas no pré-natal. 🤍

Um detalhe que atravessa a memória desse dia: enquanto Lorena nascia às 7h da manhã, o pequeno Aruã, filho da parteira Thyara, tinha apenas 6 meses. E no mesmo dia, às 17h, também nasceu Athena.
Dois nascimentos, duas famílias, o mesmo chamado para cuidar.

✨ O reconhecimento das parteiras tradicionais nasce dessas histórias vividas em comunidade, vínculo e presença.

04/05/2026

✨ De onde vem o reconhecimento?

Vem da experiência vivenciada e transformada no corpo.
Vem da escuta, do cuidado e da confiança. Do sentir-se em casa. Em si mesma.

Nesse vídeo, a Leti compartilha o nascimento da Sol — uma história que floresce depois de um parto hospitalar, ressignificando memórias e abrindo espaço para uma nova experiência de nascimento. Do parto domiciliar e familiar.

Um parto no acolhimento da sua casa, cercado de acolhimento, junto da sua filha mais velha, onde ela pôde se reconhecer, se fortalecer e, finalmente… se sentir em casa. 🏡

💛 Histórias como essa nos lembram da potência das parteiras tradicionais e dos saberes que atravessam gerações.

🎥 Esse registro integra a campanha nacional de reconhecimento das parteiras tradicionais, em direção ao 05 de maio — Dia Internacional da Parteira.

👐 Parteira Tradicional: Tamara Pita


04/05/2026

🧶Quem chega agora é Rudá…
um parto em casa, vivido em Gaspar, Santa Catarina, conduzido com presença e sabedoria pela parteira tradicional Suzana.
Jennifer e Édson atravessam esse portal juntos, sustentando cuidado, entrega e conexão, enquanto o bebê encontra seu ritmo envolto por afeto.

Nada disso surge sozinho.
Há uma rede invisível que sustenta: memória, confiança, vínculo, escuta atenta.
É assim que esse saber segue atravessando o tempo, enraizado nas famílias e nas comunidades.

Ser parteira tradicional não se limita a uma definição.
É caminho antigo, tecido por experiência, sensibilidade e compromisso com a vida.

Cada chegada carrega mais do que um nascimento.
Traz consigo continuidade, pertencimento e história.

🎥 Esse registro integra a campanha nacional de reconhecimento das parteiras tradicionais, em direção ao 05 de maio — Dia Internacional da Parteira.

👐 Parteira Tradicional: Suzana

02/05/2026

De onde nasce o reconhecimento?

Brota da memória que resiste ao tempo.
Surge das famílias que sentiram esse cuidado no próprio corpo.
Cresce na confiança de quem escolhe, de quem guarda, de quem conta.

Neste registro, Carla Maldonado conduz o caminho com presença e escuta.
Lauri, com sua força serena, atravessa esse rito com coragem e entrega.
E Felina chega… como sopro de continuidade, como semente que carrega muitas histórias.

É nesse encontro entre mãos que acolhem, corpos que sabem e vínculos que sustentam que esse saber permanece pulsando, necessário, vivo.

Não se trata de ocupação formal.
É prática ancestral, legitimada pelas comunidades, tecida no cotidiano de quem vive e partilha.

🎥 Movimento de parteiras tradicionais do Brasil, em caminho ao 05 de maio — Dia da Parteira.

01/05/2026

Há histórias que não cabem em livros — vivem no corpo, na memória e nas mãos de quem cuida.

Mãe Zezé é uma dessas histórias vivas. Parteira, guardiã de saberes, mulher de comunidade, curandeira de mão cheia. Sua trajetória se entrelaça com tantas outras vidas que chegaram ao mundo com acolhimento, respeito e coragem.

Falar de parto com Mãe Zezé é falar de território, de vínculo, de escuta e de confiança. É lembrar que nascer também é um ato coletivo, sustentado por saberes ancestrais que resistem e seguem florescendo.

Que a voz de Mãe Zezé ecoe longe — fortalecendo o reconhecimento e a valorização das parteiras tradicionais em todo o Brasil. ✨



vídeo editado por .parteira

30/04/2026

Esse símbolo não nasceu do acaso. 🌿

Ele brotou da memória de mulheres sábias,
das mãos que acolhem a vida
e dos saberes que atravessam gerações.

Cada traço carrega raiz.
Cada cor carrega história.
Cada rosto lembra que juntas somos mais fortes.

No centro, floresce a vida.
Ao redor, a força de quem cuida, protege e faz nascer.

Mais que um logo,
esse símbolo é memória viva.

É a força de um movimento.✨

Criação coletiva das parteiras tradicionais que movem o movimento!

✍️: Luísa
💻: .parteira

30/04/2026

✨ De onde vem o reconhecimento das parteiras tradicionais?

Vem das histórias que nascem junto com cada bebê.
Vem da memória compartilhada através das tradições.
Vem do afeto e continuidade que atravessa gerações.

Hoje é a vez de Gabriela e Laís — que chegou ao mundo com o cuidado da parteira tradicional Marisa Gularte, em Florianópolis… e que também é sua avó. 💛

Parteira tradicional não é uma profissão.
É um ofício ancestral, sustentado também, pelas famílias e pela comunidade.

🎥 Campanha do movimento de parteiras tradicionais do Brasil rumo ao 05 de maio, Dia da Parteira.

28/04/2026

✨ De onde vem o reconhecimento das parteiras tradicionais?

Vem das histórias que atravessam gerações.
Vem das famílias que viveram esse cuidado na pele.
Vem de quem confia, de quem escolhe, de quem lembra.

Esse vídeo foi construído por Ramona, Amelié e Magnólia, a partir da experiência com a parteira tradicional Eliane Scheele, no Rio Grande do Sul.

É nesse encontro entre mulheres, famílias e parteiras que o saber se fortalece — vivo, presente e necessário.

Parteira tradicional não é uma profissão.
É um ofício ancestral, reconhecido pelas comunidades.

🎥 Campanha do movimento de parteiras tradicionais do Brasil rumo ao 05 de maio, Dia da Parteira.

28/04/2026

Endereço

São Tomé Das Letras, MG

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